quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Soulmates: Is There Really Such A Thing?


Soulmates: Is There Really Such A Thing?



I’ve been having this discussion a lot of times lately. My opinion (which is nothing more than that) is that yes, Soulmates are a real thing. You may have a different opinion, and that’s ok but first let me try to explain the 6 reasons why I believe in Soulmates.

1st reason: The Holy Bible. In Tobit 6:18 when Saint Raphael tells Tobias that although Sarah has been married 7 times and all her husbands have been killed he shouldn’t be afraid because she was destined to be his from eternity: “Do not be afraid; she was destined for you from the beginning”. Same way God didn’t create a Mary, an Eve and an Esther for Adam to choose, he created one woman for him, Eve. I also don’t believe there could be any equally or better good spouse for Mary than Saint Joseph.

2nd reason: I believe there are many people who can help you become holier, but there is always one who can help you better. This is logical and it makes sense that you should be with the person who will help you the best to become the person God created you to be.

3rd reason: I see in some godly couples how God’s love for them is revealed in the spouse God has given them. I know that I will see God’s immense love for me in the spouse that He has for me. Who he is, how he loves me and how he treats me will show me how much God loves me. I once read this in a blog: “God has someone in mind who will love you to the point that you will feel God loving you through them.”

4th reason: When God calls someone to the religious vocation He doesn’t tell that person ‘I don’t really care about which order you choose, each will be equally good for you and for my Kingdom, all that matters is that you become a priest/nun’. Of course this is silly, God has always a specific order for that person that will help him/her become holier and where he/she can help His Kingdom better than in any other order. Same happens with marriage. If God calls you to the vocation of marriage He’s not going to tell you ‘I just want you to be married but I don’t really care who you get married to’. No, He will have someone in mind for you, someone that will make you happier and holier than any other could.

5th reason: Real testimonies. I know some stories of couples where you could see God’s hand in their love story. These are real stories but I will use fake names.
Anne and Peter: On their honey moon they were checking photos from an album with a trip to Europe Anne had done 10 years ago, when suddenly Peter became white ‘Look at this photo Anne!’ said Peter, ‘What? This is me in the stairs of a fountain in Rome’ replied Anne, and Peter said ‘See that guy sited next to you? That’s me’. What a wonderful wedding gift from God!
Claire and Paul: The priest who was helping Claire and Paul in their preparation for the sacrament of marriage asked them for the certificates of their baptisms. When he was reading them he noticed that they both had been baptized the same year, same month, same day, same hour and same Church. And they had only met a couple of years before their engagement.
There are many stories like these but I don’t have time to write them all.

6th and last reason: My twin sister and I feel attracted by completely different men. The fact that I feel more attracted than she by certain physical types and by certain qualities and virtues, will lead me to a different kind of man than my sister’s. This is not a random thing about us; God makes us like that so that He can lead us to the right person. If I am in a relationship with a man that doesn’t believe there couldn't be a better woman than me for him, then I am certain that he cannot be my future spouse.


Again, this is just my opinion. You’re free to think differently :)

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Dia de abrir a agenda

 
Quem me conhece sabe que gosto imenso de agendas, todos os anos tenho uma, mas é mesmo daquelas à moda antiga: confusa, escrita à mão, rabiscada, nela encontro o de essencial que fiz cada dia, podem acreditar que é uma boa experiência, ajuda a centrar o nosso tempo no que é importante, ajuda a perceber se perdi as horas preciosas, se deixei de fazer coisas boas, se me lembrei do aniversário e no final do ano ajuda no balanço.
 
(Vá converta-se à ideia, este ano compre uma agenda, esqueça a do i-phone, compre uma agenda verdadeira, onde pode desenhar, rabiscar nas reuniões mais maçadoras, onde pode estabelecer prioridades e até colar a fotografia da família, para não se esquecer que em 2016 o melhor e maior investimento que deve fazer é na sua família, essa é a grande empresa!)
 

Dieta do coração #3

Mais alimentos para cuidarmos do nosso corpo e do nosso coração de forma saudável. Este, é tipicamente português, plantado e produzido em solo nacional.

 Uma investigação europeia liderada por portugueses acaba de comprovar os benefícios do azeite na proteção do coração. 

Usam-no para cozinhar, ou preferem outras gorduras? Não prescindo da manteiga, mas cada vez mais utilizo azeite, tanto para fritar, como para temperar. O que é nacional é bom, certo? :)


Podem encontrar mil receitas p'ra cima de espetaculares aqui.

Bon apetit, sweethearts

HEart na comunicação social | Diário Insular #5

Artigo é fora da época o tema: a Liberdade (na verdade até combina com o Natal!)
O titulo foi inspirado numa das minhas cenas preferidas do cinema: "Deixe passar um homem livre"
(o filme é este clique aqui: Des Hommes et des Dieux)
 
Será que o homem moderno é realmente livre? Esta é a pergunta, cada um terá a sua resposta, eu somente pretendo expor alguns subterfúgio da nossa liberdade contemporânea.
(Diário Insular | 25 de Dezembro de 2015) 
 
 
 
(para ler melhor clique na imagem)

domingo, 27 de dezembro de 2015

Todos os dias são importantes…

Todos os dias são importantes, aqueles em que nascemos e aqueles em que mergulhamos no encontro com a cara de Deus menino.

Todos os dias são importantes quando damos o primeiro passo e perplexamente os nossos pais alegram-se com este passo que se junta ao primeiro sorriso ou choro, à primeira palavra, do filho ou filha, que Deus menino harmoniosamente uniu duas vidas, e deu ao mundo, uma nova vida.

Todos os dias são importantes quando entramos na escola, na faculdade e servilmente nos damos à sociedade como instrumentos para servi-la bem.

Todos os dias são importantes quando nos perdemos no rol de incertezas e Jesus menino dá-nos as ferramentas para consertar e pôr tudo ou quase tudo no seu devido lugar.

Todos os dias são importantes, quando um momento de busca é momento de encontro com os outros e connosco próprios.

Todos os dias são importantes quando alguém nos magoa com uma palavra ou gesto, injustamente ou não. É o ponto de entropia que faz chegar ao equilíbrio mútuo.

Todos os dias são importantes, quando alguém se esforça, à sua medida, para alegrar e iluminar o espaço de conforto ou desconforto do outro.

Todos os dias são importantes quando encontrámos a alma-gêmea e prometemos fidelidade e dentro de várias possibilidades e escolhas, escolhemos uma: a pessoa que está ao nosso lado.

Todos os dias são importantes, até os que queremos esquecer, porque foram esses mesmos que Jesus silenciosamente nos pôs à prova e nos fez crescer e ser o que somos hoje.

Todos os dias são importantes, quando temos saúde ou ausência da mesma, alegria ou ausência da mesma, união ou ausência da mesma, reflexão ou ausência da mesma e por último amor ou ausência do mesmo.

Todos os dias são importantes como o de hoje que estamos aqui, neste espaço, e temos presença de: saúde, alegria, união, reflexão e de Amor.  



Imagem do filme- Do céu caiu uma estrela

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Vamos voltar ao princípio?



"Parece que já está tudo dito sobre o Natal. Mesmo do ponto de vista do consumismo instalado, é como se existisse um cansaço em relação aos elementos tradicionalmente alusivos ao Natal e houvesse uma espécie de febre de inovar e reinventar. Cansa também a solidariedade, porque esta desobriga filantrópica de dar dinheiro para uma campanha e ´já está!’ não preenche o coração. Até o tema da festa de família é difícil de sustentar, porque as fracturas e tentativas de reconstrução que ferem hoje tantas famílias fazem muitas vezes dos festejos de Natal um momento de convivência forçada de estranhos ou ocasião de novas e dramáticas solidões. Em resumo, esvaziámos o Natal da sua origem e razão de ser e sobra um esbracejar atordoado de festas e comezainas e um amontoar doentio e enjoativo de coisas dadas e recebidas que geram mais tédio do que alegria.

Já fizemos tudo com o Natal. Vamos voltar ao princípio. “Como pode um homem nascer sendo velho?” perguntava o velho Nicodemos a Jesus. Poderemos nós, velhos e gastos por tudo o que já vimos e julgamos saber, voltar a ser como crianças diante de uma novidade?  "Um homem culto, um europeu dos nossos dias, pode acreditar, crer de verdade, na divindade do Filho de Deus, Jesus Cristo?" Esta pergunta retirada da obra de Dostoievski “Os Irmãos Karamazov” é a pergunta deste Advento. Não se trata de saber se somos capazes de entrar numa igreja vazia e ter a impressão de sossegar o coração naquele silêncio; se no fundo não temos objecção intelectual à ideia de que exista um ser superior ou se nos sentimos fiéis aos valores católicos porque tentamos ser boas pessoas.

O que está em causa é este Nazareno chamado Jesus, conhecido como filho do carpinteiro. O que está em causa é Ele, pequenino e frágil, a berrar, a mamar, a bolçar, a sujar os paninhos que lhe serviam de fraldas, como todas as crianças. O que está em causa é Ele, durante 30 anos silenciosos de trabalho braçal, unhas pretas, calos e cortes nos dedos, músculos doridos, muitas cadeiras, muitos bancos, muitas mesas, muitas arcas, muito serrar, lixar, aplainar. O que está em causa é o que Ele, ao fim desses 30 anos, disse de Si próprio. Disse aos amigos, mas também àqueles que curou e converteu; disse durante os três anos de arrasadora popularidade, mas também nas 12 horas da Sua Paixão; disse antes de morrer e depois de ressuscitar; disse de viva voz, mas continuou a dizer ao longo de 2000 anos pela palavra e pela vida entregue dos Seus na Igreja que Ele fundou. O que está em causa é que este Homem tenha a ousadia de Se dizer Deus e que isso implique uma tomada de posição por parte de todos aqueles que d’Ele se aproximam.

Jesus é verdade mesmo. Não é um filme, de que retemos só a parte de que mais gostamos. Não é uma ideologia, a que aderimos parcialmente. É um Homem em Quem nos embatemos. Um encontro humano é sempre o acontecimento de duas liberdades, uma diante da outra. Jesus de Nazaré diz que é Deus e oferece uma relação fiel e totalizante para a vida e para a morte. Mais concretamente ainda, apresenta-Se como resposta para a nossa procura de felicidade. Mostra saber como é o nosso coração e poder preenchê-lo. Dá tudo e pede de nós uma dádiva também total, porque é nessa confiança incondicional, nesse abandono, que está o segredo da vida feliz e realizada. Neste Advento, o desafio da Fé é este. Diante do Presépio, na Missa do Galo, em qualquer momento onde o Nome de Jesus se cruze com a nossa azáfama, saberemos que não é sério reduzir ou disfarçar. O Menino Jesus é a proposta mais radical que já nos foi feita na vida. Cabe a cada um de nós a decisão de aderir. (...)"

Madalena Fontoura

HEart na comunicação social | Diário Insular #4

ESFORÇO, DEDICAÇÃO, DESPORTO e muita GENEROSIDADE.
ACM uma associação especial feita com pessoas especiais. É o tema do meu artigo (não é inédito mas é actual!)
(Diário Insular | 23 de Dezembro de 2015)
 
(para ler melhor clique na imagem)

"Tree Wishes"

 
 
 
3 desejos para esta época:
  1. Passe verdadeiramente o tempo de Natal em Família, em qualidade e quantidade, não dê tanta importância aos presentes, esses vão e as memórias ficam. Façam jogos de mesa divertidos, desligue o telemóvel e o Facebook, não tire selfies o mais importante é o que se vive e não o que se mostra viver. Veja um filme que seja para todas as idades. Perdoe aquele parente e esqueça aquelas ofensas, diga que gosta dele, não tenha medo de dar muitos abraços. Incentive os netos a ouvirem as histórias dos avós enquanto estão na cozinha a temperar o peru, deixe que sejam as crianças a pôr a mesa...
  2. Não viva o Natal vazio. Lembre-se da verdadeira história, conte aos seus filhos, sobrinhos e netos como Jesus nasceu, humilde, pobre, como em Belém devia fazer frio, conte a história dos Pastores, dos Anjos distraídos que andavam perdidos no Céu, das Estrelas que naquela noite brilharam mais do que os restantes dias, das Ovelhas difíceis. Faça o Presépio num lugar central, o Presépio é mais importante que a árvore, não se esqueça de ir à Missa do Galo, poucas tradições são tão bonitas como a Missa do Galo, beijar o Menino, saber acolhe-Lo no coração e na vida é saber viver o Natal. Reze em família. "Família que reza unida, permanece unida".
  3. Esta época é naturalmente uma época de generosidade, de caridade, que isso não seja somente um cliché, frases feitas dos refrões das musicas. Faça companhia alguém que está só, convide para a sua casa quem não tem companhia ou quem não tem comida, visite a avó, não a deixe sozinha mesmo que ela diga que preferia estar em casa sem ninguém (é mentira), visite a casa de repouso, os lares de idosos estão cheios de solidão, aquele vizinho ainda está no hospital de certeza que ia gostar da sua visita. Neste Natal viva para os outros. Seja Misericordioso, ofereça uma boa prenda a quem não pode retribuir.

Pensamento do Advento [23]

Para aqueles que estão preocupados somente com as comidas da época....


terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Padre Gonçalo Portocarrero


Precisamente há um ano o Padre Gonçalo Portocarrero escrevia um dos seus maravilhosos artigos, dado a época falava sobre o Natal mas, ao seu característico estilo, o tema insidia na solidão humana dos sacerdotes durante os festejos, não fosse Gonçalo um desses sacerdotes de Cristo:

(Que o celibato não é sinonimo de solidão eu já sabia, tenho muitos amigos, homens e mulheres celibatários que são mais preenchidos, mais felizes e mais apaixonados que muitos outros...)
 "Em tempos passados, era comum que uma irmã, ou familiar próxima do sacerdote, o acompanhasse com uma disponibilidade total. Hoje em dia, a grande maioria dos clérigos seculares carece de uma presença familiar que o possa amparar: uma dolorosa ausência que até é perceptível quando, pelo seu aspecto, indiciam algum desleixo pessoal. Nota-se que lhes falta um ambiente familiar que seja, sem lhes criar uma dependências excessiva, um espaço de amizade e descontracção; que não têm quem, com a devida descrição, os possa corrigir e ajudar; quem se interesse, sem intromissões abusivas, pela sua saúde e alimentação; quem zele, com solícita atenção, pela sua apresentação; quem lhes facilite, uma vez por outra, alguma diversão adequada à condição sacerdotal; quem dê um toque de alegria e de graça às suas casas, etc. Nota-se que lhes falta, em poucas palavras, uma família cristã!"
Assim tão pertinentemente, o Padre Gonçalo exortava:
A vida dá muitas voltas, ironicamente passado um ano quem precisa de ser adotado é o próprio Padre Gonçalo.
Um ano depois deste texto ser escrito recebo a notícia que o Padre Gonçalo Portocarrero está no Hospital, o que lhe aconteceu é grave, provavelmente deve ter dores, mas pelo que eu conheço não se deve queixar tanto quanto sente, sei que não estará sozinho, mas estar no hospital durante os festejos do Natal é mais duro que o tempo comum.
Por isso, neste Natal, vou seguir o seu conselho e, nas devidas distancias terrestres, aéreas e marítimas e espirituais, sou eu que lhe vou adotar, uma adoção com as minhas orações. 
Na esperança que o Observador volte a ter as suas crónicas (aqui) e de muitos confessionários ficarem cheios....

(ouvindo no café #16)

"Este era supostamente um Natal sem presentes na minha família, mas é impossível evitar, tivemos que comprar o BANIF!"

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Pensamento d'Advento [21]




“E o anjo retirou-se” —, surpreende, ao colocar Maria num momento de solidão, de confronto consigo mesma e com a tarefa que lhe fora atribuída. A sós, com Deus. O mistério da Natividade é também o mistério da maternidade e da solidão que sempre a rodeia, em todos os tempos e lugares, hoje como há dois mil anos.

Daqui, numa análise biblico-histórica muito interessante.

Querido Pai

"Querido Pai,

Ainda não nasci, mas também eu, como a Care, te quero pedir ajuda.

Quero-te pedir ajuda para me ensinares o valor que eu tenho, e que vai muito além de qualquer palavrão que me possam chamar na escola ou na vida.

Quero que me ensines a responder à altura, sem malícia, mas com assertividade, a quem me insulte ou ofenda. E que eu saiba travar as minhas próprias lutas, interiores e exteriores.

Quero que me ajudes a falar, mesmo quando as ofensas não me forem dirigidas a mim, mas às minhas amigas ou a qualquer outra mulher, ou homem. Porque a igualdade é isso.

Quero que me ajudes a ter uma atitude digna, sempre. E que mesmo que eu falhe (e vou falhar), posso sempre recuperar a minha dignidade sem que isso me torne "incoerente", mas humilde.

Quero-te pedir ajuda para me ensinares que não preciso de estar a cair de bêbada, nunca. Que hei-de saber beber com moderação, e mesmo quando beber de mais, comportar-me adequadamente qb.

Quero que me mostres que o fundamentalismo não leva a lado nenhum. Seja na comida - a mãe sempre comeu sushi, e que bem que me sabia! -, seja nos estudos, seja com os outros.

Mas quero que me ensines a ser forte. Forte nos valores, forte nas convicções e forte na afirmação da minha identidade e dos meus desejos, nunca os resumindo apenas ao momento presente sem equacionar o futuro. Que me ensines a exigir ser respeitada, em qualquer ocasião e por qualquer pessoa, sem precisar de me moldar para agradar aos outros.

Quero que me ajudes a encontrar os critérios adequados para amar. Que queiras conhecer os meus amigos e namorados, e não lhes exijas mais do que que me ajudem no caminho rumo à felicidade. Porque esse devia ser o critério último, o único que verdadeiramente interessa.

Quero que me dês a liberdade de escolher o que vou estudar, com quem vou namorar e com quem vou casar. E que me ensines que o namoro não é mais que o discernimento aprofundado das qualidades humanas, e que até ao último segundo posso sempre mudar de ideias. Mesmo que o casamento já esteja organizado e te tenha custado uma pipa de massa. Porque me pões a mim primeiro, porque sempre puseste. É esse o meu valor para ti: infinito.

Quero que a educação que me dês não me dê desculpas para mudar a minha visão sobre mim mesma ao sabor das opiniões ou ofensas alheias, mas seja uma ajuda a um juízo verdadeiro sobre o que eu sou, o que faço bem e o que faço mal. Mas por muito mal que faça, a misericórdia espera-me sempre que eu a queira, sem que mereça ser castigada por ninguém.

Com isto tudo, espero que me ajudes a construir uma vida com uma reputação sólida, boa e da qual tu e eu nos possamos orgulhar. Não porque seja fácil ser mulher, mas porque a vida para homens e mulheres não é para ser fácil, é para ser vivida.

Por último, quero que me encorajes, repetindo-me que não está só nas mãos dos homens mudar o mundo: está também nas minhas.

Um beijinho, e até já.

AM"

Em resposta a este vídeo:




♡ ♡ ♡ ♡ 

NA: Espero sinceramente que esta venha a ser a hipotética carta da minha filha ao seu pai. Porque esta seria a minha ao meu, que - modéstia à parte - acho que fez um belíssimo trabalho. Não sou perfeita, mas não é por culpa dele. Não sou frágil, e isso é inteiramente graças a ele. 

Nascer mulher, para mim, não foi um perigo. E para ti?

Pensamento do Advento [20]

para aqueles que estão perdidos nas compras de Natal:


sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

(ouvindo no café #15)

[enquanto vivemos em alerta vermelho]
-Nem um Garrett McNamara tinha coragem....







HEart na comunicação social | Diário Insular #3

C. S. Lewis, o grande romancista inglês, disse pertinentemente:
"integrity is doing the right thing even when no one is watching / integridade é fazer as coisas certas mesmo quando ninguém está a ver"
 
Este meu artigo é sobre isso.... Integridade e Coerência:
 
(para ler melhor clique na imagem)

Da série "nomes apropriados"


É mesmo caso para dizer: APRe!


Aumento das pensões é “muito baixo”, diz Associação de Pensionistas e Reformados

Marca n' Agenda Açoriana | Já Hoje

CONCERTO DE NATAL
LIGA PORTUGUESA CONTRA O CANCRO
(porque não é todos os dias que juntamos uma boa causa e o Beethoven!)
 

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Pseudo-tolerância

Li no Delito de Opinião este caso que me impressionou:
escola Matteotti, em Florença, cancelou uma visita de estudo dos alunos do ensino básico daquele estabelecimento a uma exposição de arte sacra nesta cidade intitulada Beleza Divina por "compreensão pelas famílias muçulmanas tendo em conta o tema religioso" desta mostra. Entre os quadros expostos no Palácio Strozzi encontram-se A Crucifixão Branca, de Marc Chagall (o preferido do Papa Francisco), a Pietà, de Van Gogh,  A Crucifixão, de Renato Guttuso, e o Angelus, de Millet, além de telas de Matisse, Munch e Picasso.

Desde quando a educação deve ficar limitada àquilo que já conhecemos ou a que já aderimos? Será que eu não vou a templos budistas se viajar pela Ásia? Será que os chineses não vão à Basílica de São Pedro, quando em Roma? Ai vão sim, que eu bem os vi . E a julgar pelas filas em Florença, não só católicos vão ao Batistério, ao Duomo ou a exposições sacras...

Ainda mais consternação me causa, por se tratarem de obras de artistas de elevados reconhecimento técnico e importância histórica, independentemente das suas crenças e obras. Será impossível enquadrar este tipo de arte sacra com o ensino cultural sobre História ou sobre Arte? Será necessariamente ofensivo? Gostava tanto de ter uma conversa com muçulmanos que me pudessem explicar o seu ponto de vista... 

De tão "tolerantes", acabaremos segregados pelas nossas tradições familiares, isto se as houver sequer. O diálogo entre etnias, crenças e opiniões parece cada vez mais difícil. Triste Europa.


Piazza Duomo, Florença
6 de Dezembro de 2015
(c) HEart Blog

#SomosTodosPessoas

No outro dia, num café, pedi o almoço e a senhora que me atendeu "falava estranho". Mas atendeu-me com tanta simpatia, com tanta simplicidade, que eu nem consegui perceber o que era aquele "estranho" e achei tão natural o facto de ela me falar como qualquer outra pessoa, que era assim que eu lhe respondia também: como qualquer outra pessoa.

E não é isso, o sermos todos pessoas? Porque havia eu de a ter tratado de forma diferente? Não tratei - e ainda bem -, mas secalhar há outras alturas em que trato. Provavelmente sem razão.

Brilhantemente demonstrado no vídeo abaixo.

#SomosTodosPessoas. Respect.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Aceitamos apostas para 2015?

SATA fechou 2014 com prejuízo de 35 milhões de euros
(cuidado com a especulação do mercado: AQUI!)

Dia 8 de Dezembro 2015

Hoje acordei com vontade de escrever sobre o meu dia de ontem.
Porque ontem foi mesmo, mesmo um dia muito especial.
Mas percebi que podia resumir numa só palavra:
A-M-O-R
 
 
 
 
          • Dia da Nossa Mãe, Imaculada Conceição
          • Inicio do Ano Santo da Misericórdia
          • Casou um grande homem que será um grande pai.

Pensamento d'Advento [9]

Enquanto esperamos pelo dia de Natal - dia de celebração, dia de família, dia de aconchego -, podemos fazer o mesmo ir acontecendo na vida dos outros, de quem mais precisa.

Cada vez é mais fácil ajudar.
Deveria ser fácil, ou isso retira o mérito? Não sei, será um rosário para outras contas.

Para já, deixo-vos algumas ideias de como ajudar, em grau ascendente de dificuldade e entrega pessoal!
 Doem mobília, brinquedos, livros, o que seja, ao Banco de Bens Doados. Eles vão buscar a casa, se for preciso.
 Dêm um presente a uma criança através do Pai Natal Solidário dos CTT.
Doem o vosso tempo, bem mais precioso não há!

Um Santo Advento, um Santo Natal.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

O Heart também viaja

 8 de Dezembro 2015 - Dia da Imaculada Conceição
VATICANO




Feliz novo ano da Misericórdia.

Dieta do coração #2: Nuts for nuts*

Boas notícias para os vossos hearts:

 Serão as nozes as melhores amigas do coração? 

Eu adoro. Tenho comido 5-8 metades de noz por dia, secalhar está na altura de aumentar a dose. 
E vocês?


*Doida por nozes. Ok ok, eu sei que temos leitores instruídos, mas pode sempre haver quem não saiba! E este trocadilho never gets old :)

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Pensamento d'Advento [7]

Ontem demos uma cama antiga à nossa empregada (sim, somos privilegiados).

Como ela não tinha como a levar, arranjámos uma carrinha, desmontámos* a cama, carregámos* a cama na carrinha e levámos a carrinha até casa dela.

Quando chegámos a casa dela, levámos* a cama em peças, algumas pelas escadas até ao 7º andar! Lá em cima, montámos* a cama de novo. Fiquei contente porque demos do nosso tempo, fazendo outra pessoa dormir um bocadinho melhor.

*Estas actividades são impróprias para grávidas. A grávida ficou a assistir nestes momentos, enquanto o marido trabalhava no duro. Algo me diz que isto não está muito certo... Mas ainda assim, dei o meu tempo. Acham que vale? [Eu acho que não, mas preciso de apoio emocional. Anyone?] 

Foi mais ou menos assim que me senti (mas mais gorda. E ele a montar uma cama, não a aspirar).

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Tudo bons negócios

E para não dizerem que não somos trendy aqui no estaminé, hoje recomendamos um produto da Zilian (uhhh, marca de blogger a sério, right?)

As sabrinhas matchy-matchy mãe e filha.

Não são um amor?

Se precisam de mais desculpas motivações para comprar, a marca é portuguesa e vende online.

Filha, podes crescer depressa para andarmos assim as duas? Saltavas já aí para os 5 anos, que tal? Calma, estou só a brincar...

Vou ali fritar um ovo e já venho #1

"Perguntaram-me se eu quereria ser operada por um cirurgião que em vez de testado na escola tenha sido feliz na escola. Não tenho nenhuma dúvida; quero que tenha sido feliz"
Catarina Martins 
Porta-voz do Bloco de Esquerda. Deputada. Atriz.
 
 
 
(Pode ler tudo: AQUI porque esta não é a única pérola)

Marca n'Agenda | Feira de Natal AJU 2015

"A Fundação A.J.U. - Jerónimo Usera, é uma IPSS ao serviço das comunidades mais vulneráveis do concelho de Cascais.

Através de um trabalho de proximidade centrado sobre a pessoa humana e a família, a AJU desenvolve acções e projectos que dão respostas concretas aos desafios actuais.

Porque acreditamos que, com a ajuda adequada, cada pessoa pode ser agente da sua própria mudança, trabalhamos em 4 áreas de intervenção – Infância e Juventude, Vida Adulta e Parentalidade, Envelhecimento Activo e Sénior, Integração Social e Comunitária - apoiando cerca de 350 famílias, num total de 900 pessoas."

A feira vai-se realizar este Domingo, dia 6, apartir das 10 da manhã, no Grande Real Villa Itália Hotel (Sala Príncipe de Sabóia) e é uma óptima oportunidade para arranjar presentes para os nossos mais queridos, enquanto ajudamos quem mais precisa.

Podem ver mais detalhes do evento (incluindo as marcas que vão estar presentes com coisas giríssimas) no evento do Facebook.

Apareçam!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

ACM | Sentir orgulho


Porque hoje é dia 3 de Dezembro | Dia Internacional das Pessoas com Deficiência
Eu gosto de sentir orgulho pelo meu país e, pelos portugueses. Nós somos um povo incrível: nunca tivemos medo de enfrentar o desconhecido, somos povo de poetas, de escritores, de artistas e de atletas, temos os melhores do mundo no futebol, a jogar e a treinar… Mas, de quem eu sinto orgulho e, ousou dizer que tenho mesmo vaidade, é dos nossos heróis desconhecidos. Eles são muitos, mas pouco se fala deles nos órgãos de comunicação… são os portugueses que fazem sacrifícios perante uma crise mundial, são as mães de famílias numerosas que acordam cedo e se deitam tarde, são os desempregados que não desistem de procurar trabalho… Enfim, são homens e mulheres cheios de garra!

Eu não estava à espera que a Ana Margarida Filipe fosse conhecida e aclamada por todos nós, até porque vangloriar-se não está no caráter do seu clube ACM e, a Ana Margarida Filipe não é tão conhecida como o Cristiano Ronaldo, mas muito do seu esforço e da sua dedicação não deixam de ser parecidos com os do nosso CR7.

A ACM –Associação Cristã de Mocidade da ilha Terceira – tem feito um trabalho incrível com os seus atletas! É um trabalho silencioso, modesto e muito profissional. Devo confessar que das poucas vezes que vi a treinadora Paula a falar com os seus meninos fiquei dignificada. Percebi que aqui a exigência é acompanhada de um enorme carinho. Por isso, não é de admirar que a Ana Margarida Filipe uma jovem terceirense tenha chegado tão longe.

Sim, sinto orgulho de Portugal quando, no Campeonato Mundial de Atletismo IPC, realizado no Qatar, 5 atletas portugueses ganharam medalhas e, entre eles, uma açoriana com a medalha de bronze no triplo salto. Não deixo de ter pena que este acontecimento tenha passado ao lado da maior parte dos portugueses que, perante outros desportos e outros atletas demonstram um orgulho imenso. Esta medalha de bronze da Ana Margarida Filipe, não só me enche de orgulho como me faz acreditar num país melhor, porque esta medalha demonstra trabalho, dedicação, solidariedade, generosidade, não se limita ao desporto, mas a uma entrega silenciosa de muita gente, que não desiste dos seus só porque são diferentes, até diria especiais.

Quando vi a Ana Margarida Filipe, na televisão, a falar, desde o Qatar, com o nosso sotaque terceirense e a receber a sua medalha, não queria que aquele orgulho que sentia fosse esvaziado, por isso, sem perder tempo, fiz-me sócia da ACM. Era o mínimo que podia fazer por uma associação que ganhou o bronze no Qatar e o ouro no meu coração. E você?
 
Dra. Filomena Santos - Direção do ACM - com a Ana Margarida Filipe na chegada à Ilha Terceira
 

Pensamento d'Advento [3]

O advento é o countdown mais antigo do mundo.



Hoje é assim em jeito de piada... Pensamentos mais profundos virão, não temais!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Vamos conjugar...

Ainda existe boa publicidade (VI)

A marca portuguesa Renova, depois de nos ter surpreendido com as casas de banho mais sexy's do mundo, personalização de guardanapos para os mais diferentes eventos (meu casamento incluído!), ou rolos de papel higiénico para receber o Papa com pompa e circuntância, eis que presenteiam nuestros hermanos desta forma:

"Aproveitando a contagem decrescente para as eleições espanholas, a Renova lançou o "Kit de Higiene Democrática" para "limpar o que for necessário". Há rolos de papel higiénico com cores partidárias."
in Observador

Sou absolutamente fã desta criatividade cheia de humor, inovação e envolvimento com as pessoas. Sou também fã, a nível pessoal, do CEO da Renova, Paulo Pereira da Silva, que já por várias vezes me mostrou como viver a fé no mundo dos negócios.


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Vamos defender os direitos das mulheres (mas a sério!)

Hoje a capa do Jornal Publico trazia a notícia que as mulheres portuguesas que optam por sair do mercado de trabalho, para cuidar dos filhos, perdem grande parte da sua reforma, sendo as mais prejudicadas dos 34 países do OCDE, sim isso mesmo somos o país da OCDE que menos cuida da mulheres que são mães.
A esquerda que necessita de ostentar a unidade, mais aquelas cadeiraszinhas da direita, mostraram a prioridade de defender os direitos das mulheres, muito bem (palmas senhores deputados), prioridade legislativa, mas agora não sei se foi de mostrar a união ou se foi mesmo prioridade nos v-e-r-d-a-d-e-i-r-o-s direitos da mulheres. Parece que a luta é pela liberdade das mulheres, mas só no conceito de liberdade do BE, porque a liberdade da maternidade ou a liberdade de querer cuidar dos filhos continua a ser castradora, antiquada, má, e há que ensinar a essas senhoras que isso não é bom...
Só queria agradecer à minha avó, que por opcção, ficou em casa, criou uma família maravilhosa, ainda cuidou dos netos, sabia fazer o melhor gelado do mundo e apesar da família ser numerosa todos traziam os amigos para jantar na varada pró quintal nas noites de verão!
A noticia, também me fez lembrar do seguinte anuncio - to think seriously -sobre o tema:
 
 

just a moment #1

(Parce que j'aime l'amour, j'aime la liberté et j'aime Paris)
 
(Fotografo desconhecido)

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Toma o todo o meu dinheiro...

