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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Removed | by Eric Pickersgrill

No mundo moderno, os dispositivos móveis se transformaram num instrumento que diminui a comunicação com quem amamos, em vez de aumentá-la. Eric Pickersgrill, fotógrafo nova-iorquino, se sentiu profundamente interessado por esse assunto.
Um dia, numa cafeteria, foi testemunha de uma cena familiar: um pai e suas duas filhas estavam sentados à mesa, cada um mergulhado em seu celular enquanto a mãe, triste e solitária, olhava pela janela. Depois disso Eric decidiu não deixar passar aquilo que acabava de presenciar e criou um projeto fotográfico chamado ’Removed’ (Removidos). Nele, o profissional clicou algumas pessoas em seu dia a dia normal, e depois retirou digitalmente das imagens todos os aparelhos eletrônicos.
Veio d'Aqui
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 14 de junho de 2016

amizade.

*
"Entre muitas outras coisas, tu eras para mim uma janela através da qual podia ver as ruas. Sozinho não o podia fazer."
 Kafka, Carta a Pollak
*
 
 
 
 
Janelas dos meus Açores
 
Windows of the World - Ponta Delgada, Portugal
By André Vicente Gonçalves AQUI

quarta-feira, 4 de maio de 2016

O que na verdade importa

Nestes dias recebi um desafio no Facebook - por vezes as dinâmicas do FB são tantas que me passam ao lado - mas esta não foi indiferente, com um tema sugestivo (faz lembrar isto: AQUI), o desafio consiste em «...publicar sete fotografias, durante sete dias, uma por dia, sobre o tema: "O que na verdade importa" ».
Como sou rebelde, vou fazer à minha maneira, vou publicar aqui no blog HEart 7 fotos,  1 por semana.
Fique atento para perceber, por imagens, o que na verdade importa....
 
 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

just a moment #1

(Parce que j'aime l'amour, j'aime la liberté et j'aime Paris)
 
(Fotografo desconhecido)

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

saudade.

 
"Luz terna e suave / no meio da noite / leva - me mais longe / não tenho aqui morada permanente /
leva - me mais longe"
 
 

terça-feira, 21 de abril de 2015

beijos e fotografias

Por estes dias, na minha pequena cidade do Heroísmo há uma exposição fotográfica, intitulada "A Magia de um beijo" (o que é que eu podia estar à espera... só o nome arrepia o bom gosto).
Desta forma na Praça Velha, centro histórico, estão espalhadas algumas fotografias de beijos
Desde que me conheço por gente, gosto muito de fotografias, foi o meu avô que me ensinou a mexer na máquina fotográfica, explicou-me o que era a luz e a contraluz, a importância de carregar no botão no momento certo sem hesitar e sem medo, também tivemos a sorte de conviver com uma das grandes fotógrafos, Ana Esquivel, e ainda em nova viajei nos livros de Sebastião Salgado. Colecionava as melhores fotografias do século XX, cheguei a aprender a revelar manualmente, entre muitos não saia de casa sem a máquina. 
Mas nesta dita exposição, entre algumas chapas pode-se ver um quase beijo na boca de dois homens e um beijo na boca entre duas crianças com 12 anos no máximo, o que me irrita é que estas fotografias não têm valor artístico nenhum, zero, a única razão para lá estarem é para chocar e isso chateia-me, estes pequenos ditadores modernos que acham que são artistas, já não se contentem com o facebook onde podem publicar todos os seus disparates e autointitular arte, porque que os tipos têm que vir para cima de nós?
Como aquele "pintor" que mandou a filha pequenina pintar um quadro e meteu todos os críticos a elogiar: A arte moderna gosta de chocar e eu gosto que a arte choque, mas por favor tenham técnica, tenham alma e sobretudo tenham a beleza, a irreverencia por si só deixa de fazer sentido depois da adolescência.
Por fim, estas exposições "rebeldes" é nada mais do que assassinar o trabalho de Robert Doisneau ou Alfred Eisenstaedt... 
É por eu gostar muito de fotografias e por gostar muito de beijos, que não gostei desta exposição.
Querem beijos a sério, espontâneos, sem agendas ideológicas, somente com paixão? Querem fotógrafos a sério, artistas que procuram ser originais sem forçar as opiniões?
Aqui ficam alguns: