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quarta-feira, 29 de março de 2017

HEart na comunicação social | Diário Insular #16

A RAPARIGA DO SÓTÃO VOLTOU AO DIÁRIO INSULAR

No meu recomeço nas crónicas no jornal DI, inspirei-me no pensamento do Papa Bento XVI, quando numa das suas mensagens, expôs  o paradoxo da nova comunicação, dos seus meios e das suas tecnologias. 
Estes nos aproximam de quem está longe, mas também nos afastam de quem está mais perto:
Sim que coisa estranha é ser-se VIZINHOS na geração das tecnologias.

(Diário Insular | 29 de Março de 2017)


(para ler melhor clique na imagem)

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Ainda existe boa publicidade (V)

A saga dos anúncios, com uma mensagem para além do comercial, continuam no HEart (para ver + clique AQUI)
Hoje trazemos uma pimenta bastante especial:
 
 
 
Dolmio uma marca italiana com fama no mundo Anglo-saxónico.(+ info's AQUI)  
 
 
disconnect to connect with family
 A pimenta que une as famílias.


sábado, 7 de fevereiro de 2015

1 ano depois


Hoje faz 1 ano que entreguei a minha tese de mestrado.
Pareço uma criança que tanto se orgulha de um trabalho do primeira classe, e como aquela criança chega a casa feliz com aquele desenho mal pintado e uns rabisco que diz ser o seu nome, mas para os pais aquele é verdadeiramente um bonito trabalho, com a simplicidade da criança que está a aprender a escrever.
Assim foi quando entreguei a minha tese de mestrado, um grande orgulho num simples trabalho rabiscado.
Durante o meu mestrado aprendi e vivi grandes coisas... .
Mas o que mais me marcou na aprendizagem, destes anos pela Católica, não foram a ciência política ou a Paz Perpétua de Kant,  nem o Levitã de Hobbes, nem a lógica do mercado de Adam Smith...  As coisas mais importantes foram as coisas mais simples, foi como a minha orientadora, apesar da concorrência, estava sempre disponível para me atender, mesmo quando tinha coisas mais importantes à sua espera, e numa hora com aquela professora aprendi muito mais do que em muitas disciplinas, sobretudo deu-me um exemplo de uma enorme honestidade intelectual. Aprendi que os amigos têm que ter paciência para o stress de quem têm 2 mil palavras a apagar numa dissertação, aprendi como é bom ter alguém disponível para beber um copo e dar 2 dedos de conversa que não seja sobre filosofia política,  como aprendi com aqueles amigos que vão de madrugada ao McDonald's, aprendi que é tão bom ter uma família generosa e sempre presente, aprendi que fazer um trabalho bem feito não é somente um trabalho bem feito.
Por fim, o mais importante que aprendi, foi a amar o mundo apaixonadamente e aprendi muito com quem me ensinou isso.
Um ano se passou.... e nunca imaginei isto, mas é verdade sinto saudades desses dias, tenho saudades das cadeiras da biblioteca e dos desabafos amargos do Senhor João, tenho saudades do cheiro dos livros e das canetas gastas, tenho saudades de ser estudante.