sexta-feira, 28 de novembro de 2014

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

é confuso...

mas existe quem consiga fazer resumo da história: Aqui
 
 

Dica de Beleza # 1

A esfoliação é um passo importante nos cuidados que devemos ter com a nossa pela, ajuda a eliminar as células mortas e a limpar os poros, desobstruindo-os, o que ajuda a prevenir o excesso de sebo e a optimizar os efeitos do hidratante e do tónico de limpeza.

Contudo, deve ser feita no máximo uma vez por semana, sendo que as peles muito secas só deverão fazer 1 vez por mês.


Esfoliante de pele caseiro:

* 1 colher de mel 
* 2 amêndoas moídas ou 1 colher e ½ de açúcar 
* 1 colher de chá de sumo de limão ou essência de lavanda

Massajar com uma luva em movimentos circulares e deixar actuar 15 minutos. Limpar com água morna.







a (auto)censura do ocidente II

 

Achas que tirar uma selfie em Paris é que está na moda...

Então clica AQUI

#FAZESFALTA

 
Na campanha de recolha de alimentos do Banco Alimentar que se aproxima #FAZES FALTA: vamos ter muitos voluntários unidos pela causa da luta contra a fome nos supermercados, nos armazéns e nas redes sociais.
Partilhem esta mensagem com todos os vossos amigos e contactos, convidando-os à participação na campanha do Banco Alimentar.
Podem também convidar um amigo para tirar uma fotografia e partilhar com #FAZESFALTA
Contamos consigo para ajudar quem mais precisa.
No próximo fim de semana FAZES FALTA ao Banco Alimentar.
 

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

 
Preparing my Master's Thesis ...
 
Sheryl Sandberg: Why we have too few women leaders?

Derreti

"É para você não se olvidar de mim"

É o que dá ter sobrinhos emigrantes....

a (auto)censura do ocidente

 
 

E tu, onde estavas há dois meses?

Gosto sempre de pensar na relatividade do tempo. 5 minutos: pouco tempo para quem está a acabar um exame, muito tempo para quem está à espera na fila do supermercado. Meia hora: tempo suficiente para me arranjar e sair de casa, pouco tempo quando estou com quem gosto. Uma semana: pouco tempo quando estamos de férias, muito tempo quando temos saudades de alguém. Dois meses: muito tempo para quem não tem nada para fazer, pouco tempo para quem descobre que afinal há muito para fazer.

Há dois meses as coisas eram diferentes. As cores eram diferentes. As despedidas custavam mais, as decisões eram mais difíceis, o tempo era demasiado. Há dois meses não conseguia ouvir certas músicas de coração desligado. A cabeça repetia o que o coração não conseguia apagar. As lágrimas eram mais fáceis. Há dois meses não estava aqui.

Agora estou aqui. Aqui “entre nós que ninguém nos ouve”. As decisões e as despedidas são igualmente difíceis mas mais fáceis de carregar. O coração e a cabeça lá se conseguiram entender e formam um discurso coerente (interior e exterior). Dois meses depois percebo a sorte que é poder recomeçar, ter uma folha em branco e risca-la como bem me apetecer. Descobri que tenho mais amigas (obrigada MT!). E ter calma já não me tira a calma. Aprendi que é bom dar passeios sozinha (modéstia à parte: até sou boa companhia). Há dois meses tornei-me farmacêutica.

E daqui a dois anos vou gostar de me lembrar como dois meses é pouco tempo. 

D. Cayetana

María del Rosario Cayetana Paloma Alfonsa Victoria Eugenia Fernanda Teresa Francisca de Paula Lourdes Antonia Josefa Fausta Rita Castor Dorotea Santa Esperanza Fitz-James Stuart y de Silva Falcó y Gurtubay, Duquesa de Alba, 14 vezes Grande de Espanha, tinha a prerrogativa de poder entrar numa igreja a cavalo, entre muitas outras curiosidades que recheiam esta vida tão rica. Mãe de 6 filhos, casada pela Igreja 3 vezes, atravessou o melhor e o pior da história do séc. XX, e soube acompanhar estes anos de séc. XXI como ninguém.


Dona de um estilo inconfundível e polémico, sempre soube acompanhar as tendências, sendo ela mesma uma trendsetter até ao fim da sua vida, aliando as conjugações mais ousadas de padrões, cores e tecidos às combinações mais clássicas e intemporais. Numa palavra: única.

Embora madrilena de nascimento, o seu coração sempre foi de Sevilha, o que se reflectiu no seu amor pelo flamenco e nos coordenados que escolhia tanto para uma cerimónia como para os regressos a casa depois das estadas no hospital.
Uma análise de estilo que merece ser feita, para admirar e servir de inspiração, numa viagem que passa pela inevitável Casa Chanel, mas nunca descurando os seus preferidos de Espanha como Balenciaga, Victorio y Lucchino e Pilar Burgos, criadora de tantos sapatos originais de D. Cayetana.








 Com Jackie O., de quem também falaremos





No dia do seu 2º casamento




Nos anos 70 do hippie e do boho







De kaftan, que agora se usa tanto!












Sempre uma expert no uso da mantilha e no mix&match




Sempre sem medo dos tules, rendas, folhos, penas e das combinações fortes de cores









GRANDE
Aqui em Victorio y Lucchino, com folhos, seda, renda e o abanico da praxe, a más grande entre los grandes de España


(Créditos fotografias: El Mundo, Vogue ES, Hola)






terça-feira, 25 de novembro de 2014

Kimono

Chegaram em grande. Com ou sem franjas. Mais ou menos coloridos. Floridos ou com padrões. Eu fiquei rendida a esta moda dos kimono!


Hoje contava a uma amiga (que adora brincar comigo porque diz que eu não sei o que é um kimono verdadeiro) que tinha comprado um na loja dos chineses. Ao que ela me respondeu:

"Aposto que os donos da loja têm uma boa anedota para contar à família quando falarem por skype"

Qual é o cúmulo da soberba?

Comprar 20 mil exemplares do seu próprio livro.

a culpa é nossa

Mais um artigo - a não perder - de Helena Matos: AQUI
 
 

O programa "A Casa dos Segredos" tem um novo formato:


wake up, we are different

Mais um artigo que ajuda a desmontar a ideologia do género: Aqui
 
 
 

para resolver os problemas da velha Europa: ouvir com atenção:

O Papa esteve (agora mesmo) a discursar no parlamento europeu, foi bastante exigente:
"Queridos deputados, está na altura de construir uma Europa, não há volta de economia, mas em redor da sacralidade da dignidade da pessoa humana"

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Marca n'agenda PORTO

+ infos AQUI
 
 

Já que estamos numa de prender pessoas, vai um "salgadinho"?


Nomes para decorar

Carlos Alexandre
 
 

Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal! (*)


Ai Sócrates, como há tanto para escrever nem sei como começar. Duvido que o próprio do filosofo tenha tido tanto protagonismo como tu nestes últimos dias, e olha que ele também foi a julgamento.
Mediatismos à parte, este fim-de-semana surpreendeu-me, não por José Sócrates ter sido detido, preso ou ter andado num simples Opel Corsa... até porque na minha ilha há um costumo muito enraizado: não nos devemos contentar com as desgraças dos outros.
Não serei eu o juiz deste caso, nem pretendo escrever uma lista de desagravos ao senhor engenheiro. Mas a verdade é que houve consequências irreversíveis com o Freeport, as escutas destruídas, a face oculta, as leis injusta o aborto livre, educação sexual imposta a crianças, ideologias do género, as luvas brancas, os prédios de luxo em Lisboa e em Paris, as fraudes, as mentiras etc.
Só que neste fim de semana percebeu-se que é possível fazer-se justiça.
Por isso fiquei feliz porque perante este nevoeiro que é Portugal viu-se lá ao fundo, não foi D. Sebastião, mas a senhora dona justiça, uma justiça mais nítida, mais palpável e sobretudo uma justiça mais justa (desculpem a redundância, é da dislexia) uma justiça que não tem medo de julgar os políticos.
Portugal precisava disto.
Agora esperemos que esta justiça não seja uma ilusão ótica no meio deste nevoeiro que é Portugal.
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(*) Mar Português, Fernando Pessoa
 
 
 

Temos concorrência (e da boa)

 

meninas chegou o frio