quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Ponto de Luz!





Encara cada dificuldade como um desafio.
Mergulha na tua Fé sempre que a dúvida te assaltar.
Resgata os melhores recursos que tens dentro de ti.
Não desistas [ nunca ] daquilo em que acreditas.
Respira fundo.
Dá tempo ao Tempo. 
E Confia.












segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Um olhar e um coração que enchem qualquer pódio!


Ainda a propósito dos Jogos Olímpicos, do Rio de Janeiro deste ano.
Resiliência e determinação personificados na história da nadadora olímpica, Yusra Mardini, de 18 anos. Vale a pena mergulhar no olhar desta miúda, que enche qualquer pódio.

A nadadora olímpica que fugiu da guerra na Síria e nadou três horas para salvar 20 pessoas de se afundarem no mar (aqui)



Às vezes não podíamos treinar por causa da guerra.
Outras vezes nadávamos em piscinas onde os telhados foram rebentados em três ou quatro sítios.
Se tivesse deixado alguém morrer afogado, jamais me perdoaria.




Quero que todos pensem nos refugiados como pessoas normais que tiveram as suas terras e as perderam, não porque queriam fugir e ser refugiados, mas porque têm sonhos nas suas vidas e tiveram de ir.




Declarações de Yusra Mardini


- Motivações e valores que enchem o 1º lugar de qualquer competição -

Portugal nos Jogos Olímpicos- Medalha de bronze


Boas notícias para o desporto nacional e para Portugal. 
A judoca Telma Mendonça venceu a romena Corina Căprioriu, nos Jogos Olímpicos, deste ano, no Rio de Janeiro. 
Traz assim, para Portugal uma medalha de bronze na categoria -57 kg.


 - Parabéns Telma Monteiro -



hoje.

Boa semana! Quer estejam a trabalhar. Quer estejam de férias!



domingo, 7 de agosto de 2016

Uma viagem de carro!



Ligar o motor, engrenar a primeira mudança e embalar o volante para o destino. É o nosso dia-a-dia. Uma viagem de carro.

À semelhança da distância de segurança, do código da estrada, que mede o intervalo de segurança para nos protegermos e oferecer segurança aos outros, perante um perigo iminente. No nosso dia-a-dia inconscientemente também nós temos ou criamos a nossa distância de segurança. 


Quando nos conhecemos a nós próprios, isso é um caminho divertido, sem data e uma hora de fim, tentamos medir bem ou ajustar, a distância que devemos manter dos perigos e das coisas que nos atrapalham. Já as coisas boas, fantásticas que nos surgem, queremos é estar bem coladinhos, como um carro quando dá um toque ou beijinho ao carro da frente ou da traseira. Mas, às vezes, é preciso travar...calcular a distância de segurança e consultar o mapa. Definir as estradas principais, secundárias, estradas de inversão de marcha, estradas sem saída, as rotundas, aquelas voltas sem fim. Voltas que nos levam ao mesmo sítio. Sem sabermos, estamos num looping de suster a respiração que nos dá a volta a barriga, em modo de reggaeton, que nem a sinfonia de Chopin é capaz de acalmar.......Mas é a multiplicidade de destinos a descobrir que dão a imensa liberdade para escolher o melhor trajecto a fazer.

E assim, pode-se dizer como um carro que vai ao mecânico quando aparece uma avaria. Nós alminhas de inteligência, vontade e razão também temos que ir a “oficina” reparar algumas peças de quando em vez ou as vezes que precisamos. Reparações como uma ida a um médico; uma ida ao ginásio; um programa com amigas e amigos; uma ida a uma Igreja; uma viagem pelo um continente desconhecido; um livro; uma música… tantos e tantas outras coisas que seria impossível enumerar…A ideia é ter controlo no carro, manter a distância de segurança - a sua e a dos que o rodeiam, e ter sempre à mão um mapa - para não se perder no caminho.

E agora?!

STOP

Sabe qual é a estrada em que caminha?




imagens tiradas do tumblr

sábado, 6 de agosto de 2016

Inspire-se ~ Não paga o IMI

Aqui não paga taxas nem taxinhas!
Entre e inspire-se em qualquer ângulo de visão!

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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

O imposto da justiça social sempre a pensar nos pobres e nos desfavorecidos das vistas

Quando os porcos voam

 
Eu ainda andava na primária e já tinha uma t-shirt dos Pink Floyd, (ficava-me tão grande que tiveram de encurta-la), sim, era uma menina que não sabia falar inglês e andava num colégio de franciscanas e já dizia: "hey teacher leave those kid alone." (talvez seja culpa de um avó anarquista e de uns pais hippies???).
 
Sem saber o significado do porco voador ou do muro que eles queriam destruir, eu era fã!  Os Pink Floyd tornaram-se para mim, aquela banda, a banda da vida.
Já crescida, o melhor concerto que assisti foi  Roger Waters com o  The Wall.
 
 
Até lá fica aqui o magnifico David Gilmour:
 
 

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Resposta.

Já escrevi muita porcaria aqui, como já transcrevi muita coisa boa aqui.
Já mostrei a minha opinião sobre os mais diversos assuntos políticos, sobre as mais diversas matérias económicas e sobre as mais diversas ideologias filosóficas.
Normalmente escrevo contra o pensamento corrente da sociedade actual (mania de ser diferente), aqui disse que o casamento era indissolúvel, aqui mostrei a melhor forma de combater a sida, aqui falei do governo e da ausência dele, defendi a liberalização do uber em vez da prostituição.... e normalmente só tinha comentários bons, de iniciativa (admito que havia um ou outro mais chatinho) o que era estranho!
Entretanto decidi escrever sobre touradas - Clique AQUI - como podem ler no texto a causa nem é minha, o respeito, a tolerância, a liberdade e a democracia é que são as minhas causas.
Contudo este texto teve mais de 1 centena de partilhas (é que já perdi o rasto) tornando-se o texto mais lido do blog.
A consequência é que eu recebi imensos comentários, alguns públicos, outros comentários que já nem sei por onde andam... O facto é que pela primeira vez recebi um conjunto de comentários maliciosos, injuriosos, provocadores etc, etc...
Percebi a intolerância dos tolerantes, palavras como a mãe natureza estará com os olhos postos neste animal (asqueroso) que sou eu, que a minha capacidade de amar será sempre inferior à do meu cão e que as forças do universo irão conspirar na minha vida...
Tenho pena do discurso ter descambado desta maneira, o facto é que perdemos a credibilidade. Os animais já não são iguais aos homens, tornaram-se superiores, em sentimentos e em atitudes.
O meu alerta era simples, que no meio desta discussão e desta agenda ideológica, perdemos o humanismo, perdemos a crença na nossa raça, perdemos a vontade de lutar por aqueles que sofrem, que morrem nas mãos dos terroristas, perdemos a paz...
Não vou comentar cada comentário, mas quero agradecer quem me defendeu quem me apoio e, também e sobretudo, quero agradecer o facto de haver gente que me contradiz, que é contra aquilo que eu escrevo, por momentos pensei que a minha mãe (que é a melhor mãe do mundo e gosta imenso de pôr likes nas minhas coisas) era a única leitora deste muito petit blog, escrito por um conjunto de animais, algumas, digamos até são bons animais.
Podem ficar descansados que eu continuo a não ver touradas, nem na televisão, e que continuo uma apaixonada pela minha natureza, pelo mar e pelos peixes, pelas aves e pelos touros... e sobretudo pelos homens, que continuarei a lutar pelo direito à vida em Portugal e pela liberdade religiosa, continuarei a denunciar o terrorismo e as mais diversas formas de engenheiria social.
 
Entretanto meus caros, quero que todos vós fiquem cientes que fiz as pazes com a mãe natureza e as forças do universo, eis a prova:
 
 

Não existe imposto para gente tola?

O sol quando nasce, nasce para todos!
O sol quando nasce, nasce para os que pagam impostos!
 
 
Esta arma - os impostos - de destruição massiva da nossa economia nacional, tornou-se ridiculamente opressiva: 
O sol já paga imposto
"No intuito de arrecadar receita vai haver uma avaliação geral destes imóveis e com uma grande dificuldade para os proprietários em suportarem esses aumentos. Tudo está feito para que as pessoas que estão a pagar as suas casas tenham este aumento fiscal que não vão conseguir suportar e por isso, a maioria dos cidadãos está desprotegido contra este brutal aumento" (Menezes Leitão) 
 
A exposição solar no aumento do IMI faz-me rir, parece-me que o governo não tarda a taxar Deus Nosso Senhor por salvar almas.
(outra máxima que faz tremer os adeptos dos impostos): É sempre bom aprender com o passado "Imposto sobre as janelas"


Acampamento da alienação

O BE, ao longo da sua existência, tem nos premiado com grandes pérolas políticos: um dos meus medos quando o BE entrou para o nosso governo foi que este deixasse de nos surpreender pela estupidez, o que seria de nós sem os seus argumentos e as suas performances? Mas isso não aconteceu, eles continuam ai, a ofuscar-nos com tanta sensibilidade social.

Nada de novo em Neverland
 
Como o comentário do Insurgente, não podia ser a melhor observação e avaliação desta entrevista, eu limito-me a citar:




 
 
 
 
 
Por Carlos Guimarães Pinto
 
A jornalista Maria João Lopes do Público escreveu uma peça sobre a universidade de Verão do Bloco de Esquerda que decorre há já 13 anos. O Bloco de Esquerda é hoje um partido de governo e que insiste em ter todas as escolas sob supervisão do estado. É importante por isso ver o que o Bloco de Esquerda ensina aos seus jovens. Comecemos então a analisar a peça do Público:
“No acampamento construímos um pouco a realidade que queremos no mundo – uma realidade alternativa, livre de opressões.”
O mundo aguarda impacientemente a realidade alternativa livre de opressões que está a ser construída em Oliveira do Hospital.
"Há, no entanto, algumas regras: não se permite sexismo, homofobia, ou racismo, por exemplo."
Não se permite? Mas não era suposto o acampamento ser livre de opressões? Se um dos participantes quiser fazer uma piada com loiras, vê esse desejo oprimido?
"Depois há questões de funcionamento que implicam partilha de tarefas como limpeza ou segurança."
Também há voluntariado ou, como diz Catarina Martins, “uma treta” que só serve para roubar empregos a sério.
"É um acampamento que se assume anticapitalista. E são cinco dias em que os participantes vivem o mundo que gostariam que existisse lá fora. De tal forma que, “quando se regressa do Liberdade, há quase um choque, de regressar à realidade”"
Quando se regressa do acampamento anticapitalista há um choque: podem voltar a usar o iPhone, a beber coca-cola e não precisam de esperar 5 horas para comprar um rolo de papel higiénico. Deve ser aquele choque que sentem os cubanos quando dão à costa na Flórida.
"“Ricardo Gouveia recorda que, numa das edições, experimentaram tornar as casas-de-banho e os balneários mistos.“"
Jovens mulheres forçadas a partilhar um espaço de intimidade com homens? Que grande ideia! Não consigo vislumbrar nenhum potencial problema com isto…
"“Tivemos uma situação em que uma rapariga se sentiu desconfortável com rapazes que usaram esta experiência para olhar para elas.”"
Ahhh, que surpresa! Desta ninguém estava à espera. Então colocam homens e mulheres jovens nus no mesmo espaço e os homens olham para as mulheres? A malvada natureza humana sempre no caminho das utopias de esquerda. Imagino que tenham desistido dessa ideia de vez, certo?
“Voltámos às casas-de-banho separadas, mas continuamos a ter no nosso horizonte chegar um dia e poder dizer que vamos tornar isto misto, porque queremos mesmo desafiar os limites do género e os papéis de género e os pudores”
Traduzindo: um dia esperamos ter só homens impotentes e gays no acampamento. Mas para já são só 50%.
"Naquele espaço verde, com praia fluvial, música, festas e debates, tudo é política. Até a intimidade e as experiências que se partilham em espaços de conversa, como o feminista ou o LGBTQIA+."
Tudo malta muito aberta, mas continuam a discriminar 16 letras do alfabeto.
"Fala-se de sexualidade, de poliamor. “Costumo dizer que tudo é político”, diz Ana Rosa."
Portanto, a sexualidade e o poliamor são política. Então e as festas?
"As próprias festas são pensadas para que sejam também políticas."
Ah, já entendi (wink wink :)). Há um clube de swingers no Barreiro que também faz umas festas “políticas” porreiras.
Mas olhemos então ao programa de debates do acampamento:
"Alguns exemplos dos debates e dos temas que estão no programa deste ano: ‘(…) Desobediência civil (Irina Castro e Ricardo Martins);"
Como aquela dos pais que inscrevem os filhos nas escolas com contrato de associação apesar dos cortes? Ou como a dos camionistas que vão abastecer a Espanha depois do aumento do imposto sobre combustíveis?
"A Guerra dos Tronos e os Tratados Europeus (Pedro Filipe Soares);"
Subtemas: “A troika de dragões e o austeritarismo dos Stark”, “Separação entre estado e religião – por Cersei Lannister” e “Whitewalkers: invasores ou refugiados?”
"Houve mesmo descobrimentos? A história alternativa da expansão portuguesa (Bruno Góis e Carlos Almeida);"
Mas o Bloco quer-nos tirar a única parte da história que temos alguma razão para nos orgulhar? Já imagino o tema do próximo ano: “Ganhamos mesmo o Euro2016? A história alternativa do golo do Éder”. O melhor é voltarmos às festas. Então, que festas haverá?
"Haverá um “espaço feminista”, uma “festa feminista”, uma “festa LGBTQIA+”."
A festa do abecedário parece chata, mas esta festa feminista tem algum potencial. Em que é que consiste?
"Numa festa feminista como esta não há espaço para sexismo nem machismo. Optou-se por ter DJ mulheres ou mulheres transgénero. Músicas com letras machistas, “nem pensar”, avisa Ana Rosa. Uma das DJ só vai passar músicas de bandas de raparigas."
Portanto, Quim Barreiros está definitivamente excluído, certo? E também há jogos e cowboiada?
"“Quanto aos jogos, há um em que duas pessoas do mesmo género (binário ou não) trocam uma laranja com o pescoço. “Normalmente cai. É um desastre sempre, mas é divertido,”"
Fazer cair a laranja é um desastre, mas é divertido. Isto deve dar para alguma metáfora política que agora não consigo vislumbrar.
"Também fazem um “comboio de massagens” – as pessoas têm de fazer massagens nas costas de outra pessoa ou na cintura."
“É só uma massagem”, o truque mais antigo da história.

Imperdível!


Um brinde ao mês 8!

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Bye bye, mês 7, até para o ano....




Be kind, be honest, be loving, be true and all of these things will come back to you




segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Depois de tanta discussão e polémica aqui no blog sobre o tema (a causa que nem é minha:Touradas)

 
Tive uma iluminação! Para incentivar os meios de comunicação social, como as elites politicas internacionais do ocidente, a moverem-se a favor das vitimas do ISIS podíamos dizer que os tipos andam é a matar touros ou gorilas ou leões.... Talvez tenhamos mais sensibilidade?
(just a suggestion)

A importância do olhar

(as JMJ acabaram ontem, foram dias incríveis, vai haver um post no blog sobre essa semana!)
 
Estava a ler as notícias, quando me deparo com a resposta do Papa Francisco sobre a sua (mediatizada) queda, a simplicidade do nosso Papa:
 
 
 
 
Lembrei-me como também se pode amar com um olhar.
Basta olhar com aqueles olhos, os olhos que veem para além do olhar, os olhos que mergulham, que invadem a alma os olhos de quem se dá.
Foi com esta resposta do Papa que cheguei a este texto:
"O olhar não é somente um ato físico; é uma ação humana, que expressa as disposições do coração. S. Josemaria encorajava a contemplar os outros com as pupilas dilatadas pelo amor, porque saber olhar é saber amar. "
 
 

Papa Francisco aos noivos


(Perdoem-me eu sei que o texto está em espanhol, mas é muito fácil de ler)
As incríveis palavras do Papa Francisco aos jovens recém casados, mais uma vez este Papa toca-nos na ferida e no coração!
#ObrigadaPapaXico
 
 
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“Nunca terminen el día sin hacer la paz. ¿Y saben por qué? Porque la guerra fría al otro día es muy peligrosa”, dijo el Papa Francisco a los jóvenes recién casados que participan en la JMJ 2016 en Cracovia.
Este jueves 28 de julio, en la noche, el Pontífice se asomó a la ventana papal para saludar a la multitud reunida en la plaza enfrente de la residencia de los Obispos de Cracovia en el marco de su segundo día en Polonia.
“Estos son los que tienen coraje”, dijo el Papa Francisco en referencia a las parejas que optan por el sacramento del matrimonio.
“No es fácil formar una familia…no es fácil comprometer la vida para siempre. Hay que tener coraje y los felicito porque ustedes tienen coraje”, dijo a las parejas de recién casados reunidas debajo del balcón.
¿Cómo superar las dificultades en la familia?, cuestionó el Papa. “Sugiero que practiquen siempre tres palabras que expresan tres actitudes: Permiso, gracias y perdón”, explicó al mismo tiempo que admitió que el matrimonio es frágil y hay que cuidarlo porque “es para siempre”.
Permiso
“Siempre preguntar al cónyuge […]: ¿Te parece que hagamos esto? Nunca atropellar”.
Gracias
“Ser agradecidos…¿Cuántas veces el marido le tiene que decir a la mujer: gracias” y viceversa para la mujer. “Agradecerse mutuamente”, sostuvo.
“El sacramento del matrimonio se lo confieren los esposos, el uno al otro”, añadió. Una “relación sacramental que se mantiene con este sentimiento de gratitud”.
Perdón
“Es una palabra muy difícil de pronunciar. En el matrimonio, siempre, el marido o la mujer, tienen alguna equivocación. Hay que saber reconocerla y pedir perdón hace mucho bien”, abundó.
El discurso lo dirigió a las parejas, a los recién casados y los matrimonios. Los presentes repitieron las tres palabras (permiso, gracias y perdón) del Papa en español.
“Es habitual y sucede que el esposo y la esposa discutan, alcen la voz, se peleen. Y a veces vuelen los platos”, dijo entre las risas de los presentes.
“No se asusten cuando sucede esto. Les doy un consejo: Nunca terminen el día sin hacer la paz. ¿Y saben por qué? Porque la guerra fría al otro día es muy peligrosa”, explicó.
“¿Cómo hacer la paz? “No hacen falta discursos, basta un gesto” dijo y luego se toca la mejilla. “Con un gesto se hace la paz”.
Por último, el Papa Francisco pidió a la multitud rezar un Ave María por los matrimonios del mundo. Luego, se despidió: “Recen por mí, pero en serio…”
 
(Directamente d'AQUI: ALETEIA)

domingo, 31 de julho de 2016

Uma ida à praia em 100 ml!

Existem perfumes/aromas/fragrâncias que não se esquecem! Mas o perfume - Replica de Maison Martin Margiela- talvez, mereça a sua atenção! Perfume que lembra o cheiro de pele salgada inundada pelo sol! É de mestre! Deve ser de... cheirar e comprar por mais.

Como se pode armazenar um momento, num frasco? Neste caso, uma ida à praia?
Existem mais fragrâncias associadas a momentos. Veja e borrife-se aqui. 

Por isso, já sabe, nos dias em que o sol fugir! Não se preocupe. Borrife-se às toneladas com Beach Walk e imagine os seus pés afundarem-se na areia enquanto caminha!


