Mostrar mensagens com a etiqueta corrupção. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta corrupção. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

(ouvindo no café #23)

Sabem aquele tipo que é assaltado e o assaltante obriga-o a pagar por o ter assaltado?
Foi assim que me senti, quando li isto:




sábado, 4 de fevereiro de 2017

Só a mim ninguém me paga

"Manuel Abrantes" ou António Peixoto, do "Câmara Corporativa", cúmplice de gente como Fernanda Câncio, João Galamba ou Pedro Anão e Silva, pago para insultar, atacar e perseguir todos os que não se vergavam ao poder de Sócrates e companhia.


sexta-feira, 22 de abril de 2016

Cala-te, Sócrates | Jornal Público

 
«José Sócrates tem todo o direito a usar o espaço público para contestar o processo judicial no qual é arguido, dando entrevistas a rádios e jornais, e publicando artigos de opinião. Podia até ter um blogue pessoal.
 
É apenas lamentável que não faça uso de um freio mínimo para conter os mil pensamentos que tem sobre a actualidade política portuguesa.
Não se trata de não ter legitimidade para o fazer. Este é um país livre, onde a liberdade de expressão é sagrada. Trata-se de um pudor, de uma certa cerimónia, que o antigo primeiro-ministro está decidido a não praticar.
 
Esta quinta-feira, José Sócrates voltou a falar a uma rádio sobre tudo e mais alguma coisa, como se nada tivesse acontecido na sua vida e atrás do microfone estivesse apenas um ex-primeiro-ministro tornado comentador político. Ficámos a saber a opinião de Sócrates sobre o perfil ideal de um Presidente da República; sobre o que teria feito se tivesse ficado em segundo lugar nas eleições legislativas; sobre os Panama Papers, e até sobre a aprovação da desblindagem dos estatutos dos bancos.
 
Em 2007, Juan Carlos perguntou a Hugo Chávez: “Porque não te calas?”. Hoje, perguntamos o mesmo a Sócrates, com um asterisco: porque não limita a intervenção na esfera pública ao seu caso judicial? Ganhávamos todos. Os seus fiéis seguidores (que não o viam neste papel artificial e desacreditado), os seus arqui-inimigos (que não ganhavam munições para o atacar) e sobretudo todos os portugueses que, simplesmente, gostavam que Sócrates aceitasse que este não é o momento para fazer de conta que o Sócrates de hoje é o Sócrates de ontem. Isto não é condenar antes de tempo. Nem é exigir uma auto-reclusão, como se um arguido tivesse de se auto-congelar no tempo. Isto é pedir bom senso. Nestas entrevistas aparentemente banais, não há nada de banal. E todos notamos.
 
Não deixa de ser irónico que, ao microfone da Antena 1, Sócrates tenha criticado Marcelo Rebelo de Sousa por ter “transformado” a presidência “neste alvoroço”. O Presidente da República “deve ser mais reservado”, disse Sócrates, “deve ter um gravitas político um pouco mais distante e não aparecer na televisão todos os dias a comentar os mais diversos assuntos”. Um bom conselho.»
 
 
 

segunda-feira, 11 de abril de 2016

(ouvindo no café #19)


"Só para avisar aos meus amigos, pois esta notícia pode confundir algumas almas, mas a única coisa que eu tenho do Panama é isto:

terça-feira, 5 de abril de 2016

#Panama Papers, em formato light

Afinal o que é o #Panama Papers?


Desde o último domingo, 3 de Abril, que as notícias mergulham nos "paraísos fiscais" e revelam exemplos de corrupção e fuga ao fisco. 
A fuga de informação foi na sociedade de advogados - Mossack Fonseca - com sede no Panamá, daí o nome Panama Papers (Papéis do Panamá). Este caso de corrupção envolve vários ministros e personalidades mundiais.


Este filme feito pelo site vox explica de forma simples este caso de corrupção.

Let´s see who have a piggy banks?


sexta-feira, 1 de abril de 2016

Happy April 1st

day of lies
Para festejar o dia de hoje, dado à conjuntura internacional, aqui fica um SAMBINHA:
 
 
(não confundir com o José Socrates, é mesmo o amigo dele o Lula da Silva)

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Já que estamos numa de prender pessoas, vai um "salgadinho"?


Nomes para decorar

Carlos Alexandre
 
 

Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal! (*)


Ai Sócrates, como há tanto para escrever nem sei como começar. Duvido que o próprio do filosofo tenha tido tanto protagonismo como tu nestes últimos dias, e olha que ele também foi a julgamento.
Mediatismos à parte, este fim-de-semana surpreendeu-me, não por José Sócrates ter sido detido, preso ou ter andado num simples Opel Corsa... até porque na minha ilha há um costumo muito enraizado: não nos devemos contentar com as desgraças dos outros.
Não serei eu o juiz deste caso, nem pretendo escrever uma lista de desagravos ao senhor engenheiro. Mas a verdade é que houve consequências irreversíveis com o Freeport, as escutas destruídas, a face oculta, as leis injusta o aborto livre, educação sexual imposta a crianças, ideologias do género, as luvas brancas, os prédios de luxo em Lisboa e em Paris, as fraudes, as mentiras etc.
Só que neste fim de semana percebeu-se que é possível fazer-se justiça.
Por isso fiquei feliz porque perante este nevoeiro que é Portugal viu-se lá ao fundo, não foi D. Sebastião, mas a senhora dona justiça, uma justiça mais nítida, mais palpável e sobretudo uma justiça mais justa (desculpem a redundância, é da dislexia) uma justiça que não tem medo de julgar os políticos.
Portugal precisava disto.
Agora esperemos que esta justiça não seja uma ilusão ótica no meio deste nevoeiro que é Portugal.
_____________________
(*) Mar Português, Fernando Pessoa