De facto a herança profunda que uma avó pode deixar tem um valor incalculável.
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quarta-feira, 26 de julho de 2017
quarta-feira, 17 de maio de 2017
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Não perca a união das duas entidades que mais chateiam a "caridadezinha" da esquerda:
McDonald's & Papa
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quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Misericórdia.
Talvez seja o desafio mais difícil do ser humano, mas é aquele que o aproxime mais de Deus: a Misericórdia: um amor tão profundo, uma compaixão integra, sem egoísmo, generoso, sem receber nada em troca, grande e completo.
O mundo não acredita na Misericórdia, por isso mais do que nunca o mundo necessitou tanto da Misericordiosa.
Neste domingo, dia 20 dia do Cristo Rei, acaba o Jubileu do Ano Santo da Misericórdia, decretado pelo Papa Francisco.
Faltam 4 dias, mas durante 4 dias ainda se pode fazer muitas coisas... fica aqui a sugestão:
As obras de Misericórdias são \\14// (\\7// Espirituais e \\7// Corporais) _______________________________________________________
Obras de misericórdia corporais:
1) Dar de comer a quem tem fome
2) Dar de beber a quem tem sede
3) Vestir os nus
4) Dar pousada aos peregrinos
5) Visitar os enfermos
6) Visitar os presos
7) Enterrar os mortos
1) Dar de comer a quem tem fome
2) Dar de beber a quem tem sede
3) Vestir os nus
4) Dar pousada aos peregrinos
5) Visitar os enfermos
6) Visitar os presos
7) Enterrar os mortos
Obras de misericórdia espirituais:
1) Dar bons conselhos
2) Ensinar os ignorantes
3) Corrigir os que erram
4) Consolar os tristes
5) Perdoar as injúrias
6) Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo
7) Rezar a Deus por vivos e defuntos.
1) Dar bons conselhos
2) Ensinar os ignorantes
3) Corrigir os que erram
4) Consolar os tristes
5) Perdoar as injúrias
6) Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo
7) Rezar a Deus por vivos e defuntos.
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(imagem tirada d'aqui)
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Quando os Apóstolos atiram as "redes" ao "mar"
Zuckerber esteve hoje no Vaticano com o Papa Francisco (pela primeira vez vejo o fundador do Facebook com fato e gravata, sem aquele conjunto (t-shirt e calças de ganga) que são a sua marca), O que será que o Papa Francisco possa ter dito ao Mark.....
Por outro lado podemos ler as bonitas palavras do fundador do Facebook, na sua página do Facebook, sobre a visita ao Santo Padre:
Por outro lado podemos ler as bonitas palavras do fundador do Facebook, na sua página do Facebook, sobre a visita ao Santo Padre:
Priscilla and I had the honor of meeting Pope Francis at the Vatican. We told him how much we admire his message of mercy and tenderness, and how he's found new ways to communicate with people of every faith around the world.
We also discussed the importance of connecting people, especially in parts of the world without internet access. We gave him a model of Aquila, our solar-powered aircraft that will beam internet connectivity to places that don't have it. And we shared our work with the Chan Zuckerberg Initiative to help people around the world.
It was a meeting we'll never forget. You can feel his warmth and kindness, and how deeply he cares about helping people.
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
Porque hoje é dia 26 de Agosto | dia de Częstochowa
"Em Caná, como aqui em Jasna Góra, Maria oferece-nos a sua proximidade e ajuda-nos a descobrir o que falta à plenitude da vida. Hoje, como então, fá-lo com solicitude de Mãe, com a presença e o bom conselho, ensinando-nos a evitar arbítrios e murmurações nas nossas comunidades."
Homilia do Papa Francisco na Santa Missa por ocasião do 1050º aniversário do Batismo da Polônia, no Santuário de Częstochowa.
Jornadas Mundiais da Juventude
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
A importância do olhar
(as JMJ acabaram ontem, foram dias incríveis, vai haver um post no blog sobre essa semana!)
Estava a ler as notícias, quando me deparo com a resposta do Papa Francisco sobre a sua (mediatizada) queda, a simplicidade do nosso Papa:
Lembrei-me como também se pode amar com um olhar.
Basta olhar com aqueles olhos, os olhos que veem para além do olhar, os olhos que mergulham, que invadem a alma os olhos de quem se dá.
Foi com esta resposta do Papa que cheguei a este texto:
"O olhar não é somente um ato físico; é uma ação humana, que expressa as disposições do coração. S. Josemaria encorajava a contemplar os outros com as pupilas dilatadas pelo amor, porque saber olhar é saber amar. "
Papa Francisco aos noivos
(Perdoem-me eu sei que o texto está em espanhol, mas é muito fácil de ler)
As incríveis palavras do Papa Francisco aos jovens recém casados, mais uma vez este Papa toca-nos na ferida e no coração!
#ObrigadaPapaXico
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“Nunca terminen el día sin hacer la paz. ¿Y saben por qué? Porque la guerra fría al otro día es muy peligrosa”, dijo el Papa Francisco a los jóvenes recién casados que participan en la JMJ 2016 en Cracovia.
Este jueves 28 de julio, en la noche, el Pontífice se asomó a la ventana papal para saludar a la multitud reunida en la plaza enfrente de la residencia de los Obispos de Cracovia en el marco de su segundo día en Polonia.
“Estos son los que tienen coraje”, dijo el Papa Francisco en referencia a las parejas que optan por el sacramento del matrimonio.
“No es fácil formar una familia…no es fácil comprometer la vida para siempre. Hay que tener coraje y los felicito porque ustedes tienen coraje”, dijo a las parejas de recién casados reunidas debajo del balcón.
¿Cómo superar las dificultades en la familia?, cuestionó el Papa. “Sugiero que practiquen siempre tres palabras que expresan tres actitudes: Permiso, gracias y perdón”, explicó al mismo tiempo que admitió que el matrimonio es frágil y hay que cuidarlo porque “es para siempre”.
Permiso
“Siempre preguntar al cónyuge […]: ¿Te parece que hagamos esto? Nunca atropellar”.
Gracias
“Ser agradecidos…¿Cuántas veces el marido le tiene que decir a la mujer: gracias” y viceversa para la mujer. “Agradecerse mutuamente”, sostuvo.
“El sacramento del matrimonio se lo confieren los esposos, el uno al otro”, añadió. Una “relación sacramental que se mantiene con este sentimiento de gratitud”.
Perdón
“Es una palabra muy difícil de pronunciar. En el matrimonio, siempre, el marido o la mujer, tienen alguna equivocación. Hay que saber reconocerla y pedir perdón hace mucho bien”, abundó.
El discurso lo dirigió a las parejas, a los recién casados y los matrimonios. Los presentes repitieron las tres palabras (permiso, gracias y perdón) del Papa en español.
“Es habitual y sucede que el esposo y la esposa discutan, alcen la voz, se peleen. Y a veces vuelen los platos”, dijo entre las risas de los presentes.
“No se asusten cuando sucede esto. Les doy un consejo: Nunca terminen el día sin hacer la paz. ¿Y saben por qué? Porque la guerra fría al otro día es muy peligrosa”, explicó.
“¿Cómo hacer la paz? “No hacen falta discursos, basta un gesto” dijo y luego se toca la mejilla. “Con un gesto se hace la paz”.
Por último, el Papa Francisco pidió a la multitud rezar un Ave María por los matrimonios del mundo. Luego, se despidió: “Recen por mí, pero en serio…”
(Directamente d'AQUI: ALETEIA)
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quarta-feira, 2 de março de 2016
Quo Vadis?
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| A noite de anos acabou aqui, no Coração de Roma e do Mundo |
Voltei!
Voltei mais velha, voltei mais rica, voltei mais feliz, voltei mais gorda!
Foi sem duvida uma grande oportunidade passar uma viragem de uma década numa cidade maravilhosa, incrivelmente bonita: R O M A!
Papa, fé, arte, pizzas, massa e gelados o aniversário não podia ser melhor. Neste Ano Santo do Jubileu da Misericórdia - manda a tradição nos Anos Santos irmos a Roma, tal como os meus antepassados foram eu também fui!
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| ...e de repente ali estava ele, o Caravaggio |
Como é bom celebrar com aqueles mais amamos ao lado de um Caravaggio, é impossível não ficarmos emocionadas ao ver a "Vocação de São Mateus" (imagem#2), a sensibilidade de Caravaggio é para mim uma das formas mais vigoroso de Deus mostrar a sua Misericórdia, utilizou-se daquele instrumento inútil e arrogante para revelar o melhor da Arte Sacra.
Em Roma a arte não é só arte, é vida, é fé, é amor e é muita paixão.
Como é bom poder estar ao lado de Francisco, o nosso Papa, ver a sua humildade, contagiar-se pela sua esperança, enquanto ele gritava na audiência: "O Amor de Deus é maior do que qualquer pecado!"
Nenhum chef de cozinha atinge a combinação de uma Pizza al Metro, de melanzana, acompanhado com uma Birra Moretti, enquanto comemos sentadas nas laterais da Cidade do Vaticano.
Bolo de anos: o melhor gelado do mundo, a trufa de chocolate do Tre Scalini, saboreado na Piazza Navonna ao lado de uma mais bela escultura de Bernini!
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| Esta luz, a Tua Luz |
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| Em cada esquina um pormenor |
Roma como eu gosto de ti.
Tudo em ti transpira paixão, não existe meios termos, tudo é vivido com intensidade, não existe hipocrisia e é isso que eu desejo para a minha nova década.
Tudo em ti é especial, os pormenores nas paredes mais gastas e mais velhas da Europa, a cor, o cheiro e a luz.
Berço de artistas, coração da minha fé. Roma!
Tenores da Córsega cantam ao Papa
um hino à Nossa Senhora
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
"A nossa misericórdia tem que exceder sempre o nosso juízo"
Excelente artigo de Laurinda Alves no Observador.
Francisco e o lenço branco pendurado na macieira
Tornemos estas interpelações nossas:
♥ Perdoo quando e quanto devo? Ou mantenho-me firme e irredutivel no meu orgulho, certo de que ter razão será o meu consolo?
♥ Peço perdão quando sei que magoei alguém ou que procedi de forma incorrecta? Sei reconhecer os meus erros humildemente?
♥ Aconselho os outros a pedir perdão e a perdoarem? Ou encorajo-os a preservar rancores?
Se nesta Quaresma não nos dispusémos a nada mais, não é tarde para tentarmos pôr em prática os conselhos do Papa e rodearmo-nos de lenços brancos erguidos. E se falharmos uma vez, voltaremos a tentar. Não é isso a reconciliação misericordiosa?
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Começa a Quaresma
Tempo de espera. Tempo de conversão. Tempo de misericórdia.
Estamos preparados? Possivelmente não, por isso preparemo-nos. Aconselha-se a leitura da mensagem do Papa.
MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2016
«“Prefiro a misericórdia ao sacrifício” (Mt 9, 13).
As obras de misericórdia no caminho jubilar»
As obras de misericórdia no caminho jubilar»
1. Maria, ícone duma Igreja que evangeliza porque evangelizada
Na Bula de proclamação do Jubileu, fiz o convite para que «a Quaresma deste Ano Jubilar seja vivida mais intensamente como tempo forte para celebrar e experimentar a misericórdia de Deus» (Misericordiӕ Vultus, 17). Com o apelo à escuta da Palavra de Deus e à iniciativa «24 horas para o Senhor», quis sublinhar a primazia da escuta orante da Palavra, especialmente a palavra profética. Com efeito, a misericórdia de Deus é um anúncio ao mundo; mas cada cristão é chamado a fazer pessoalmente experiência de tal anúncio. Por isso, no tempo da Quaresma, enviarei os Missionários da Misericórdia a fim de serem, para todos, um sinal concreto da proximidade e do perdão de Deus.
Maria, por ter acolhido a Boa Notícia que Lhe fora dada pelo arcanjo Gabriel, canta profeticamente, no Magnificat, a misericórdia com que Deus A predestinou. Deste modo a Virgem de Nazaré, prometida esposa de José, torna-se o ícone perfeito da Igreja que evangeliza porque foi e continua a ser evangelizada por obra do Espírito Santo, que fecundou o seu ventre virginal. Com efeito, na tradição profética, a misericórdia aparece estreitamente ligada – mesmo etimologicamente – com as vísceras maternas (rahamim) e com uma bondade generosa, fiel e compassiva (hesed) que se vive no âmbito das relações conjugais e parentais.
2. A aliança de Deus com os homens: uma história de misericórdia
O mistério da misericórdia divina desvenda-se no decurso da história da aliança entre Deus e o seu povo Israel. Na realidade, Deus mostra-Se sempre rico de misericórdia, pronto em qualquer circunstância a derramar sobre o seu povo uma ternura e uma compaixão viscerais, sobretudo nos momentos mais dramáticos quando a infidelidade quebra o vínculo do Pacto e se requer que a aliança seja ratificada de maneira mais estável na justiça e na verdade. Encontramo-nos aqui perante um verdadeiro e próprio drama de amor, no qual Deus desempenha o papel de pai e marido traído, enquanto Israel desempenha o de filho/filha e esposa infiéis. São precisamente as imagens familiares – como no caso de Oseias (cf. Os 1-2) – que melhor exprimem até que ponto Deus quer ligar-Se ao seu povo.
Este drama de amor alcança o seu ápice no Filho feito homem. N’Ele, Deus derrama a sua misericórdia sem limites até ao ponto de fazer d’Ele a Misericórdia encarnada (cf Misericordiӕ Vultus, 8). Na realidade, Jesus de Nazaré enquanto homem é, para todos os efeitos, filho de Israel. E é-o ao ponto de encarnar aquela escuta perfeita de Deus que se exige a cada judeu pelo Shemà, fulcro ainda hoje da aliança de Deus com Israel: «Escuta, Israel! O Senhor é nosso Deus; o Senhor é único! Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças» (Dt 6, 4-5). O Filho de Deus é o Esposo que tudo faz para ganhar o amor da sua Esposa, à qual O liga o seu amor incondicional que se torna visível nas núpcias eternas com ela.
Este é o coração pulsante do querigma apostólico, no qual ocupa um lugar central e fundamental a misericórdia divina. Nele sobressai «a beleza do amor salvífico de Deus manifestado em Jesus Cristo morto e ressuscitado» (Evangelii gaudium, 36), aquele primeiro anúncio que «sempre se tem de voltar a ouvir de diferentes maneiras e aquele que sempre se tem de voltar a anunciar, duma forma ou doutra, durante a catequese» (Ibid., 164). Então a Misericórdia «exprime o comportamento de Deus para com o pecador, oferecendo-lhe uma nova possibilidade de se arrepender, converter e acreditar» (Misericordiӕ Vultus, 21), restabelecendo precisamente assim a relação com Ele. E, em Jesus crucificado, Deus chega ao ponto de querer alcançar o pecador no seu afastamento mais extremo, precisamente lá onde ele se perdeu e afastou d'Ele. E faz isto na esperança de assim poder finalmente comover o coração endurecido da sua Esposa.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Pseudo-tolerância
Li no Delito de Opinião este caso que me impressionou:
Desde quando a educação deve ficar limitada àquilo que já conhecemos ou a que já aderimos? Será que eu não vou a templos budistas se viajar pela Ásia? Será que os chineses não vão à Basílica de São Pedro, quando em Roma? Ai vão sim, que eu bem os vi lá. E a julgar pelas filas em Florença, não só católicos vão ao Batistério, ao Duomo ou a exposições sacras...
Ainda mais consternação me causa, por se tratarem de obras de artistas de elevados reconhecimento técnico e importância histórica, independentemente das suas crenças e obras. Será impossível enquadrar este tipo de arte sacra com o ensino cultural sobre História ou sobre Arte? Será necessariamente ofensivo? Gostava tanto de ter uma conversa com muçulmanos que me pudessem explicar o seu ponto de vista...
De tão "tolerantes", acabaremos segregados pelas nossas tradições familiares, isto se as houver sequer. O diálogo entre etnias, crenças e opiniões parece cada vez mais difícil. Triste Europa.
A escola Matteotti, em Florença, cancelou uma visita de estudo dos alunos do ensino básico daquele estabelecimento a uma exposição de arte sacra nesta cidade intitulada Beleza Divina por "compreensão pelas famílias muçulmanas tendo em conta o tema religioso" desta mostra. Entre os quadros expostos no Palácio Strozzi encontram-se A Crucifixão Branca, de Marc Chagall (o preferido do Papa Francisco), a Pietà, de Van Gogh, A Crucifixão, de Renato Guttuso, e o Angelus, de Millet, além de telas de Matisse, Munch e Picasso.
Desde quando a educação deve ficar limitada àquilo que já conhecemos ou a que já aderimos? Será que eu não vou a templos budistas se viajar pela Ásia? Será que os chineses não vão à Basílica de São Pedro, quando em Roma? Ai vão sim, que eu bem os vi lá. E a julgar pelas filas em Florença, não só católicos vão ao Batistério, ao Duomo ou a exposições sacras...
Ainda mais consternação me causa, por se tratarem de obras de artistas de elevados reconhecimento técnico e importância histórica, independentemente das suas crenças e obras. Será impossível enquadrar este tipo de arte sacra com o ensino cultural sobre História ou sobre Arte? Será necessariamente ofensivo? Gostava tanto de ter uma conversa com muçulmanos que me pudessem explicar o seu ponto de vista...
De tão "tolerantes", acabaremos segregados pelas nossas tradições familiares, isto se as houver sequer. O diálogo entre etnias, crenças e opiniões parece cada vez mais difícil. Triste Europa.
Piazza Duomo, Florença
6 de Dezembro de 2015
(c) HEart Blog
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terça-feira, 8 de dezembro de 2015
O Heart também viaja
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
PAPA FRANCISCO e o CASAMENTO | É Possivel
"(...) É importante perguntar se é possível amar “para sempre”. Hoje, muitas pessoas têm medo de fazer escolhas definitivas, para toda a vida, parece impossível. Hoje, tudo muda rapidamente, nada dura muito tempo. Essa mentalidade leva muitos, noivos a dizer: “estamos juntos enquanto durar o amor.” Mas o que entendemos por “amor”? Apenas um sentimento, uma condição psicofísica? Certo, se é isso, então os noivos não podem construir algo sólido.
Mas se o amor é uma relação, então é uma realidade que cresce, nós podemos ter como exemplo o modo como é construída uma casa. Uma casa constrói-se em conjunto, e não sozinhos! Construir aqui significa favorecer e ajudar o crescimento. Caros noivos, vocês estão numa preparação para crescerem juntos, para construírem esta casa, para viverem juntos para sempre. Não queiram fundá-la sobre a areia dos sentimentos que vêm e vão, mas sobre a rocha do amor verdadeiro, o amor que vem de Deus.
A família nasce desse projeto de amor que quer crescer como se constrói uma casa, que seja lugar de afecto, ajuda, esperança e apoio. Como o amor de Deus é estável e para sempre, assim também o amor que funda a família queremos que seja estável e para sempre. Não devemos deixar-nos vencer pela “cultura do provisório”! (...)"
Diálogo do Papa Francisco com os Noivos, Praça de São Pedro 14 Fevereiro 2014
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
#HEartYourFamily
Porque ontem não foi só dia de eleições. Para os mais distraídos, ontem começou a IIª parte do Sínodo dos Bispos sobre a Família. Ou seja o Papa Francisco convidou toda a Igreja, ou melhor, todo o mundo a pensar na Família.
Nós no Blog HEart acompanhamos à distância, mas acompanhamos. Iniciamos também uma rubrica sobre a Família:
#HEartYourFamily
Haverá algumas surpresas no Blog. Não nos deixe de acompanhar e de participar.
Pequena, grande, de sangue, espiritual, amarela, longe, distante, perto, em casa, biológica ou adoptada...Porque toda a gente tem uma família.
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Tecnologia & Família
5 conselhos do Papa sobre internet e televisão
1. Deitar livros fora, mudar de canal. “Na época da imagem há que fazer o que se fazia na época dos livros: escolher o que me faz bem". Por isso, “há que saber escolher os programas, e esta é uma responsabilidade nossa. Se vejo que um programa não é bom para mim, que deita por terra os valores, que me torna vulgar, ou que contém cenas desonestas, tenho que mudar de canal. Como se fazia na minha época 'da lousa': quando um livro era bom, lia-se; quando um livro fazia mal, deitava-se fora".
2. Fugir de ser escravos do computador. Cuidado com “a fantasia má, a fantasia que mata a alma. Se tu, que és jovem, vives ligado ao computador e te convertes num escravo do computador, perdes a liberdade. E se procuras no computador programas desonestos, perdes a dignidade". Tanto na televisão como na internet “há coisas sujas, que vão da pornografia à semi-pornografia".
3. Não à televisão-lixo. Atenção também “aos programas vazios, sem valores; por exemplo, programas relativistas, hedonistas, consumistas, que fomentam todas essas coisas. Nós sabemos que o consumismo é um cancro da sociedade. Falarei disso na próxima Encíclica, que sairá este mês".
4. Computadores e televisões, num lugar comum da casa. “Há pais muito preocupados que não permitem que haja computadores nos quartos das crianças; os computadores devem estar num lugar comum da casa. Estas são pequenas ajudas que os pais encontram" para evitar que os filhos se exponham a todo este tipo de material.
5. Não comer em família com o telemóvel. “Estar demasiado apegado a computadores, telemóveis, etc. faz mal à alma e retira a liberdade: faz-te escravo desses meios. É curioso, em muitas famílias os pais e as mães dizem-me: estamos à mesa com os filhos e eles, com o telemóvel, estão noutro mundo".
* * *
“É verdade que a linguagem virtual é uma realidade que não podemos negar; devemos levá-la pelo bom caminho, porque é um progresso da humanidade. Mas quando nos leva para fora da vida em comum, da vida familiar, da vida social e também do desporto, da arte... e ficamos presos ao computador, isso é uma patologia".
tirado D'AQUI
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Porque hoje é o dia do CORAÇÃO
Hoje é o nosso dia: Dia do Coração! Dia do HEart!
(Estamos em festa!)
Também é o dia dos namorados no Brasil!
(hoje festeja-se o dia do Sagrado Coração de Jesus por isso é o dia dos namorados no Brasil e assim o dia do Coração)
Aqui fica uma Mensagem para os nossos leitores brasileiros e também para os nossos leitores apaixonados:
10 frases do Papa para os namorados:
(com sotaque brasileiro)
1."O verdadeiro amor é amar e deixar-se amar" (Encontro com os jovens, Manila, 18 de janeiro de 2015).
2."O amor abre-te às surpresas, o amor é sempre uma surpresa, porque supõe um diálogo entre dois: entre o que ama e o que é amado. E de Deus dizemos que é o Deus das surpresas, porque Ele nos amou sempre primeiro e espera-nos com uma surpresa" (Encontro com os jovens, Manila, 18 de janeiro de 2015).
3."Peçamos ao Senhor que nos faça entender a lei do amor. Que bom é ter esta lei! Quanto bem nos faz amarmo-nos uns aos outros contra tudo!" (Encíclica Evangelii Gaudium).
4."Para levar a diante uma família é necessário usar três palavras. Quero repeti-lo, três palavras: 'por favor', 'muito obrigado' e 'desculpa'." (Palavras às famílias durante a peregrinação à tumba de São Pedro, 26 de outubro de 2013).
5."O verdadeiro amor leva-te a queimar a vida, mesmo com o risco de ficares com as mãos vazias. Pensemos em São Francisco: deixou tudo, morreu com as mãos vazias, mas com o coração cheio" (Encontro com os jovens, Manila, 18 de janeiro de 2015).
6."O segredo é que o amor é mais forte do que o momento em que se discute, e por isso aconselho aos esposos: não terminem o dia em que discutiram sem fazer as pazes, sempre" (Audiência Geral na Praça de São Pedro, quarta-feira, 2 de abril de 2014).
7."Quantas dificuldades na vida do casal se solucionam se arranjamos um espaço para o sonho. Se nos detemos e pensamos no cônjuge, na cônjuge. E sonhamos com as bondades que tem, as coisas boas que tem. Por isso é muito importante recuperar o amor através do entusiasmo de todos os dias. Nunca deixem de ser namorados!" (Encontro com as famílias, Manila, 16 de janeiro de 2015).
8."No Pai-nosso dizemos: 'O pão nosso de cada dia nos dai hoje'. Os esposos podem rezar assim: 'Senhor, o amor de cada dia nos dai hoje... ensina-nos a amar-nos'" (Praça de São Pedro, 14 de fevereiro de 2014).
9." De todas as coisas aquilo que mais pesa é a falta de amor. Pesa não receber um sorriso, não ser recebidos. Pesam certos silêncios. Às vezes, também em família, entre marido e mulher, entre pais e filhos, entre irmãos. Sem amor, o esforço torna-se mais pesado, intolerável" (Palavras às famílias durante a peregrinação à tumba de São Pedro, 26 de outubro de 2013).
10."A verdadeira alegria vem da harmonia profunda entre as pessoas, que todos experimentam no seu coração e que nos faz sentir a beleza de estar juntos, de se apoiar mutuamente no caminho da vida" (Santa Missa de encerramento da peregrinação das famílias a Roma, 27 de outubro de 2013).
Tirado D'AQUI
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Porque hoje é o dia Internacional da Família | 10 reflexões do Papa Francisco
1. “É na família onde aprendemos a abrir-nos aos outros, a
crescer em liberdade e em paz." Audiência Geral, 18 de fevereiro de 2015
crescer em liberdade e em paz." Audiência Geral, 18 de fevereiro de 2015
2. “E esta é a grande missão da família: arranjar lugar para
Jesus que vem, receber Jesus na família, na pessoa dos filhos, do marido, da
esposa, dos avós, porque Jesus está aí." Audiência Geral, 17 de dezembro de 2014
3. “Sim, ser mãe não significa só trazer um filho ao mundo, mas é também uma opção de vida: o que é que uma mãe escolhe? Qual é a opção de vida de uma mãe? A opção de vida de uma mãe é a opção de dar vida. E isto é grande, isto é belo." Audiência Geral, 7 de janeiro de 2015.
4. “As mães são o antídoto mais forte contra a difusão do individualismo egoísta. "Indivíduo" quer dizer "que não pode ser dividido". As mães, pelo contrário, "dividem-se", a partir do momento em que acolhem um filho para o dar ao mundo e fazê-lo crescer". Audiência Geral, 7 de janeiro de 2015.
5. “Para ser um bom pai, o mais importante é estar presente na família, partilhar as alegrias e as penas com a mulher, acompanhar os filhos à medida que vão crescendo." Audiência Geral, 4 de fevereiro de 2015.
6. “O pai procura ensinar ao filho aquilo que ele ainda não sabe, corrigir os erros que ainda não vê, orientar o seu coração, protegê-lo no desânimo e na dificuldade. Tudo isso com proximidade, com doçura e com uma firmeza que não humilhe." Audiência Geral. 4 de fevereiro de 2015.
7. “Ser filhos permite-nos descobrir a dimensão gratuita do amor, de ser amados antes de nada ter feito para o merecer, antes de saber falar ou pensar e, mesmo, antes de vir ao mundo. É uma experiência fundamental para conhecer o amor de Deus." Audiência Geral, 10 de fevereiro de 2015.
8. “Uma sociedade que descarta os seus idosos é uma sociedade sem dignidade, perde as suas raízes e vigor; uma sociedade que não se rodeia de filhos, que os considera um problema, um peso, não tem futuro." Audiência Geral, 10 de fevereiro de 2015.
9. “Que belo é o alento que o idoso consegue transmitir ao jovem em busca do sentido da fé e da vida! É verdadeiramente a missão dos avós, a vocação dos idosos. As palavras dos avós têm algo de especial para os jovens. E eles sabem-no." Audiência General, 11 de março de 2015.
10. “As crianças recordam-nos outra coisa bela; recordam-nos que somos sempre filhos. Mesmo se nos convertemos em adultos ou idosos, mesmo se nos convertemos em pais, se ocupamos um lugar de responsabilidade, por baixo de tudo isso permanece a identidade de filho. Todos somos filhos. E isso reconduz-nos sempre ao facto de que a vida não fomos nós que a demos a nós próprios, mas que a recebemos." Audiência General, 18 de março de 2015.
(Imagens e texto D'AQUI)
sexta-feira, 24 de abril de 2015
MARCA N'AGENDA: #somostodospessoas
Portugal está solidário com as vítimas e com todos os que se vêem forçados a partir das suas terras em busca de uma vida melhor. Este Domingo, vista uma peça de roupa branca, coloque um lenço branco à janela, faça um minuto de silêncio. E reze por todos os que esperam sobreviver nessa busca de uma vida mais digna: Homens, mulheres, crianças…
O Mediterrâneo não pode ser um mar de indiferença!As notícias dos últimos dias falam da morte de quem procura apenas uma vida melhor! Consternação e indignação é o sentimento que une várias organizações da Igreja Católica numa manifestação de solidariedade e de alerta para a atual situação de muitos migrantes que têm sido ultrajados na sua dignidade humana ao tentarem atravessar fronteiras à procura das mais básicas condições para a sua sobrevivência.
A Igreja Católica pede mais atenção para com as vítimas da imigração forçada. Porque acima das leis, para além das responsabilidades políticas, há vidas. Associe-se ao movimento “Somos todos pessoas”. Este Domingo… Contamos consigo!
Este ano, mais de 1500 pessoas morreram no Mar Mediterrâneo, um número 50 vezes superior ao de 2014. Os acontecimentos dos últimos dias, nomeadamente a morte de mais de 700 pessoas que se viram trancadas no porão do navio, e muitos outros já vividos não só no nesta região mas também noutros lugares onde a imigração é considerada irregular face às leis humanas vigentes, obrigam-nos a não ficar calados, sob pena de sermos cúmplices de um verdadeiro massacre que deveria envergonhar o mundo, particularmente os que têm responsabilidades políticas.
Agência Ecclesia, Cáritas Portuguesa, Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP), Comissão Nacional Justiça e Paz, Comissão Nacional Justiça, Paz e Ecologia dos Religiosos, Departamento Nacional da Pastoral Juvenil, Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, Obra Católica Portuguesa de Migrações, Rádio Renascença , Serviço Jesuíta aos Refugiados e Sociedade de São Vicente de Paulo apelam a todos os portugueses para que, no próximo Domingo, dia 26 de abril, coloquem nas suas janelas um pano branco ou usem uma peça de roupa branca e se unam, em oração ou num minuto de silêncio, aos milhares de pessoas que se sentem solidárias com todos os que buscam uma vida melhor para si e para as suas famílias e partem diariamente das suas terras na procura legítima de melhores condições de vida.
Em todas as eucaristias celebradas no próximo domingo, será incluída uma prece no momento da Oração dos Fiéis, rogando a Deus que nos ajude a construir “uma só família humana”.
As organizações da Igreja Católica, com o apoio da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, lembram que todas estas pessoas “são pessoas como nós que se vêm obrigadas a fugir do seu país porque vivem situações que ferem gravemente a sua dignidade e colocam em risco a sua sobrevivência e das suas famílias”.
O Mediterrâneo não pode ser um mar de indiferença!As notícias dos últimos dias falam da morte de quem procura apenas uma vida melhor! Consternação e indignação é o sentimento que une várias organizações da Igreja Católica numa manifestação de solidariedade e de alerta para a atual situação de muitos migrantes que têm sido ultrajados na sua dignidade humana ao tentarem atravessar fronteiras à procura das mais básicas condições para a sua sobrevivência.
A Igreja Católica pede mais atenção para com as vítimas da imigração forçada. Porque acima das leis, para além das responsabilidades políticas, há vidas. Associe-se ao movimento “Somos todos pessoas”. Este Domingo… Contamos consigo!
Este ano, mais de 1500 pessoas morreram no Mar Mediterrâneo, um número 50 vezes superior ao de 2014. Os acontecimentos dos últimos dias, nomeadamente a morte de mais de 700 pessoas que se viram trancadas no porão do navio, e muitos outros já vividos não só no nesta região mas também noutros lugares onde a imigração é considerada irregular face às leis humanas vigentes, obrigam-nos a não ficar calados, sob pena de sermos cúmplices de um verdadeiro massacre que deveria envergonhar o mundo, particularmente os que têm responsabilidades políticas.
Agência Ecclesia, Cáritas Portuguesa, Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP), Comissão Nacional Justiça e Paz, Comissão Nacional Justiça, Paz e Ecologia dos Religiosos, Departamento Nacional da Pastoral Juvenil, Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, Obra Católica Portuguesa de Migrações, Rádio Renascença , Serviço Jesuíta aos Refugiados e Sociedade de São Vicente de Paulo apelam a todos os portugueses para que, no próximo Domingo, dia 26 de abril, coloquem nas suas janelas um pano branco ou usem uma peça de roupa branca e se unam, em oração ou num minuto de silêncio, aos milhares de pessoas que se sentem solidárias com todos os que buscam uma vida melhor para si e para as suas famílias e partem diariamente das suas terras na procura legítima de melhores condições de vida.
Em todas as eucaristias celebradas no próximo domingo, será incluída uma prece no momento da Oração dos Fiéis, rogando a Deus que nos ajude a construir “uma só família humana”.
As organizações da Igreja Católica, com o apoio da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, lembram que todas estas pessoas “são pessoas como nós que se vêm obrigadas a fugir do seu país porque vivem situações que ferem gravemente a sua dignidade e colocam em risco a sua sobrevivência e das suas famílias”.
Acreditamos que a União Europeia pode e deve fazer mais por cada uma destas pessoas, nomeadamente, olhando de forma diferente para os seus países de origem. As organizações da Igreja Católica pedem medidas que ultrapassem a excessiva preocupação securitária e de controlo de fronteiras e que se pensem alternativas de maior humanização.
Um gesto tão simples como este que agora se propõe é uma manifestação de indignação e, para além disso, deverá ser entendido como uma adesão pessoal e institucional à realidade vivida nas periferias e o inconformismo com uma cultura do descartável.
“São homens e mulheres como nós, irmãos que procuram uma vida melhor, famintos, perseguidos, feridos, explorados, vítimas de guerras. Procuram uma vida melhor, procuravam a felicidade.” Papa Francisco
Um gesto tão simples como este que agora se propõe é uma manifestação de indignação e, para além disso, deverá ser entendido como uma adesão pessoal e institucional à realidade vivida nas periferias e o inconformismo com uma cultura do descartável.
“São homens e mulheres como nós, irmãos que procuram uma vida melhor, famintos, perseguidos, feridos, explorados, vítimas de guerras. Procuram uma vida melhor, procuravam a felicidade.” Papa Francisco
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