sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

NA MESA

Durante alguns dias, todas as sextas-feiras vou publicar algumas receitas vegetarianas e de peixe, dá sempre jeito para um jantar leve de sexta-feira: NA MESA.
A primeira receita é de Bruchetta, uma das boa coisas de Itália!
Aproveite o pão duro que tenha em casa e arrisque, eu normalmente gosto de por tomate, rúcula e queijo com um fio de azeite na base do pão, seja criativa junte temperos à medida, orégões, pimenta e sal. Depois forno Óptimo para acompanhar uma sopa, ou uma salada fresca de vinagrete. Rápido, barato e ainda aproveita os restos de pão que têm em casa e não sabe o que fazer.
Bone Apetit!
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Uma receita dos Petiscos e companhias:

ingredientes:
1 TOMATE MADURO
1 DENTE DE ALHO
1/2 CHÁVENA DE CHÁ DE AZEITE
3 FOLHAS DE MANGERICÃO
PIMENTA
SAL
QUEIJO PARMESÃO RALADO
2 FATIAS DE QUEIJO FLAMENGO
AZEITONAS DESCAROÇADAS
OREGÃOS

preparação:
Corta-se o pão, e coloca-se num tabuleiro de forno forrado com papel de alumínio.
Na picadora, coloca-se o tomate, o azeite, os oregãos, o sal, a pimenta e o alho e tritura-se tudo grosseiramente.
Coloca-se esta pasta uniformemente sobre o pão. Por cima coloca-se a fatia de queijo, as azeitonas descaroçadas e o queijo parmesão ralado. Vai ao forno quente (200ºC) durante 10 min (ou até tostar).

Todos falhamos mas o que interessa é se todos lutamos...

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

O segredo por detrás da organização feminina

Um dia, numa dessas aulas a que assistem futuros advogados, perguntou o professor: "Qual é o livro fundamental na vossa vida profissional?". Às respostas que se seguiram - "O Código Civil", "O Código Deontológico" - o professor ia sorrindo e abanando negativamente a cabeça. Passados alguns minutos, foi preciso contar o segredo.

Agendas. As melhores amigas, não só de qualquer advogado, mas de qualquer mulher. O que seria de nós sem aquele montinho organizado de papel, quase sempre repleto de informação? Há dias em que, temos que concordar, a agenda se converte na maior inimiga de todos os tempos. São os dias em que, depois de um alegre acordar, ela nos conta que temos um encontro muito pouco desejado, uma reunião com um cliente menos amistoso, ou uma aula suplementar com que não contávamos. Mas, nos outros dias, temos que lhe agradecer por nos lembrar de coisas tão variadas como o dia de anos de uma amiga, aquele almoço tão ansiado, ou o feriado de que já não nos lembrávamos.

E depois existe aquela lista, anexa à agenda, das "coisas a não esquecer". Trata-se, em poucas palavras, de uma lista infindável de pequenas coisas que não são para fazer aqui e agora, mas para "um dia destes". É a limpeza do carro, é a bainha da saia, é o corte de cabelo, é a marcação do dentista, é a limpeza do monte de peluches do quarto dos filhos, é a revisão da agenda do ano que passou. E a satisfação que dá quando vamos riscando, uma atrás da outra, todas essas tarefas, com a ideia de que a lista está a emagrecer? Mas ela volta sempre a engordar.

Sim, a agenda é uma amiga para toda a vida. Mas pode enganar-nos sem que nos apercebamos. Quando? Quando começamos a escrever, nessa lista de "para um dia destes", o programa com o marido, as brincadeiras com os filhos, o descanso do trabalho, o jantar com os amigos, ou a felicidade de cada dia. Aí, talvez seja a altura de deitar fora a agenda e começar a viver.

Nós Mulheres...

Nós mulheres somos tendencialmente muito “picuinhas”, os homens são mais simples, desdramatizam, têm essa vantagem sobre nós, por isso se calhar algo em que nos podemos examinar é precisamente este nosso lado “irritante” de fazer uma tempestade num copo de água… O bacalhau esturricou, o que é que vamos fazer, que drama, não há jantar… e lá vem o marido dizer “hoje é salsichas para todos” e as crianças aplaudem… termos esta capacidade de descomplicar, e até de nos rirmos de nós próprias e dos contratempos da vida.
Depois, o estarmos bem exteriormente… todas sentimos isso na pele, temos dias em que nos arranjamos, que a roupa nos assenta bem e que nos sentimos verdadeiramente bonitas e em contrapartida temos dias em que sentimos que somos as pessoas mais desanrrajadas do universo e que só nos apetece esconder e fugir. Qualquer uma de nós, e não é preciso ser Psicóloga! Percebe o impacto que isto tem em nós. Quando nos sentimos bem conosco próprias, sentimo-nos mais capazes, mais seguras, a nossa tão falada auto-estima sobe em flecha e tornamo-nos de facto mais capazes e eficazes. Nós mulheres devemos ter isso em conta, somos de facto muito mais “emocionais” e os nossos humores são muito afectados também pelo que temos vestido.
Assim como o que temos vestido nos influencia, também nos condiciona o desenrolar do nosso dia… quantas vezes já não nos aconteceu, ter um dia péssimo, um patrão que foi injusto, um trânsito infindável na ponte 25 de Abril, um médico por quem esperámos 3 horas (desculpem-me as médicas presentes!) e quando chegamos a casa ao mínimo disparate dos nossos filhos vem um ralhete do tamanho da nossa tristeza, da nossa indignação, da nossa zanga com tudo o que aconteceu durante o dia mas que a criança de facto não tem culpa… Somos humanas, claro, temos direito aos nossos dias, mas não temos o direito de educar segundo os nossos humores.
(to be continued...)

Bom Senso Code

Nunca usar:

Tênis/chinelos velhos
Transparência
Decotes ousados
Saia/vestido curtos
Roupa de ginástica na farmácia
Shorts muito curtos
Roupas muito justas
Roupas da filha de 15 anos
Roupas do marido
Roupas da avó...

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Uma História d' Amor


(Foto: Avó Minha, a minha mãe, e o avô Xico)
A minha avó materna, mais conhecia por Avó Minha fez 77 anos no passado domingo dia 19/Fev. Esta avó é muito especial, em 2010, no seu aniversário de casamento, escrevi-lhe no meu outro blog (Pelo Mar Aberto). Agora um pouco atrasado, mas aqui  fica os meus Parabéns à avó:
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(...) Neste dia fazem anos de casados os meus avós maternos. A minha família sempre foi muito família, almoçávamos ao domingo todos juntos numa mesa enorme e confusa, tios, primos, irmãos, pais e avós a maioria tinha vindo da Missa a outra maioria tinha acabado de acordar depois da noitada de sábado. Havia sempre doce e salada de fruta no final, as conversas eram de esquerda de direita, de musica e de filmes, do trabalho de risos e de tristezas, muitas vezes pouco perceptíveis quando havia uma necessidade de darmos a nossa importante opinião, interrompíamos e atropelávamos a opinião pouco importante dos outros.
Era confuso, mas a melhor palavra para descrever é que era Alegre. A grande recordação não era de todo a comida maravilhosa ou as limonadas feitas na hora, era daquela cabeceira, lá estavam o meu avô e a minha avó, sempre, o avó Francisco e a avó Margarida, que os netos carinhosamente chamam somente avó Minha, porque todos queremos tê-la.
A minha família sempre foi muito matriarcal, tal como a Sagrada Família, mas com uma Margarida daquelas era impossível não sê-lo, a avó minha é uma mulher forte e determinada uma referência na minha vida, mas sobretudo esta avó é um exemplo de santidade! Agradeço muito porque realmente vivo com uma Santa na minha casa, teve cinco filhos educou-os de uma forma tão livre que todos eles são diferentes e seguiram caminhos diversos, mas a preocupação ainda hoje são constante.
A minha avó Minha é uma mulher linda, não só pela sua bondade que é tão pura, que nunca me levou a pôr em questão a bondade humana, ou nunca precisei de Rousseau para nada, agradeço a bondade porque neste sentido foi uma educação muito protegida, mas como ela é lindíssima tem uma pele macia e os olhos claros, azul agua, da qual eu nunca vi uma expressão de fúria mesmo quando nós fazíamos as piores asneiras lá em casa. Nunca brigava, por isso eu queria passar a maior parte dos meus dias na casa dos avós, e quando ficava de castigo era praxe, "não vais lá para cima", cheguei mesmo a fugir pela janela do meu quarto, que da para um enorme quintal e depois lá estava a varanda da casa dos avós, um lugar fantástico e não só porque havia sempre chocolates escondidos em lugares secretos e o meu avô não sabe guardar segredos, se é que me entendem.
A minha avó teve cancro, foi como um terramoto na família, lembro-me muito bem desse dia, e a avó Minha saiu da consulta determinada, "eu vou lutar pela vida", outra coisa não se esperava, talvez porque ela ame tanto a vida, os filhos, o marido que não podia deixar-se ir. "Se eu morrer quem vai cuidar do teu avô?" Sofreu e sofreu muito, lembro-me de cada momento, quando foram com ela escolher perucas, lembro-me de lhe pegar a mão quando raparam-lhe o cabelo, que não servia de nada, ela mesmo careca era linda, lembro-me na sala de quimioterapia, estava sempre preocupada com os outros, lembro-me das dores que tinha quando chegava-se a noite e lembro-me de como ficava zangada quando o meu tio obrigava-a a comer brócolos misturados com soja e mirtilos, perguntava-me sempre, "vocês não querem ir ao McDonalds?"
Apreendi mais sobre a vida naqueles dias do que em muitos anos, aprendi sobre o amor e sobre o sofrimento, lembro-me de ela ter dito "é pelos teus tios e pela tua mãe", a visão mais cristã do sofrimento eu tive ali, aquela doença era por Amor.
O meu avô apaixonou-se por ela desde o primeiro momento que a viu, hoje ele esta doente por vezes com falta de memoria mas conta sem fim esta história, começa sempre, mas sempre da mesma maneira: "Dita, acreditas no Amor à primeira vista? Pois foi assim que eu me apaixonei pela tua avó! Ia na rua da Sé quando a vi e disse eu vou casar com aquela mulher, filha do Doutor Aires, homem de boas famílias, aristocrata e eu era republicano e pobre, mas casei!"
Por isso acredito no Amor, e no Amor à primeira vista, acredito sobretudo na entrega, no casamento mas no casamento para toda a vida, mesmo que alguns bloquistas queiram-me dizer o contrário, desculpem mas para mim não é anacrónico é de hoje é entre o avó Francisco e a avó Minha, não é conservador é bem moderno, é o Amor.
Hoje venceu o cancro, só tem marcas, tem dores profundas. Mas quando acorda pergunta logo pelo avô, pois ele tem uma doença degenerativa, afectou algumas partes motoras e do raciocínio menos a parte do "amor à primeira vista", é preciso ter paciência, é difícil lidar com uma pessoa doente, mas a Minha está sempre lá, é a que aguenta melhor e com mais força, é que lhe dá a mão, é que está sempre ao lado, mesmo com as suas dores e limitações, põe o marido em primeiro lugar em tudo, sempre foi assim os outros. Pode não estar bem mas diz, "rezem é pelo avô, ele é que precisa!"
Hoje vê-se uma geração que não sabe tratar dos seus doentes, não sabe lidar com o sofrimento, é horrível estar alguém ao nosso lado que sofre, que se queixa, que se suja, que se esquece, mas o Amor supera tudo e é esta a verdadeira dignidade do ser humano. Não me venham com outras tretas. A dignidade do homem é também sofrer, e ter uma mão ao seu lado.
Costumo dizer que o minha fé vem da fé da minha avó, ela que reza o terço vai a Missa quase todos os dias (quando tem forças, o que me faz pensar e eu que tenho forças porque não vou todos os dias?) e que tinha um grande amor ao João Paulo II (até vejo muitas parecenças entre os dois), a minha avó ensinou-me a amar Jesus, a beijar a cora do espírito Santo antes de me deitar, a pedir pelas almas do purgatório a rezar o terço e a salve rainha. Ela foi o meu apoio nas minhas crises de fé, ela não me deixou afastar da Igreja, a ela devo muito, mesmo muito.
Mas não foi só pela doutrina, foi pelo exemplo.
Como não poderia acreditar no Amor depois disto.
Rezo para não ser só o nome que me faça igual à Maria Margarida à avó Minha.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Grandes mudanças conseguem-se com pequenos passos

Caros senhores, 

Venho por este meio expressar o meu mais profundo desagrado face aos recentes anúncios da marca Triumph.
Sempre os considerei totalmente dirigidos aos homens, já que as mulheres não compram um produto apenas com base na visualização de corpos em roupa interior. Ora, se o objectivo passa pela compra por parte das mulheres, o que me parece óbvio, penso que não é com incentivos aos homens que o vão atingir.

Considero totalmente degradante a imagem que fazem passar da mulher, que está exposta nos vossos anúncios como um puro objecto sexual. Considero uma vergonha que, quem não pretende passar o dia a ver mulheres praticamente nuas, tenha que andar constantemente a desviar a cara dos vossos anúncios. Considero as vossas técnicas de marketing totalmente desnecessárias, porque quem vende produtos de boa qualidade e beleza não precisa de se sujeitar a este tipo de publicidade. E considero, sobretudo, que quem expõe assim as mulheres, não está verdadeiramente preocupado com o seu bem-estar.

Quanto a mim, faço desde agora o firme propósito de não comprar o que quer que seja da vossa marca. E de fazer com que a minha família e amigas também não o façam.

Quanto a vocês, sugiro que deixem de fingir que fazem anúncios a pensar nas mulheres e no seu conforto ou auto-estima. E sugiro que elevem o nível das vossas campanhas publicitárias. E se perdi tempo a escrever-vos, foi por acreditar que podem fazê-lo.

Até lá, não contem comigo.

Esta reclamação foi enviada por mim em Dezembro para os responsáveis da marca Triumph em Portugal, e diz respeito aos anúncios da campanha de Natal que encheram os outdoors da cidade de Lisboa. Decidi colocá-la no blog para que mais pessoas se inspirem e possamos marcar a diferença, também na publicidade.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Happy nem sempre significa feliz

Acredito que haja mulheres que passem bem sem elas. E outras que não vivam sem elas. E outras que gostem, de vez em quando, de dar uma espreitadela, e que não disfarçam um sorriso quando alguém querido chega a casa com uma de surpresa. Há-as de todos os formatos e temas. De moda, de viagens, de ideias originais para novos cozinhados, de carros, de fotografia, de acontecimentos sociais.

Falo-vos das revistas. Sei que podem ser, e na maior parte dos casos serão, a melhor maneira de perder tempo. No entanto, eu acredito em boas revistas. Naquelas revistas que não nos põem na cabeça que se o nosso namorado ou marido não é romântico como gostaríamos, temos é que fazer-lhe as malas (no caso do marido) e corrê-lo de casa. Naquelas revistas que nos mostram pessoas bonitas, lindas, mas não artificiais. Naquelas revistas que nos deixam contentes e não frustradas. Naquelas revistas que nos tornam pessoas mais inteligentes e não nos limitam aos comentários sobre a galinha da vizinha. E sobretudo, naquelas revistas (femininas) que não passam a ideia de que a mulher é um ser depravado que nada faz para além de pensar em sexo.

Desculpem-me a franqueza. Mas é que hoje, num desses tempos mortos, olhei para a capa de uma tal de Happy (revista feminina que não aconselho). De entre os dez temas referidos para aliciar a sua compra, cinco tratavam algum tema alusivo ao sexo, e havia um sexto, muito mais edificante, sobre a vingança em relação aos ex-namorados. Como pensei imediatamente que ia escrever sobre este tema, folheei a dita revista. E, nada surpreendida, deparei-me com uma sucessão de disparates completos. Com páginas cheias de nada.

Passo seguinte, pus-me a pensar no tipo de pessoas que trabalha para criar um tal disparate. Em primeiro lugar, calculo que sejam (pelo menos maioritariamente) mulheres. Em segundo lugar, calculo que sejam mulheres que querem vender a sua revista e que querem que as destinatárias se interessem pelos temas de que trata. Em terceiro lugar, calculo que, como mulheres, queiram o melhor das suas semelhantes, queiram verdadeiramente torná-las mais felizes.

Por fim, vieram as perguntas sem resposta. Desde quando é que dizer a uma amiga para se vingar de alguém que lhe partiu o coração é uma maneira de a tornar mais feliz? E desde quando é que as pessoas normais falam mais sobre sexo do que sobre os seus projectos de vida, sobre aquilo que as preenche, ou sobre a sua família? Desde nunca. 

Qualquer dia, falar-vos-ei da !Hola!, a revista do meu coração. Por enquanto, fica aqui a minha opinião sobre a revista Happy, cuja compra não aconselho, sob pena de a redacção da revista achar verdadeiramente que os temas de que trata são aqueles que interessam às mulheres dos nossos dias.

Parabéns DITA!!!!!!!

Primavera-Verão 2012: Color Explosion



No seguimento do "Querido, temos um jantar" da Teresinha, fica desde já aqui prometido um próximo post sobre básicos do guarda-roupa, SOON!!
Mas hoje a Pipoca, minha fiha, e eu, decidimos dar um shopping walk para espreitar as últimas colecções e ver que novas tendências estão a espreitar nesta Primavera-Verão. E...boas notícias, miúdas giras!! Explosão de COR para os próximos meses, para combater o cinzentismo da crise.
Melhores notícias ainda...? Pois é, '90's are BACK!! Sim, venham daí esse keds, ténis de salto, plataforma, e essas cores vibrantes que fazem lembrar rebuçados, alternadas com as suas variantes mais soft, em tons sorbet: rosa-choque, laranjas, fúchsia, verde garrafa, verde-água, encarnado, amarelo quase néon, e branco, muito branco.
Tudo isto com um brilho glossy, que pede texturas leves, fluidas e esvoaçantes. Saias compridas, camisas e t-shirts xl, e lenços, muitos lenços, com prints e cores variados, na cabeça, no pescoço, na cintura, no pulso...tudo com muita imaginação e permitindo reiventar-nos com muito pouco, apenas com o essencial!
Deixo aqui algumas sugestões D&G, Zara, etc:




domingo, 19 de fevereiro de 2012

Querida, temos um jantar

Há aquelas mulheres que, mal sabem que vão ter um jantar, uma festa ou qualquer outra ocasião especial, sabem perfeitamente aquilo que vão vestir, desde a cor das meias ao formato dos sapatos. Depois há também aquelas mulheres que, não tendo tantas certezas assim, vestem a primeira roupinha que vêem quando abrem o armário e, mais ou menos confiantes com tal vestimenta, seguem para a maquilhagem sem pensar em trocas. E depois há aquelas, como eu, que são as eternas indecisas. Inicialmente, têm uma ideia muito nebulosa daquilo que vão vestir, lembram-se daquele conjunto que foi elogiado e que podem repetir, mas nada de muito certo. Vestem a tal fatiota. Mas de todo que as convence. E então, como se tivessem todo o tempo do mundo, trocam, adaptam, pensam, tiram, põem, todo um conjunto de roupa que, uma vez excluído, se amontoa alegremente em cima de uma cama. Como se depois, quando a Cinderela sair para o seu encontro, aparecesse a madrinha da varinha mágica para arrumar tudo.

Talvez a leitora esteja a pensar que quem escreve deste lado tem uma vasta colecção de roupa, sapatos, acessórios, e afins. Nada mais errado. De facto, ainda que estranho, não é preciso que se tenha muita variedade para se criar uma tal confusão. A leitora pode também estar a pensar que quem escreve deste lado tem é tempo a mais. Nada mais errado, outra vez. Mas neste caso não tenho justificação. 

Quais as razões para tantas indecisões? O facto de gostar de ter diferentes estilos. De um dia ser clássica, no dia seguinte moderna, no dia seguinte um misto dos dois. Um dia uso a teoria das duas cores ("Três cores já é cor a mais"), e no dia seguinte já a esqueci, e quero inovar, misturar cores que nunca pensei misturar, ser diferente (e ouvir alguém a perguntar: "Onde foi a tua teoria das duas cores?").

Após a revolução que se gerou no quarto, e já pronta para sair, olho uma última vez ao espelho. E, surpreendentemente pouco espantada, vejo que acabei por escolher precisamente aquele primeiro conjunto que me tinha passado pela cabeça. A confiança chega quando, ao sair, o Príncipe, sem saber de nada disto, diz à Cinderela que nunca a viu tão bonita. E ela responde-lhe, com o olhar mais confiante do mundo: "Vesti a primeira coisa que me apareceu".

Um dia um senhor disse isto. No dia seguinte era Cardeal.

"A mulher deve poder ficar em casa" - Portugal - DN

Imagina se não tivéssemos alma:

inHEart recomenda:

Para todAs!!!

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Dramas da vida de um blogue

Como começar? De que falar? Como captar a atenção de quem vai ler? A quem é que vai interessar aquilo que eu tenho a dizer? E por que devem as minhas opiniões ser lidas por alguém? Estas e outras perguntas devem levitar na cabeça de quem decide ter um blog. Estas e outras perguntas justificam o atraso no início das minhas crónicas. 

Hoje tive a resposta. É que podem existir pessoas que, tal como eu, quando tenho tempo e quero desanuviar, gostem de passar revista por alguns blogs, gostem de ver como aquilo que pensam é partilhado por mais uns quantos, gostem de saber que concordam com alguém sobre um tema em relação ao qual nunca sequer tinham pensado.

Gosto deste blog. Porque o partilho com pessoas de quem gosto muito. Porque me obriga a pensar. A pensar até ao fim naqueles temas que muitas vezes a minha imaginação deixa muito pela rama. A pensar como escrever aquilo que não pensei poder traduzir por palavras. Gosto deste blog porque me leva a ser original. A ser criativa. Porque é visionário e chega ao coração das pessoas. Porque não é leviano ou comercial. Porque o papel da mulher na sociedade é indiscutível e deve ser valorizado.

É assim em tempos de crise:


HEart apoia MISSÃO MICROONDAS

É uma boa campanha em tempos de crise, uma forma de darmos sem gastar e ajuda a sair do nosso comodismo.
Aqui fica a explicação:
Em tempos de crise poder ajudar a salvar uma escola em África sem gastar um euro a mais do que tínhamos orçamentado no inicio de cada mês!
Durante duas semanas, em datas diferentes consoante cada faculdade de Lisboa, existirá um microondas onde os alunos podem aquecer o almoço que trazem de casa. Podem assim colocar no mealheiro da Escolinha, ao lado do microondas, o dinheiro que pouparam nesse dia por não irem à cantina ou bar da faculdade!


Love is in the air

A nossa HEart Teresa Ulrich, falou na Rádio Antena1 sobre o namoro para ouvir: CLICA AQUI

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Sobre actual crise

"Un político no puede ser un hombre frío. Su primera obligación es no convertirse en un autómata. Tiene que recordar que cada una de sus decisiones afecta a seres humanos. A unos beneficia y a otros perjudica. Y debe recordar siempre a los perjudicados..." Adolfo Suarez

Playboy em português

Depois do fiasco da falência, a revista Playboy volta a ser editada em Portugal no próximo mês de Abril. Muitos meios de comunicação comparam esta revista com a emancipação do feminismo (!!!)
Isto não me incomoda de todo pela a minha ortodoxia, porque nunca me envergonhei do nu e nunca poderia deixar de apreciar Botticelli e muito menos a Capela Sistina! Isto afecta sim a minha condição de mulher, a minha maneira de ver o feminismo. De que como a mulher é altamente instrumentalizada para o prazer do homem, como submetem a sua intimidade e se vendem por tão pouco.
O mais grave de tudo é que nos fazem crer que isto é uma emancipação da mulher, que isto é liberdade. Mas eu penso, num tempo que se fala imenso da desigualdade, como é que uma das formas mais vil de domínio do homem sobre a mulher pode ser considerado liberdade? Muitas vezes, normalmente, para se vender um carro utiliza-se (sim utiliza-se) em publicidade, uma mulher semi-nua, como fosse um material, um acessório ao próprio carro.
O corpo humano é das coisas mais belas e mais dignas e deve ser apreciado. O corpo tem uma complexidade tão rica, por detrás de uma cara está sempre uma alma, uma história, um sofrimento, um grande amor e isto não é um chouriço ou uma posta de carne, uma pata de porco, ou uma coelhinha, é uma vida irrepetivel, incomparável, única e sagrada

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Do dom


Morreu ontem a cantora norte-americana Whitney Houston. Tinha 48 anos, e possuía uma voz absolutamente ímpar. Com esse dom que Deus lhe deu, superava-se e conseguia fazer o impossível apenas com a vibração das suas cordas vocais.
Tenho a certeza absoluta que com a sua música e voz tocou corações pelo mundo inteiro, e foi ainda mais longe e influenciou milhões de decisões de pessoas que ela nunca conheceu na vida, mas para cujas vidas foi determinante, através destes seus instrumentos.
Não tenho dúvidas que alguém, um dia, após uma última discussão, voltou atrás nas suas palavras e acções porque ouviu o “I will always love you”; que alguém, dia, acreditou na vida, porque  “There can be miracles, when you believe”; que alguém, um dia (eu mesma), renovou o seu ânimo perdido e escondido com “Step by step”…e por aí fora.
E por esta razão a sua morte tocou-me de modo especial. Fiquei triste por perceber que Deus lhe tinha dado um dom magnífico, poderoso, e que a degradação da sua vida pelo álcool e drogas, lenta e lamentavelmente, lhe foram roubando não só a voz -já não conseguia cantar como antes-, como a alma também.
O que me leva a questionar o que andamos nós a fazer com os dons que nos foram dados. Nós, mulheres, que somos chamadas a dar Vida ao mundo, a quem nos é pedido tanto, porque somos  capazes de dar tanto…! Os dons são isso mesmo, dons. Dádivas que nos são dadas para que as administremos, e não para que as tomemos como nossa propriedade, enterrando-as no nosso egoísmo.
É bom que cada uma de nós saiba identificar os seus dons, e sem medos ou vergonhas, saibamos reconhecer que, se os pusermos a render correctamente, também poderemos influenciar de maneiras que não imaginamos, porque Deus sabe sempre mais, as vidas de tantas pessoas! Também nós fazemos música com as nossas vidas, o nosso testemunho.

Por último, as apresentações. Quem vos escreve tem 22 anos, casada, mãe, finalista de Direito, e aceitou dispôr, sem qualquer falsa modéstia, os seus escassos dons a este fantástico blog, esperando que esta  constante partilha feminina nos enriqueça a todas, in Heart.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

MA MARQUE: a minha visão da moda


Minhas queridas só o nome per si  faz moda: Vintage.

Não vamos para as lojas, vamos à arca da avó, é barato ou melhor de graça e têm muito, muito estilo!
Desde os pormenores, colares, alfinetes aos óculos, coletes e vestidos.
Tanto verdadeiro vintage, toda a moda feminina a partir dos anos 20, como o vintage contemporâneo, tem muito que se diga! Aqui está um pouco dos dois, Audrey Hepburn (num filme bem vintage) e uma jovem em Paris de hoje!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Tratado sobre a Mudança:

Hoje vi uma publicidade na televisão de um programa sobre "beleza".
Basicamente mostrava a vida desgraçada de uma senhora, as suas angustias e as suas tristeza etc....
Para além do abuso da intimidade humana que a televisão faz constantemente, existe uma ideia vigente na sociedade que é terrível, e é a ideia destes canais de televisão: que para compensar essa vida desgraçada, esse programa vai dar a essa mesma senhora, uns dentes novos e umas quantas operação plásticas, agora pergunto-me: "a senhora terá os seus problemas resolvidos?"
As nossas mudanças não podem ser superficiais, têm de ser profundas.
Ter uns dentes novos não me faz mais feliz, pode ajudar mas não é tudo. Imaginemos que um mês depois deste programa os dentes apodrecem outra vez...? É um perigo depender a minha felicidade na pele esticada e nos dentes brancos etc... em coisas que não dependem de mim.
O ter é diferente do ser, e nós realmente mudamos não quando temos coisas novas, mas quando somos "coisas" novas!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

MA MARQUE: a minha visão da moda

Vou começar a escrever sobre roupa, moda e fotografia. Inspirada num dos meus sites de moda preferidos: The Sartorialist.
Ma Marque, minha marca, é a partir de agora a minha partilha da moda.
Começo por Alessandra Colombo. Um pouco ao estilo de Amy Winehouse, o toque dos óculos que para mim fazem sempre toda a diferença, nestes dias não dá para sair de casa sem cachecol, mas os folhos do casaco são do melhor! Cuidado: o preto e castanho, quando combinam, combinam mesmo, mas quando não combinam é para esquecer!
________
Daqui: The Sartorialist

Uma das páginas mais deliciosas da literatura:

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Roma esta semana:


Vamos?
"Purifica-me com hissope, e ficarei puro; lava-me, e ficarei mais branco do que a neve. 

Salmos 51:7"

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Uma boa leitura...

Aprendemos tanta coisa ao ler um bom livro e ao debruçar o "nosso olhar" sobre ele. É, sem dúvida, uma boa forma de enriquecer o tempo e de nos enriquecermos.
"Intimidade" de Miguel - Ángel Martí García, é um pequena ajuda para pensar e viver esta grande questão da intimidade.
Actualmente, é fácil deixar-nos levar por esta correria diária, que não deixa o homem ter tempo para si. Para se conhecer e para reflectir sobre a realidade que o rodeia.
Se reparamos, temos tendência a fugir aqueles momentos de silêncio em que entramos em diálogo connosco, enchendo-os de música ou de qualquer outra companhia. Uma vez disseram-me que o não sabermos estar sós, pode ser um sinal de falta de riqueza interior. Precisamos de encontrar algo "lá fora" que cubra, por momentos, o vazio que sentimos....
Pois bem, pode a sociedade criar em nós a tensão de viver de aparências ou até abafar este "eu" que temos, mas duvido que haja alguém que não "sofra" a inquietação de se encontrar, de se conhecer, de compreender a realidade em que se insere e, finalmente, ser fiel a si mesma.
O livro leva-nos por estes e muitos outros caminhos, muito melhor do que eu sei dizer! Merece ser lido com calma, abrindo espaços de reflexão entre ideias...
É uma "sugestãozinha" vá...! Espero que gostem!

Testemunho de Jason Evert

domingo, 29 de janeiro de 2012

Partilhas da moda - 3

Depois do verniz de gel e da placa alisadora, hoje resolvi falar do tão útil, "Vestido preto". Já ouvimos todas: "com um vestido preto, eu nuca me comprometo, casamentos, funerais..." e a lista podia continuar.
Um Vestido preto é daquelas peças Indispensáveis em qualquer guarda-roupa feminino. De facto, bem escolhido, que nos acente bem, é um aliado em várias ocasiões e vai desenrascar-nos muitas vezes.
Há vários "tipos" de vestidos, claro, mas dada a actual estação do frio, falo-vos de um vestido preto básico, de lã que podem encontrar em qualquer loja. Eu tenho um da Zara, já há uns anos, e como é meio "elástico" tem a grande vantagem de também dar para usar quando se está grávida!
Ou seja, partilha da moda de hoje: todas devem ter um vestido preto básico no seu armário, e muitas vezes quando não souberem o que vestir, podem recorrer a este amigo... por norma vai funcionar!
O preto como sabem é das poucas cores que é permitida em look total, isto significa que podem usá-lo com casaco preto, sapatos pretos, cachecol preto... enfim, se ficar bem e vocês gostarem, podem optar por um look só com esta côr, ou podem conjugar o Vestido preto com outras cores, vários acessórios, pois basicamente com o preto tudo é permitido.
Um vestido é uma peça muito feminina, por isso invistam num caso ainda não tenham... ou comprem outro nos saldos :)

sábado, 28 de janeiro de 2012

Uma estreia "Up Altamente"

 
"O que é preciso para conseguir a felicidade não é uma vida cómoda, mas um coração enamorado."


sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Barrigas para alugar? Não obrigada...

A gravidez é sem dúvida um periodo diferente, diferente porque pode ser especial, pode ser bonito, mas também pode ser horrendo, pode despertar o lado mais belo e emotivo da mulher, mas também o seu lado mais neurótico. A mulher pode sentir-se a mais bela de sempre, ou a mais feia à face da terra! Seja como for é um periodo potencial crítico, envolto numa miscelânia de emoções, desejos e pensamentos, ansiedades e frustrações, prontas a fazer manifestações constantes, umas mais pacíficas, outras mais animadas. Tudo isto culpa do nosso lado “psi”, claro!
O nosso psíquico é uma coisa extraordinária, foge ao nosso controle como diz o povo “como o diabo foge da cruz” e apresenta-nos uma série de partidas ao longo da vida, mas mais ainda, ao longo destes períodos potenciais críticos como é o caso da gravidez. Eu que o diga, que já passei por 4 e mesmo com os conhecimentos técnicos “todos” e prevendo uma série de situações, não consegui escapar ao terrível “psíquico e seus fantasmas”.
Ora felizmente ainda somos todos seres humanos, e por isso limitados pela nossa humanidade. Faz parte desta mesma uma incapacidade em controlar muitas emoções, muitos pensamentos, muitos desejos, medos, angustias e sentimentos e por isso mesmo é diferente alugarmos a nossa casa de férias, o nosso carro, ou alugarmos a nossa barriga. Não é possível do ponto de vista mental este ser um aluguer pacífico, não é possível de forma serena para os egos dos envolvidos já para não falar nos “super-egos” de cada um.
É urgente todos descermos à terra e constatar que não há mecanismos de defesa que resistam a tamanha trapalhada.
Outros países já nos mostraram os acontecimentos consequentes desta prática assustadora, mães que alugam a sua barriga e depois sentem o filho como seu e não querem dá-lo, bebés que desenvolvem alguma deficiência e depois não são aceites por quem os encomendou por não virem “perfeitinhos”, estes são dois dos muitos exemplos de casos dramáticos das barrigas de aluguer.
Não menos importante a ter em conta é a saúde mental de quem decide alugar uma barriga, se há esta decisão há certamente uma incapacidade em ter filhos, um caso de infertilidade ou algo semelhante. Do ponto de vista psicológico é muito diferente não querer ter filhos, ou não poder ter filhos e mais uma vez fantasmas psíquicos vêem sem se esperar ter com quem, normalmente, já se encontra em grande sofrimento interno. Não é por se desejar muito ter um filho, que se aceita e ama pacificamente um que cresceu numa barriga de alguém que se contratou. Estes são processos muito complicados do ponto de vista psicológico e que têm muito de involuntário. Sem querer e sem esperar, quem decide alugar uma barriga, vai confrontar-se com pensamentos, frustrações, sentimentos e afins que não esperava.
Resta-me por último, mas não menos importante, referir o mais indefeso em todo o processo, no meio de tudo isto há um bebé, um novo ser que não pediu para nascer, que durante 9 meses convive com uma voz, partilha um espaço, sente muitas das sensações e emoções de alguém que vai simplesmente desaparecer naquele momento em que ele tanto precisa de ser amado e cuidado.

Missão País 2012 Vila Viçosa aqui vou eu....

Para a semana não vou estar por aqui, amanhã parto já para as Missões Universitárias, é uma semana numa aldeia portuguesa dedicada aos outros e ao Outro.
Um grupo de Universitários da Católica acompanhado pelo Capelão, vai para Vila Viçosa, fazer voluntariado, visitar os idosos sozinhos, os lares, as casas, estar nas escolas com os miúdos, hospitais, etc.. é sempre uma semana muito intensa na vida de qualquer um destes estudantes que decidem dar-se por 7 dias, muitos depois disso dão mesmo a vida toda.
Quando chegar conto como foi esta aventura, mas posso dizer que é uma semana cheia de companheirismo, cheia de generosidade, um contraste do tempo de crise.
Deixo um texto de um companheiro de Missão 2010:
De tão "brutal" que é aquilo que sentimos, depois desta experiência sei que a minha vida nunca mais será a mesma, da mesma maneira que acredito piamente neste mesmo impacto nos outros missionários. É um caminho sem retorno que aprendemos a abraçar e a registar na nossa memória, alma e coração para o futuro que vem, com o sonho de que um dia cada pessoa com que nos cruzámos e todas as suas gerações que se seguem encontrem paz através do trabalho que tivemos enquanto unidade espiritual, crente e impulsionadora de um mundo melhor.


As Missões surgiram no Chile, fica aqui um resumo:

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

inHEart recomenda:

Curso de Finanças Pessoais e Poupança organizado pelo Aceprensa (nesta altura de crise, vale a pena para todas as família) 

Livraria Babel (Av. António Augusto de Aguiar, 148)

Metro: S. Sebastião
Formador: João Pessoa Jorge, co-autor do Manual Anexo
As palavras crise e austeridade entraram no nosso léxico habitual. Mas pensámos suficientemente na oportunidade que nos dão de criar novos estilos de vida? Poupar, pelo contrário, é uma palavra que já não se ouvia há tempo. Pensar no melhor para deixar aos filhos, fazer opções, ver onde investir, ajustar-se a orçamentos. Uma família é uma micro-empresa e é também mais do que isso. Para começar um novo estilo de vida, este curso é uma oportunidade.

Temas a tratar:
  • . Técnicas para a organização das finanças familiares
  • . O que é e para que serve o orçamento familiar?
  • . Como fazer um orçamento familiar?
  • . Para que servem os bancos?
  • . Como escolher o meu banco?
  • . Como reduzir as minhas dívidas?
  • . Como poupar?

Os formadores da Escola de Finanças Pessoais têm já presença habitual nos media na SIC Mulher e na revista Sábado.
Preço : 30 euros (com direito a receber todos os artigos de www.aceprensa.pt em 2012)
10 euros, para os associados de Aceprensa
Pagamento por transferência bancária até 2 de Fevereiro para a conta de Aceprensa- Associação Cultural, Caixa Geral de Depósitos, NIB 0035 2180 0001621983093.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Autocolante

No sábado quando ia trabalhar, à minha frente na portagem parou um carro que tinha um autocolante vermelho atrás que dizia "Mostra ao teu problema o tamanho do teu Deus".
À medida que passava a ponte ia-me lembrando de amigos, de pessoas que conheço e seus problemas. Eu penso imenso nas coisas, e penso que isto é muito feminino, estamos sempre a pensar, o nosso cérebro não pára 1 minuto. Rapidamente na minha cabeça se iam estabelecendo ligações, baseadas em lembranças de vários factos e pessoas, em variadissimos contextos diferentes, mas com um denominador comum: de facto, aqueles que acreditam em Deus, que vivem desprendidamente nesta terra, e que têm o Céu como horizonte, incorporam e gerem os problemas com outra capacidade de encaixe. Infelizmente não posso particularizar situações, mas elas são tão presentes e tão reais na minha cabeça, que me permitem fazer a afirmação fatal: "É mais fácil lidar com os problemas se somos amigos de Deus".

Acreditar no divino é inesperadamente algo muito humano, humanizador, humanizante. Acreditar ajuda-nos a superar, a aceitar, a amar inclusivamente um problema, um defeito, uma coisa chata. Quantos problemas, quantos inconvenientes da vida não se vieram a revelar como coisas boas, construtivas, educativas para cada um de nós?

Conclusão, aquele autocolante "berrante", à primeira vista "foleiro" fez-me pensar naquele instante, ou reforçar mais uma vez, que de facto quando a amizade com Deus é grande, isso traduz-se em tudo na vida, logo também na forma como lidamos com os nossos problemas, com as contrariedades da nossa vida. Da nossa, e da dos outros que nos rodeiam. Sim, porque quantas vezes nos queixamos dos problemas dos outros, que são uns coitadinhos, que não mereciam, que azar que tiveram, sem perceber que para os próprios, aquilo não é problema nenhum... Escrevo isto e ocorrem-me as gravidezes por exemplo, as minhas e de outras tantas amigas que "coitadas" têm mais filhos do que a média... "Coitada" é a expressão mais frequente que se ouve, quando se conta a alguém (daqueles para quem os problemas são MUITO GRANDES) que se está à espera do 3º, do 4º, do 5º... as do 6º já estão completamente loucas e as que vão ao 7º umas irresponsáveis na certa.
Problemas aos olhos de uns, dons aos olhos de outros, contra-tempos para uns, oportunidades para outros, desgraças para uns, alegrias para outros.

Beleza irreal


A beleza só pode existir se for verdadeira!
O prefeitinho não é humano.
Este filme explica bem como a futilidade é a bases da nossa sociedade, o atraente muitas vezes é falso! O pior é que nós, mulheres e também homens, pomos a depender a nossa felicidade por uma coisa que não existem nem nunca vai existir.
Façam anúncios com mulheres despenteadas, com os filhos ao colo, cheias de compras do supermercado etc... isso sim é beleza real, mas não vende e nós também não queremos que se venda.

Frase (infeliz) do dia: para pensar sobre a nossa crise

“Felizmente, durante os meus 48 anos de casado, eu e a minha mulher fomos sempre muito poupados. E fazíamos questão de todos os meses colocar alguma coisa de lado. Portanto, agora posso usar uma parte das minhas poupanças (...) Não sei se ouviu bem: 1300 euros mensais(...) Tudo somado, quase de certeza que não dá para pagar as minhas despesas ”

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Partilhas da moda - 2

Hoje vamos falar de cabelos.
Podia dissertar aqui acerca de uma série de fenómenos que colocam uma mulher com os cabelos em pé... filhos adolescentes e seus dramas, casas completamente desarrumadas, furos de pneus, injustiças sociais, enfim, a lista poderia ser longa e o post poderia ser dedicado ao desenvolvimento de qualquer um destes fenómenos... mas não, ele é mesmo mais uma das minhas partilhas, e desta vez sobre cabelos. Quem é que não gosta de ir ao cabeleireiro? Sair de lá com aquele ar, arranjadinho, direitinho, mais brilhante, com um ar mais saudável? Pois, a maior parte das mulheres gostamos do fenómeno "cabelo arranjado". De facto o cabelo é um passaporte importante, dá-nos bom ar, ou dá-nos um ar menos bom, digamos até meio destranbelhado por vezes...
Mas, verdade seja dita que uma ida ao cabeleireiro pode sair cara, não só pelo dinheiro que gastamos, mas também pelo tempo que gastamos. Eu gosto de ir ao cabeleireiro, assumo, mas objectivamente não tenho muito tempo para ir com a frequência que gostaria...
(Também assumo que me causa uma certa revolta pagar pela aplicação de um champô quase o preço do mesmo, mas sobre isso já escreveria outro post!)
Bom continuando, é aqui que entra a minha partilha de hoje (até que enfim:) - o alisador. É simples, sou fã, gosto.
Nunca tive muito jeito para arranjar o meu cabelo, nem paciência verdade seja dita. Mas o alisador, ou placa alisadora, é de facto um fenómeno. O processo é super simples, lavar a cabeça, secar a maior com o secador, passar o alisador ao longo de todo o cabelo (eu demoro 5/10 min. porque tenho o cabelo comprido) e já está.
Fica-se com outro ar :)

Arte Urbana: Muro da felicidade em Lisboa



Diz-nos a história que os muros não são coisa boa. Mas este muro é diferente, é o "muro da felicidade"!
Com o Lema:  A arte pode mudar o mundo, ou seja fugiu-se ao ambiente de crise, com simples sorrisos em plena Lisboa!
Só de olhar dá esperança (ou pelo menos vontade de rir!) pode ser que estes sorrisos sejam contagiosos e sejam levados para cada casa, cada trabalho ou até mesmo para a hora do café juntamente com o nosso obrigada ao empregado do bar, mas bom, bom, era sorrir nas aborrecidas compras do supermercado, ou nas horas de estudo, ou quando arrumamos o quarto...