 
 

“Este cancro salvou-me a vida”

Numa altura em que Sofia Ribeiro assumiu publicamente querer "seguir o exemplo dos milhares de Mulheres, guerreiras, que conseguiram ganhar ao cancro", a pergunta torna-se inevitável: Afinal, a batalha só é ganha se se sobreviver? Ou a vida pode ser salva de outra forma?
26-11-2015 - Um médico oncologista do hospital hebraico de Montreal recorda a amizade que nasceu com Carla, uma doente, nos meses antes de sua morte. As férias com a comunidade e “o enamoramento” que a fez sentir-se mais viva que nunca
Pode um homem nascer de novo sendo velho? Estarei para sempre agradecido pela possibilidade de lembrar a minha amizade com a Carla, que me põe em condições de responder a essa pergunta. Eu sou médico oncologista no hospital hebraico de Montreal e conheci a Carla há dois anos, quando lhe foi diagnosticado um cancro da mama em estado avançado.

(...) Ela tinha criado uma espécie de carapaça, dedicando muito do seu tempo ao trabalho numa instituição de Protecção da Infância num cargo de responsabilidade e enfrentando muitos casos difíceis. Nunca tinha casado e estava acostumada a dar ordens e a ter o comando. Mas é um grande problema quando se tem um diagnóstico de cancro em estado avançado, porque isso despedaça completamente a sensação de teres o controlo das coisas e te obriga a cuidar de ti próprio em e não dos outros, fazendo-te sentir de certo modo mais vulnerável.

(...) Era evidente que ela estava a lutar contra a sensação de não ter o controlo e ia aos poucos aceitando os seus novos limites físicos. Além dos sintomas do cancro e dos efeitos secundários das terapias, discutíamos muitas vezes sobre a liberdade e a dependência, sobre aceitar o facto de termos sido amados primeiro e sobre o reconhecimento da presença de Deus em cada circunstância. As perguntas dela eram as mesmas que eu tinha e eu não podia mentir. Conversando sobre o seu trabalho na Protecção da Infância, eu falei-lhe nos dois irmãozinhos que adoptei. Perante aquelas perguntas eu só podia falar da minha experiência e dos meus amigos: os mesmos amigos que ela conheceu pela primeira vez no nosso concerto de Natal, no qual participou com a sua irmã e familiares.

Lentamente o rosto dela começou a mudar, assim como a sua atitude. Livre. Com a liberdade que vem duma gratidão. O ponto de não retorno para ela foram as férias com os adultos e as famílias de CL, em que ela participou com a sua bengala e uma grande curiosidade. É difícil descrever o que lhe aconteceu lá a não ser com o termo “enamoramento”. Na volta das férias ela começou a ler e a informar-se sobre o Movimento e a perguntar à Paula sobre a nossa história e a nossa amizade. A par da beleza que ela tinha visto, aquilo que tinha conquistado a Carla era o facto de que a sua liberdade era continuamente provocada e jamais forçada. Quando a irmã dela lhe começou a fazer perguntas, mostrando uma certa curiosidade pelo Movimento, a Carla disse: “Eu nunca vi nada parecido. Nas férias eu chorava todos os dias no meu quarto, de tal maneira me sentia arrebatada por tudo aquilo... Não tenho certeza de que estejas realmente pronta para isso!”... Não era exatamente o “Vinde e vede” do Evangelho, mas felizmente isso não desencorajou a irmã de Carla, que em Setembro começou a frequentar a Escola de Comunidade com ela.

(...) Poucas semanas antes de morrer, Carla teve a possibilidade de participar num casamento, acompanhada por um amigo da comunidade. À mesa, radiosa com a sua peruca, que ela na realidade odiava, tinha começado a contar a todos os seus velhos amigos – entre os quais muitos judeus – o seu encontro com o Movimento. “Este cancro salvou-me a vida. Digo realmente. Não sou ingénua, sei muito bem que vou morrer em breve, mas nunca estive tão viva. Vocês também precisam de ver o que eu vi, nunca vi nada parecido”.
Podem ler este fortíssimo testemunho na íntegra aqui.