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terça-feira, 8 de agosto de 2017

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Freiras derrotam Obama na justiça e ganham direito de não fazer abortos

Lembra-se quando o Health Care do Presidente Obama - com Planned Parenthood - quis obrigar todos os hospitais norte-americanos a promoverem o aborto, inclusive os hospitais católicos e as Irmãzinhas dos Pobres? (Talvez não se lembre porque isto não passou nos meios de comunicação social com o mesmo impacto que merecia, pois o Obama para nós é aquele exemplo de "liberdade").
 
Nesta segunda-feira (sim os meios de comunicação social voltaram a não dar muita importância) a liberdade ganhou, a liberdade de poder ter as suas convicções, a liberdade religiosa e o direito à vida:
 
Imaginem lá esta situação:
Irmãzinhas dos Pobres VS Presidente dos Estados Unidos da América um dos homens mais poderosos do mundo.
 
Esta é uma vitória não só de uma congregação que durante anos dedica-se verdadeiramente, incansavelmente, generosamente aos outros, como também é uma vitória do povo norte-americano.
 
#AguentaObama

 
 


segunda-feira, 21 de março de 2016

começou a maior semana do ano

Este ano, quando percebi que um grupo de jovens, ditadores da extrema esquerda espanhola, achava que #podemos acabar com as celebrações da Semana Santa em Sevilha, fiz duas coisas 1) parti - me a rir; 2) organizei um carro com amigas, destino a Sevilha, só precisávamos de uma mochila, de sandes e de um terço - Nada melhor para chatear um #podemos!
Mas infelizmente não conseguimos celebrar a nossa liberdade religiosa,  em Espanha (talvez vamos a Fátima, que a Nossa Senhora é que chateia comunistas).



sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

A censura no séc. XXI é feita por nós

A Maria das Palavras partilhou - e muito bem! - esta pequena reflexão sobre a 'censura' que praticamos no dia-a-dia.

Tudo o que não sejam opiniões convergentes com as nossas, tendemos a descartar como fruto de burrice, crendice ou demagogia pura. Não raras vezes, ofendemos os portadores dessas opiniões, em vez de rebatermos as opiniões em si.
Mas isso não impede que elas existam, pois não?

E então, o que se pode fazer? Tapar os olhos e esperar que toda a gente pense como nós, ou aceitar que há diferenças que se podem discutir e respeitar.
Eu cá voto na segunda hipótese.

Alguns exemplos no filme - com o bónus de um 'British accent' fenomenal :)



"Unless someone is breaking the law by inciting a crime with their words, I believe it is a crime not to hear them." -Julie Bindel

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Pseudo-tolerância

Li no Delito de Opinião este caso que me impressionou:
escola Matteotti, em Florença, cancelou uma visita de estudo dos alunos do ensino básico daquele estabelecimento a uma exposição de arte sacra nesta cidade intitulada Beleza Divina por "compreensão pelas famílias muçulmanas tendo em conta o tema religioso" desta mostra. Entre os quadros expostos no Palácio Strozzi encontram-se A Crucifixão Branca, de Marc Chagall (o preferido do Papa Francisco), a Pietà, de Van Gogh,  A Crucifixão, de Renato Guttuso, e o Angelus, de Millet, além de telas de Matisse, Munch e Picasso.

Desde quando a educação deve ficar limitada àquilo que já conhecemos ou a que já aderimos? Será que eu não vou a templos budistas se viajar pela Ásia? Será que os chineses não vão à Basílica de São Pedro, quando em Roma? Ai vão sim, que eu bem os vi . E a julgar pelas filas em Florença, não só católicos vão ao Batistério, ao Duomo ou a exposições sacras...

Ainda mais consternação me causa, por se tratarem de obras de artistas de elevados reconhecimento técnico e importância histórica, independentemente das suas crenças e obras. Será impossível enquadrar este tipo de arte sacra com o ensino cultural sobre História ou sobre Arte? Será necessariamente ofensivo? Gostava tanto de ter uma conversa com muçulmanos que me pudessem explicar o seu ponto de vista... 

De tão "tolerantes", acabaremos segregados pelas nossas tradições familiares, isto se as houver sequer. O diálogo entre etnias, crenças e opiniões parece cada vez mais difícil. Triste Europa.


Piazza Duomo, Florença
6 de Dezembro de 2015
(c) HEart Blog

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

sounds of the heart #2

 
Matisyahu, para mim um dos melhores cantores de reggae da actualidade, viu o seu concerto cancelado no festival espanhol Rototom Sunplash, por ser um defensor do Estado de Israel, quem conhece sabe perfeitamente que Matisyahu é um Judeu praticante.
Chateia-me esta falta de liberdade dos que se acham muito livres! Assim, para ser digno de actuar em tal festival, obrigaram o meu Matisyahu a fazer declarações politicas contra o Estado de Israel.
Ao longo da história, sempre vi a musica como um instrumento da liberdade, e sobretudo da liberdade politica. Tenho pena.
Por outras palavras, o que aconteceu aqui foi:
  • Antissemitismo;
  • Um atentado à Liberdade Religiosa;
  • Estalinismo moderno;
  • Censura;
  • Discriminação
  • E, por fim, um atentado à liberdade artística.
Matisyahu, obrigada por toda a companhia que me fizeste durante a Faculdade: