Se acreditas que chegas lá, se queres mesmo chegar lá, vais conseguir. Não interessa quem está contigo, neste momento contas tu. Só tu. Contas contigo. Com esses olhos, com essas mãos e com essa espinha dorsal. Contas contigo. Dependes de ti. Se tu acreditas que chegas lá, vais chegar. Convence cada uma das tuas artérias, cada célula, cada nervo e cada osso que te constitui. E vais conseguir. Não esperes que te indiquem o caminho, não queiras replicar o que correu bem para uns nem fugir daquilo que afastou outros. Anda a passo rápido, corre quando for preciso. Mas pára. Senta-te nas curvas, na borda da estrada e repara no pó que levantas no teu caminho. Não te acomodes e segue o que tinhas delineado. Leva quem puderes. Leva Quem nunca te deixa. Leva gravidade. E leva o espírito que te prendia com 10 anos. De risco. De nada a perder.
Mas também podes escolher outro caminho. Podes voar. Podes subir um degrau neste Mundo e viver sempre a um palmo do chão, sem nunca o tocar. Podes viver de sonhos, de ilusões. De pseudo-conquistas e de muros imaginários. E podes usar mil, dois mil meios para isso. Podes começar por te rodear do irreal, do que gostarias e de como farias, se tudo estivesse nas tuas mãos. Podes ser feito de carne e flutuar. Podes pesar mas ser feito de ar. Podes tudo, tudo isto. Podes tudo isto. Mas nesse primeiro andar em que vives, a um palmo do chão, não há mais T2. Só existem as personagens que queres criar, para nunca sentires os 58kgs da solidão.
O Mundo real faz-se no R/C. Onde tudo acontece. Em que 0,1% é controlado por ti. O resto não. São esses 99,9% de desafio que te está a escapar. Desce um degrau, não continues a subir. Porque será maior a tua solidão, a tua utopia. E a tua queda. A vida vale a pena ser vivida no meio do povo.
O texto é teu? Está muito bom! Uma vez disseram-me isto: "Trabalha como se tudo dependesse de ti e confia como se tudo dependesse de Deus" (penso que é de Sto. Inácio). De facto, há muita que se pode fazer para agarrarmos a vida com as duas mãos mas temos de ter a humildade de reconhecer que não podemos controlar tudo! E confiar em Deus.
Obrigada Any por este texto! Gostei imenso! Tu devias ser escritora, cronista, jornalista pá...sei lá....escreves mto!! Ou, então, é mm este o teu lugar!
Subscrevo o q foi dito no post e comentários. E gosto mt dessa frase de S.Inácio (acho q é mm desse Santo). E tem um piadão a vida, com essas coisas q, de fato, n podemos controlar e n dependem (pelo menos em gd parte) de nós....! Depende de nós a volta que damos às coisas q n dependeram de nós.
Mega bjinho
(Ainda tenho um msg em falta...mas em breve sai uma resposta fófinha:):)) Obrigada pela msg do "parabén";)
9 comentários:
O texto é teu? Está muito bom! Uma vez disseram-me isto: "Trabalha como se tudo dependesse de ti e confia como se tudo dependesse de Deus" (penso que é de Sto. Inácio). De facto, há muita que se pode fazer para agarrarmos a vida com as duas mãos mas temos de ter a humildade de reconhecer que não podemos controlar tudo! E confiar em Deus.
HLX
Gosto tanto
O texto é meu, sim. Muito obrigada por ter comentado. Gostei muito do que escreveu.
Até breve!
Ana
Sei tão bem quem tu és, querida :)
Só agora associei o HLX. Grande Henrique! Que bom andares por aqui!
Gosto muito deste blog :)
Mas quem és tu?
Obrigada Any por este texto! Gostei imenso! Tu devias ser escritora, cronista, jornalista pá...sei lá....escreves mto!! Ou, então, é mm este o teu lugar!
Subscrevo o q foi dito no post e comentários. E gosto mt dessa frase de S.Inácio (acho q é mm desse Santo). E tem um piadão a vida, com essas coisas q, de fato, n podemos controlar e n dependem (pelo menos em gd parte) de nós....! Depende de nós a volta que damos às coisas q n dependeram de nós.
Mega bjinho
(Ainda tenho um msg em falta...mas em breve sai uma resposta fófinha:):)) Obrigada pela msg do "parabén";)
Querida Joana, obrigada por leres. E por andares por estas bandas!
Um grande beijo,
Ana
(agora estou eu em falta com a mensagem :) )
Este blog tem bloguers muito boas. Mas estes leitores também são. Os textos são de COLOSSO!
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