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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Histórias (para)olímpicas (VII)

 
Ana Margarida Filipe, já todos nós a conhecemos.
 
É (mais uma vez) o orgulho dos Açores e de Portugal. 
Escrevi em Dezembro, num artigo para o Diário Insular, sobre a sua história (podem (re)ler, basta clicar na imagem a baixo!).
É uma história inspiradora, de muito empenho de uma atleta, de uma treinadora e de uma instituição: o verdadeiro significado do teamwork.
Agora Ana Margarida Filipe vai ser uma das nossas atletas das Paraolimpíadas, esta presença já é uma vitória e eu posso dizer com muitíssimo orgulho que ao ver uma açoriana, terceirense, na competição dos melhores do mundo, dá-me uma enorme felicidade.
Go Ana Margarida!
 
 
 

(para ler melhor clique na imagem)

Histórias olímpicas (VI)


Feyisa Lilesa, sabe quem é?
 
A sociedade de hoje perdeu os homens com a coragem para mudar o mundo, perdeu aqueles que não se importam com as consequências das suas atitudes, homens que se incomodam com as injustiças e com a falta de liberdade, homens que dão a vida.
 
O atleta da Etíopa Feyisa Lilesa é um destes raros homens, que dão a vida pela justiça, pela liberdade pelo seu povo:
Lilesa fez um gesto que vale mais do que uma medalha de prata, é um alerta para nós, para nós percebermos o que se passa neste país africano, para nós despertarmos para a Etiópia: AQUI.

Histórias olímpicas (V)

 


Nikki Hamblin conhece?

A atleta da Nova Zelândia não ficará para a história como aquela que bateu o recorde mundial na corrida dos 5000m mas será sempre um símbolo de grande humildade e espírito desportistas (- isso vale mais do que o ouro!)


Que grande!



quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Histórias olímpicas (I)


Peter Norman é um nome desconhecido para quase todos nós, a história é muitas vezes injusta, mas são estes que fazem a mudança.
O homem branco por detrás da fotografia e do momento black power. Morreu sem glória, sem a coroa dos rebeldes, mas foi talvez mais rebelde do que todos os outros - afinal de contas a causa não era sua, mas a coragem  sim! Em ano olímpico vale a pena lembrar the white hero.
«Norman never backed down from what he did in Mexico City, and was unyielding in his support for the actions of Smith and Carlos.
In 2012, Australia formally apologized to Norman, with one MP telling Parliament that Norman’s gesture “was a moment of heroism and humility that advanced international awareness for racial inequality.”» 

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Telma Monteiro uma nação

 
Telma foste incrível.
Eu tento sempre acompanhar os Jogos Olímpicos, desde criança, lembro-me de guardar os autocolantes com os logos e as mascotes de cada ano. Em 2000 a minha mãe ofereceu-me o relógio dos jogos olímpicos de Sydney, era transparente e eu tinha muito orgulho nele. Era uma criança, mas sabia que no meu pulso, levava nas horas, o símbolo de uma competição que paradoxalmente une o mundo.
Qual é o melhor atleta da humanidade, qual é o melhor país, sinonimo de empenho, a entrega o suor, nada disto é concebido sem trabalho.
Por isso gosto de ver todas as modalidades dos jogos, mesmo quando não percebo as regras. Nestes dias -dado ao fuso horário- à noite, vamos para a casa da avó e com pipocas, os primos lá acompanham o Michael Phelps: 24 medalhas (como é possível???)
Mas foi por acaso que te vi Telma, abrir naquele momento a televisão. Impressionante. O teu olhar, o
teu empenho e a tua força. Que orgulho. Vi que levavas nas mãos um país pequenino -nós- Portugal, talvez por isso lutaste com toda aquela tua fúria. A concentração os nervos, como é gerir tudo isso? Como é o bater do coração quando estás ali, no tapete, prestes a ganhar? As lágrimas são de cansaço? São de alegria? São de Medo?
E eu sem me aperceber estava a ver a história do meu país, estava num sofá, que diferença, e tu com calma, perícia e entrega, meteste o adversário no chão e levantaste a nossa bandeira nestas olimpíadas!
Obrigada, porque não há sorte nos vencedores, porque ninguém vence sozinho, porque não desististe quando estavas cansada.... Obrigada!
 
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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Um olhar e um coração que enchem qualquer pódio!


Ainda a propósito dos Jogos Olímpicos, do Rio de Janeiro deste ano.
Resiliência e determinação personificados na história da nadadora olímpica, Yusra Mardini, de 18 anos. Vale a pena mergulhar no olhar desta miúda, que enche qualquer pódio.

A nadadora olímpica que fugiu da guerra na Síria e nadou três horas para salvar 20 pessoas de se afundarem no mar (aqui)



Às vezes não podíamos treinar por causa da guerra.
Outras vezes nadávamos em piscinas onde os telhados foram rebentados em três ou quatro sítios.
Se tivesse deixado alguém morrer afogado, jamais me perdoaria.




Quero que todos pensem nos refugiados como pessoas normais que tiveram as suas terras e as perderam, não porque queriam fugir e ser refugiados, mas porque têm sonhos nas suas vidas e tiveram de ir.




Declarações de Yusra Mardini


- Motivações e valores que enchem o 1º lugar de qualquer competição -

Portugal nos Jogos Olímpicos- Medalha de bronze


Boas notícias para o desporto nacional e para Portugal. 
A judoca Telma Mendonça venceu a romena Corina Căprioriu, nos Jogos Olímpicos, deste ano, no Rio de Janeiro. 
Traz assim, para Portugal uma medalha de bronze na categoria -57 kg.


 - Parabéns Telma Monteiro -



sexta-feira, 22 de julho de 2016

Ainda existe boa publicidade (XXIII)


A propósito dos Jogos Olímpicos.
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Um anúncio contagiante!! Mostra que as circunstâncias da vida, neste caso, uma criança especial, eleva as suas capacidades para uma competição onde estão os melhores.
Resultado : Torna-se uma campeã!!!!

A providência divina faz destas coisas, traz sempre um presente, uma lição de vida, mesmo quando o embrulho não é perfeitinho.