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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Parabéns Pi

Hoje a nossa PM está de parabéns!
Quando alguém faz anos não é somente um nome na agenda ou uma lembrança no Facebook ou aquela mensagem (im)pessoal standard.
O dia de aniversário é o dia para pensarmos naquela pessoa, agradecer o dom da sua vida e perceber a falta que nos faz.
O que seria do #BlogHEart sem a descontracção, a pertinência, a arte e a frescura da PM?
Parabéns querida Pi, obrigada pelo teu tempo!




domingo, 5 de fevereiro de 2017

Estilos de vida e Felicidade! Comportamentos.

Não há ser humano que não deseje a felicidade. Mas nem todos estão de acordo quanto ao significado exato dessa palavra, que tem sido analisada há séculos por escritores, filósofos, teólogos, cientistas.

Platão vinculava a felicidade com a justiça e a temperança. Para o dramaturgo russo Anton Chekhov, a felicidade “é uma recompensa que é dada àqueles que não a buscam”. Já o filósofo Baruch Spinoza considerava que “o amor de Deus é a felicidade e a bem-aventurança suprema do homem”.

O que sabemos é que certos comportamentos humanos podem ser indicativos de bem-estar interior. A ciência tem tentado entender, especialmente nos últimos anos, quais são os estilos de vida que facilitam essa condição. As pesquisas realizadas até agora só podem sugerir algumas correlações, mas, com base nelas, o site Business Insider destaca 9 comportamentos que ajudam o ser humano a alcançar a felicidade:






1. Cultive relacionamentos saudáveis
Um estudo da Universidade de Harvard monitorou centenas de homens durante mais de 70 anos e descobriu que os mais felizes (e saudáveis) eram os que tinham investido tempo de qualidade nos seus relacionamentos.

2. Dê mais valor ao tempo que ao dinheiro
Vários estudos apontam que as pessoas que se consideram felizes tendem a valorizar mais o tempo que o dinheiro.


3. …Mas dê ao dinheiro o seu peso certo
Os mesmos estudos mostraram que ter dinheiro suficiente para cobrir sem grandes tensões as despesas principais (alimentação, moradia, contas…) está intimamente ligado ao bem-estar interior.




4. Aproveite as coisas simples da vida!
Tendem a levar uma vida mais gratificante as pessoas que desaceleram para desfrutar de momentos prosaicos que tornam o dia mais agradável, como descansar uns minutos ao sol, contemplar as flores, sentar na grama…



5. Pratique atos de gentileza
Dar uma carona a um amigo, participar de trabalhos voluntários, ajudar os outros: pesquisas mostram que as pessoas generosas são mais felizes. Sim, a generosidade é um estilo de vida!

6. Cuide do seu corpo
Vários estudos têm demonstrado que o exercício e a alimentação saudável tendem a afastar a depressão.

7. Aprecie mais as experiências do que os bens materiais
Numerosas pesquisas confirmam que usar o próprio dinheiro para permitir-se experiências saudáveis e edificantes em vez de acumular coisas materiais gera uma vida mais feliz.

Adicionar legenda


8. Aprenda a viver o presente
As pessoas que vivem cada jornada com plena consciência e com uma saudável 
visão espiritual da vida desfrutam de maior bem-estar interior.



9. Passe tempo com os amigos
Vários estudos observaram forte ligação entre amizades saudáveis e felicidade. As pessoas com quem convivemos, especialmente se elas próprias são felizes, têm impacto dramático em nosso humor e bem-estar interior!




















Retirado na íntegra do Aleteia Brasil 







terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Marca n'agenda: Família

 

"Como fazer crescer a felicidade em família"
Com o Professor
Aquilino Polaino
 Aquilino Polaino es licenciado en medicina y cirugía (Universidad de Granada), diplomado en Psicología Clínica (Universidad Complutense), doctor en medicina (Universidad de Sevilla), licenciado en Filosofía (Universidad de Navarra), profesor de Psiquiatría (Universidad de Extremadura) y catedrático de Psicopatología (Universidad Complutense). Pero es conocido por el gran público como divulgador y consejero en temática familiar y de  salud emocional.
Sábado, 7 de Fevereiro| Salão Nobre da Fomento
Rua Armindo Rodrigues, n. 28 Lisboa
Entrada Livre
(com serviço de babysiting)
+ infos AQUI: FOMENTO

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

(desculpa o desabafo)

Não há paciência para as colheres de plástico, para o ketchup em saquinhos impossíveis de se abrir, para a limpeza extrema.
Queremos as matanças de volta, as mulheres a encherem os enchidos em baldes no pátio da casa, e as vacas enfeitadas em honra do Espirito Santo.
Não há paciência para o politicamente correto que encobre o corrupto.
Queremos o azeite em garrafa, o pão acabado de sair do forno de lenha, servido pela mão farinhenta do padeiro, e as castanhas a serem vendidas no papel de jornal.
Não há paciência pela obsessão da limpeza, pelo cheiro ao lava tudo e de lixivia.
Queremos de volta o cheiro da lenha queimada e da terra húmida.
Não há paciência para a preocupação com o chocolate e com a batata frita na vida das crianças, quando ao mesmo tempo se distribuem preservativos.
Não há paciência para aqueles que proibiram as quedas da bicicleta, o jogar ao "apanhar", e substituíram os berlindes pela playstation.
Queremos de volta o brinde do Bolo Rei, o licor caseiro, os pés sujos que pisam as uvas.
Não há paciência para as proibições do fumo e pela legalização da Casa dos Segredos.
Não há paciência pela preocupação por aquilo que metemos no estomago e nos pulmões e pelo desprezo total daquilo que metemos no cérebro e no coração.
Não há paciência para as mãos lavadas, de quem não se suja a trabalhar, de quem não se suja a ajudar o próximo.
Não há paciência pelo desprezo dos mais velhos, e do tradicional, substituído por uma sabedoria efémera e vazia.
Não há paciência para a Lady Gaga.
Não há paciência por aqueles que se atiram ao mar e não molham a cabeça.
Não há paciência para férias em resorts, com luxuosos pequenos almoços em países onde há fome.
Não há paciência para uma sociedade de aparências, e para os que aparentam viver.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

O que é a felicidade?







Interessante a definição de felicidade de Bento Amaral, que ficou tetraplégico aos 25 anos, e que acaba de escrever um livro cujo título é "SobreViver". 

Vale a pena ver e ouvir aqui.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Um cansaço feliz




"Cansaço feliz" foi uma expressão que ouvi nestes últimos dias e que se adequa, de uma ou outra forma, ao ano letivo ou de trabalho já percorrido ou a percorrer e aos planos para as férias que já fizemos ou vamos fazer.
Fez-me pensar que, apesar da conotação negativa da palavra cansaço, o cansaço feliz deve ser das melhores sensações que podemos experimentar. 
Só estamos cansadas e felizes quando fizemos algo que nos saiu "da pele", que exigiu bastante de nós, que nos levou a pôr capacidades nossas a render e, talvez, até nos tenha obrigado a pôr em prática capacidades que nem sabíamos que possuíamos. Levou-nos a dar e, principalmente, a darmo-nos. Aos outros, porque o dar e o dar-se exigem, naturalmente, recetores, que não nós próprios. Foi necessário que saísse muito de nós para as outras pessoas. E, ao contrário das regras da matemática, tudo quanto subtraímos de nós, entrou, depois, às catadupas! E entrou diretamente para um armazém que fica com ainda mais capacidade para dar, dar, dar... Fica no coração! E, no final, apesar dos pesares, de nos ter custado, de nem sempre tudo ter sido um "mar de rosas", de ter havido momentos em que nos deu vontade de "hibernar"... fica aquela sensação de que valeu imenso a pena todo o cansaço, que agora nos parece uma bagatela. Que o faríamos uma e outra vez. Mil vezes, se fosse preciso.
O "cansaço infeliz" cansa muito mais, pois não é generoso, preocupa-se consigo mesmo ou com retribuições... Contudo, o cansaço feliz também exige descanso e férias, mas não "descansos infelizes", frutos de um certo egoísmo, às vezes subtil, da procura do "meu" descanso e do dolce far niente... Quando enveredamos por aqui, reparamos depois que este far niente tem muito pouco de dolce e de descanso e muito de cansaço e de efeito "miragem"... E é esta miragem que nos engana, porque não nos enche, não nos leva a lado nenhum, nem sequer ao descanso próprio, que também é necessário. Parece antagónico, mas, por vezes, descansamos mais num projeto de voluntariado do que passando dias e dias na praia! Realmente, é super verdade que o descanso próprio exige que nos preocupemos com o bem/ descanso de quem está à nossa volta.
Assim, dêmos espaço para a felicidade do nosso cansaço e do nosso descanso! :)