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Boa praia!!! 
P.s. Não se esqueça de levar o protector 



sábado, 30 de julho de 2016

My home

[É tão bom ler o Sebastião Bugalho, mas desta vez foi bem melhor!!!!]
Uma ode à minha terra | Crónica de viagem: Açores | Jornal i
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ilha das Flores
 
Tive a sorte de a minha viagem para os Açores ser tão curiosa quanto a minha viagem nos Açores.
Entre as ilhas, descolei e aterrei no cockpit. Um dos copilotos viu-me murmurar uma prece antes de levantarmos voo e perguntou-me:
- Não sabes que a probabilidade de teres um acidente de carro é muito maior que a de teres um acidente aqui? 
- Ah, mas eu também rezo antes de viajar de carro -, respondi. 
O comandante, um tipo baixinho e bem--disposto, riu-se e contou-me que também era católico, que se tinha convertido tarde. 
- Acreditas que só tive a certeza quando olhei para a terra daqui de cima? Tinha de haver qualquer coisa maior para fazer isto tão bonito. 
Achei que o padre Jacques Hamel, assassinado esta semana em França enquanto celebrava a missa, teria gostado de ouvir isto. Por mais que se tente laicizar o Ocidente, ocultando a culpa islâmica e o luto cristão, ainda há dois gajos que se podem cruzar a 15 mil pés de altitude e, por acaso, conversar sobre a fé. 
Um miúdo que também vinha no cockpit perguntou se as nuvens existiam por Deus fumar muito, e lá nos rimos todos. 
Eu perguntei ao comandante se conhecia a ode do William Butler Yeats aos aviadores irlandeses. “I know that I shall meet my fate/ Somewhere among the clouds above;/ Those that I fight I do not hate/ Those that I guard I do not love”. 
Coincidentemente, a minha fé também tinha uma causa voadora. 
Lembrei-me do meu avô, que era piloto e gostava do Yeats. Que me converti depois de ele voar lá acima uma última vez. 
Depois cheguei aos Açores e toda a gente que me avisou tinha razão. É lindo. 
Uma velhinha da minha aldeia costuma dizer que não se escolhe país nem família; só amigos e destinos. 
Os Açores dão-nos um sentimento misto em que mudamos de mundo dentro do nosso próprio país. Têm as montanhas em neblina da Escócia, o pôr-do- -sol à beira-mar de Veneza e as fajãs que fazem lembrar Bali. São realmente únicos. Cada ilha, cada praia, cada miradouro. Não admira que Júlio Verne tenha escolhido o arquipélago como entrada para a sua “Viagem ao Centro da Terra”. Não admiraria até que alguém se lembrasse de proclamar que, afinal, a Atlântida não se perdeu e que os portugueses sempre a tiveram sua.
Se o meu caro leitor gostar de desafios, suba o Pico, o ponto mais alto de Portugal. Não é uma montanha que se vença, mas é uma aventura possível de não se sair vencido. Nós demorámos nove horas a completar o percurso e, eventualmente, só chegámos ao nascer do sol por estar demasiado escuro para vermos quanto faltava. Faziam cinco graus ao amanhecer.
Mais importante: se o meu caro leitor vier aos Açores, traga a namorada ou a máquina fotográfica. Sem uma delas, sentir-se-á perdido e um bocadinho parvo. 
É necessário - até aconselhável - entrar em processo de descompressão. Ao jantar, o pão e a manteiga não chegam logo que nos sentamos, mas temos uma vista que nos entretém como em nenhum outro sítio. 
O jornal só chega depois de almoço e eu, depois de almoço, não leio. Na verdade, não lia tão poucas notícias desde que estava a caminho daquela aldeia com alguém que me faz conduzir só com uma mão por estar com a outra na dela. 
Aqui não se trancam portões na rua e podemos beber vinho à beira da piscina municipal até de manhã. Aqui há restaurantes sem password na internet porque “isso não se rouba”. Aqui, os taxistas são uns porreiros. Aqui pagam-se 15 euros por uma refeição cheia de marisco e cerveja. Do queijo às sopas, é tudo bom. 
Sobretudo, aqui não é só um paraíso na terra. É o paraíso da nossa terra. 
À Catarina e à Inês

Oficialmente viciada

(a culpa é outra vez da T.)
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HEartAdvisor: Palácio Chiado

 
Era um propósito: quando voltar a Lisboa eu tenho que ir ao Palácio Chiado (---- Check ----)
 (a sorte de ter bons amigos: sem saber desta minha vontade esta menina AQUI convidou-me para jantar vão lá espreitar o Instagram: AQUI e vejam as fotos).

 
Naquele sábado apanhei o uber - ou não seria uma boa adepta do mercado liberal - com a Mariana, ainda íamos ter com a Ana e o Bernardo, o mais giro deste jantar é que íamos ter a companhia de uma inglesa, que a Ana tinha acabado de conhecer (sim acabado de conhecer!!!) e - tão-tipo-cena-à-Ana convidou-a para o nosso jantar (por isso é que eu gosto dela!!!), sentamos no bar... quando vimos um tesouro: o gin do Palácio (afinal todos os palácios tem um tesouro escondido, não é o que contam as histórias de encantar?) o menino - barman -  à nossa frente, no balcão, fazia um gin como um artista, num copo de balão: cada fruta era colocada de maneira ordenada e exprimida, só podia ser prefeito, quando se ouviu ao mesmo tempo: "um para mim por favor!"
Ok passamos a parte do bar e por sugestão dos noivos - Valter e Rosarinho - fomos às tapas (ai como a Rosarinho me conhece tão bem!!!) "Páeteo no Palácio" top top top.
 
Bom jantar & boa companhia o que queremos mais numa noite de Verão?

Vale a pena visitar, entrar, nem que seja só para olhar as paredes, ou ver a fantástica vista sobre a minha cidade de Lisboa.
O lugar promete! Eu vou voltar, até porque quero experimentar a “Espumantaria do Mar”.

Em jeito de curiosidade, como já conhecia a história, gostei de perceber o lugar:



 

sexta-feira, 29 de julho de 2016

1 vídeo + 1 texto + 1 tema = a 1 lição de vida






#1 vídeo 
Este vídeo vi-o hoje e achei encantador! 
Faz pensar como é importante reequilibrar atitudes, ponderar decisões, onde imperem o bem-comum. Parece óbvio......! Mas quantas e quantas vezes, no nosso dia-a-dia, nos esquecemos do essencial e perdemos o foco do que é importante (pausa).. Desfocam-se as motivações e por vezes, vamos por caminhos pouco interessantes e úteis. E o desafio está presente todos os dias - em nossa casa, com a nossa família, no trabalho, com os nossos amigos.  


#1 texto

Já o texto do Padre Vasco Pinto Magalhães, sj - Não há soluções, há caminhos, li-o algum tempo, mas achei um bom complemento ao vídeo, para assentar as ideias e fazer o checkmat. Espero! 


"A vida não tem receitas mágicas. Um casal de namorados desabafava: "Parece que nos passou aquele fogo do início, não estamos mal, mas perdemos a força; se calhar é melhor acabarmos". Não tenham pressa. Amar é gostar e entender-se. As duas coisas. Mas o gostar vai e vem, o entender-se dá continuidade. Não se casa sem gostar. Mas sem se entender ainda é pior. Talvez aquele fosse o bom momento para eles verem se queriam o mesmo da vida."




Não há soluções, há caminhos ,Padre Vasco Pinto Magalhães, sj



Sexta-feira nas ilhas

é um bom dia para ouvir o barulho do mar:
 


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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Pontaria!

Monólogos de 5ª Feira!!
Chega a quinta-feira e a cabeça já só pensa na vizinha da direita d' 5ªF.  



HEart na comunicação social | Diário Insular #14

Este ódio é um apelo aos homens bons, aos homens de coragem!
(Diário Insular | 28 de Julho de 2016)
 
 (para ler melhor clique na imagem)

MY STUFF #6

Sou uma apaixonada por Roma ( até trinquei lá  AQUI).
Gelados, Pizzas, Massa, Fé, Arte e.... Vespas.
Sonho desde pequena ter uma (ainda sonho), quero dar a volta à América do Sul com uma, quero ter um sótão em Roma e uma na garagem, sonho em ser a Audrey Hepburn como no filme "Férias em Roma" ou a Anita Eckberg  em  "La Dolce Vitae".
Sentir o cabelo a voar, o estilo e a liberdade, a Vespa é mais do que uma scooter, é tradição é cultura é swag.
Por isso não podia deixar de citar, aqui, a reportagem do Observador, que é também uma história de empreendedorismo perante a crise: