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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

O que é que eu tenho a ver com o orçamento?

Assim de repente, a resposta para a maioria das pessoas podia ser: nada.
Não temos de o elaborar, não temos de o executar, nem temos de o perceber.

Mas... e se tiver alguma coisa a ver connosco? Imaginemos os seguintes 3 exemplos:

  • Impostos sobre o combustível
- Se eu tiver carro, vou pagar mais? 
- Parece-me evidente.
- Ah mas como não tenho... 
- Alto e pára o baile! Quando compras a merenda na escola, de onde vem?
- De onde vem? Ora, vem da senhora atrás do balcão...
- Sim, mas quem lho entrega a ela?
- Ah, então o Sr António que vem naquela camioneta grande entregar os produtos...
- Pois, porque a merenda é feita em Almeirim, e tem de vir ter à escola num transporte, que por acaso usa combustível.
- Oh mas vai ficar mais cara a merenda?!
- Possivelmente. Ou então o Sr António ganha menos dinheiro. E o mesmo para os chocolates, as frutas e legumes, até a roupa que a mãe te compra.

  • Fim do quociente familiar
Cada filho adicional vai ficar mais caro ao casal, porque em vez do quociente haverá um valor fixo por filho.
Qual é o mal?
Depende: Se achamos que a sociedade ter filhos, multiplicar-se, formando-os e tornando-os capazes de trabalhar (e contribuir para a Segurança Social) é uma coisa boa, então um desincentivo económico é mau. 
Se achamos que o ideal é haver pouca gente a ter filhos, idealmente só os mais ricos, porque as crianças fazem barulho e ranho e não acrescentam nada para a sociedade (talvez nem aos próprios pais), então nesse caso acho que esta medida pode ser aplaudida.

  • Imposto sobre as transacções
O senhor do café, o senhor do chinês, a senhora da mercearia (e também os senhores da Zara) - todos vão pagar mais por cada vez que nós pagarmos com cartão.
E então?
Bom, sabem aquelas raras vezes em que ainda ouvem "Não temos multibanco"? É provável que aumentem.
Ou quando dizem "Só aceitamos multibanco para valores superiores a 542€" - porque nesses valores em principio o que pagam a mais por uso do cartão é menos do que o que a loja ganha com uma venda desse valor. (Não esquecer que ambos os casos podem resultar em perda de vendas - mas isso é problema do dono da loja).
Se o comércio ainda tiver MB, para não perder vendas, como vai pagar mais por cada utilização, acham que os preços vão
(a) aumentar?
(b) manter-se?
(c) diminuir?
Pois, provavelmente é (a).

Então, no orçamento estão coisas que podem de facto tornar a minha vida mais cara? Pois. É exactamente isto que eu tenho a ver com o orçamento. Raios m'apartam!



quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

inHEart recomenda:

Curso de Finanças Pessoais e Poupança organizado pelo Aceprensa (nesta altura de crise, vale a pena para todas as família) 

Livraria Babel (Av. António Augusto de Aguiar, 148)

Metro: S. Sebastião
Formador: João Pessoa Jorge, co-autor do Manual Anexo
As palavras crise e austeridade entraram no nosso léxico habitual. Mas pensámos suficientemente na oportunidade que nos dão de criar novos estilos de vida? Poupar, pelo contrário, é uma palavra que já não se ouvia há tempo. Pensar no melhor para deixar aos filhos, fazer opções, ver onde investir, ajustar-se a orçamentos. Uma família é uma micro-empresa e é também mais do que isso. Para começar um novo estilo de vida, este curso é uma oportunidade.

Temas a tratar:
  • . Técnicas para a organização das finanças familiares
  • . O que é e para que serve o orçamento familiar?
  • . Como fazer um orçamento familiar?
  • . Para que servem os bancos?
  • . Como escolher o meu banco?
  • . Como reduzir as minhas dívidas?
  • . Como poupar?

Os formadores da Escola de Finanças Pessoais têm já presença habitual nos media na SIC Mulher e na revista Sábado.
Preço : 30 euros (com direito a receber todos os artigos de www.aceprensa.pt em 2012)
10 euros, para os associados de Aceprensa
Pagamento por transferência bancária até 2 de Fevereiro para a conta de Aceprensa- Associação Cultural, Caixa Geral de Depósitos, NIB 0035 2180 0001621983093.