Uma ideia que o HEart neste novo ano já tinha apelado (ver imagem)!
Escreveu Guerra Junqueiro:
"O Sorriso que ofereces, a ti voltará outra vez".


Um toque masculino

domingo, 22 de janeiro de 2012

Partilhas da moda - 1


Vou iniciar uma série de "partilhas da moda". No fundo são algumas descobertas que vou fazendo, e que espero sinceramente com elas, poder ajudar alguém que ainda não as conheça. Aceito sugestões de partilhas, e proponho-me a escrevê-las regularmente. Esta minha primeira partilha tem a ver com uma descoberta fantástica que fiz em 2011 e que não vou largar tão cedo... chama-se "verniz de gel" e ao contrário das unhas de gel que têm na maior parte dos casos um aspecto artificial e um tamanho muito considerável... o verniz de gel é muito mais natural,tem o tamanho da nossa unha, é aplicado como um verniz normal, dura cerca de 3 semanas e basicamente podemos fazer tudo o que quisermos que ele não se estraga! Dar banho aos filhos, esfregando bem as cabeças dos mesmos e afins sem uma única lasca!
Umas mãos bonitas implicam umas unhas tratadas, o verniz de gel é uma boa solução, uma vez que permite ter umas mãos com "bom ar" durante 3/4 semanas, sem ter de se preocupar em pedir ao marido para lavar a loiça:)
Há certamente vários sítios onde se pode fazer, onde eu faço custa cerca de 15/20 euros, vale bem a pena! Até à próxima partilha...

Frase do dia: Esta define bem o nosso blog

Outro dia estive a (re)ler a República e encontrei isto, lembrei-me do inHEart, acho que Platão à 2350 anos atrás definiu o nosso lema:
_________________________________
"O belo é o esplendor da Verdade" 
Platão  in República 


sábado, 21 de janeiro de 2012

Para todas as Mulheres que nos acompanham...

Amor à Camisola


O futebol é um jogo que desperta paixões e que une pessoas um pouco por todo o mundo. Durante os noventa minutos, o que realmente importa é ver a bola rolar pelo relvado até atravessar a linha de golo e embater no fundo das redes. As preocupações quotidianas são momentaneamente esquecidas quando se ouve o apito inicial do árbitro e o adepto tanto sofre com um passe falhado como rejubila e incentiva o mesmo jogador, depois de um gesto técnico fantástico ou de uma finta estonteante efectuada poucos minutos depois.

“Golo” é, possivelmente, a palavra mais apaixonante para um adepto do desporto rei. Um remate a 30 metros da baliza, um cabeceamento fantástico, um pontapé de bicicleta irrepreensível…é para presenciar estes momentos que um adepto espera (e desespera) pelo fim-de-semana, pela hora em que coloca o cachecol ao pescoço e se equipa a rigor em direcção a um lugar que tão bem conhece, o “seu” estádio.

Os adeptos dão um colorido especial ao estádio: as coreografias que levam dias a preparar, os cânticos entoados durante minutos a fio, as bandeiras com o símbolo do clube, são hoje elementos quase indispensáveis num jogo de futebol. Vulgarmente conhecido como o “12º jogador”, o adepto pode, com o seu apoio incondicional, empolgar a equipa para uma grande exibição e ajudar na conquista de inúmeras vitórias.

Diz-se que o futebol é um desporto de homens, no entanto, existem cada vez mais mulheres que percebem e que vibram com os jogos dos seus clubes. Ver famílias inteiras num jogo, grupos de mulheres e crianças, é uma realidade que tem de estar mais presente nos nossos estádios…

Pretendo, ao longo dos próximos tempos, mostrar uma visão diferente de um desporto que não significa apenas intriga, violência ou ódio, mas sim alegria e paixão…”a festa do desporto rei”!


Bom fim-de semana com Norah Jones

Frase do dia: Procure as Razões que a própria Razão desconhece

Infelizmente, a banalização, contemporânea, do significado de coração faz escapar o sentido verdadeiro e profundo desta frase:
___________________________________
"O coração tem razões que a própria razão desconhece." Blaise Pascal, in Pensamentos

Tens noção do teu valor?


Aqui está a minha estreia, como é a minha estreia, queria que fosse um pouco...revolucionária! Este é o inicio de muitos post, uns mais sérios, uns menos, uns mais políticos e outros muito menos... O meu objectivo é mostrar que vale a pena!
Do fundo do meu HEart obrigada!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Mulheres Giras

É bom ver "gente gira" :) e nós mulheres gostamos muito de estar bonitas, claro... Quando estamos bonitas, bem vestidas, sentimo-nos mais capazes, mais confiantes, mais seguras de nós próprias... Todas já experimentámos esta sensação, aquela roupa que nos fica "a matar", faz-nos sair com um sorriso de casa e dizer "olá mundo, aqui estou", quando acordamos com os pés de fora, abrimos o armário e perante 3 prateleiras cheias achamos que não temos nada para vestir... e acabamos por vestir "um trapinho qualquer" saimos assim, digamos que um BOCADINHO deprimidas... é ou não é?

Porque hoje é o dia 20: A nossa estreia

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

DIA 20 de JANEIRO!

 inHEart
Dia 20 de Janeiro será a abertura oficial deste blog que falará sobre o trio da moda + crise + bem vestir!
Fazem parte da nossa equipa jornalistas, professoras, mulheres da moda, mães de famílias, solteiras, voluntárias, universitárias… são sobretudo pessoas apaixonadas!
Não perca a nossa estreia! Até lá inscreva-se na nossa mail list: oteucoracao@gmail.com ou procura-nos no facebook" HEart Cultura E Voluntariado" e contribua com as suas ideias!
Queremos dar uma resposta à crise!