quinta-feira, 27 de outubro de 2016

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Um tema que gostamos muito: a Família!!!


"Não há famílias ideais, mas há o ideal da família que não se perde e nos atrai como o cimo do monte atrai os passos do montanhista"

Um filme muito especial 
[vale a pena ver]



domingo, 16 de outubro de 2016

Visão interior de Oscar Kokoschka


Prepare-se para uma viagem com o ponto de partida em território austríaco. Iremos sobrevoar por períodos conturbados da história da Europa central. 
Escolhemos, mais uma vez, os quadros mais marcantes e os que reproduziram o expressionismo da época. Para viver intensamente cada quadro, puxe uma cadeira e sente-se confortavelmente. Reservamos, para si, alguns minutos de expressão de um tempo icónico.

A história que pintamos, hoje, é de um....
Pintor irrequieto. 
Reconhecido pela mistura de cores fortes e formas, associada ao traço extravagante.



#1 Nome


Oscar Kokoschka -1886-1980


#2 ADN

Oscar nasceu em Pochlarn, perto de Viena. A sua família passou por grandes dificuldades financeiras. O seu pai era ourives e sentiu de perto, a queda do mercado de artesanato destronado pela explosão de novos produtos industriais. Os sentimentos de inquietude e instabilidade vividos no seio familiar, exerceu no pintor um espírito de reivindicação e constante renovação, desde jovem. 

#3 Enigmas

A chave artística deste pintor, que viveu num período convulso da história da Europa, foi o Expressionismo. 

Familiarizado desde de infância com o estilo barroco - austríaco, da época, passou toda essa experiência para a sua obra. Os quadros de Kokoschaka são: retratos, paisagens, cenas alegóricas, cenas urbanas e também naturezas mortas. A veia do expressionismo de Oscar desvia-se da corrente do expressionismo alemão anterior à I Guerra Mundial. É um pintor cuja arte foge aos princípios vanguardistas históricos.

O seu registo pictórico é vincado com um lado romântico. Foi difícil posicionar a arte deste artista no século XX, mas excluir da modernidade seria um erro. Os seus quadros foram incluídos na Arte Degenerada por estarem dentro dos princípios do regime nazi. As obras expressam a tensão interior do personagem. Os primeiros quadros foram bastante polémicos para altura, pela expressão convulsa que transmitiam ao público. Deixando o público bastante irritado. Os poemas e peças teatrais da sua autoria eram tratados igualmente com a mesma violência. Mas é nesta caracterização desconcertante da expressão da realidade, que imprime o papel diferenciador do legado de Oscar Kokoschka. Pois, até à data nenhum pintor teria se destacado pela ousadia de fazer uma crónica através de imagens do seu tempo, quase como uma biografia interior do seu século. O que se torna bastante enriquecedor não só pelas emoções que transmite, nas obras, como também a transmissão de dados históricos de um tempo escuro da Europa.


#4 Influências

O seu legado teve apoio de várias personalidades ligadas às artes e às ciências: arquiteto Adolf Loos, o escritor Karl Kraus e o filósofo Ludwing Wittgenstein.
Kokoschka acentuava o seu traço artístico pela transmissão  do que os seus sentidos transmitiam. Inspirou-se também nas ideias da obra de Comenius.
As suas pinturas nunca foram bem aceites pela bem-pensante burguesia vienense, por isso, viaja para Berlim com ajuda e apoio de Herwarth Wolden.

#5 Icone

Um pintor que viveu em tempos de guerra, como muitos seus contemporâneos. Por isso, as suas obras são espelhos de uma época negra e de muita instabilidade. Até à I Guerra Mundial os seus traços artísticos foram descritos pelo próprio pintor como pinturas negras, ou pintar a sujidade da alma. Com início da I Guerra Mundial é chamado para a frente Oriental, fica ferido e com uma neurose. É tratado em Dresden. Nesse período deu aulas, melhorou as suas técnicas, que fizeram aproximar-se da linha do expressionismo característico alemão.


#6 Inspirações

A habilidade do pintor austríaco era comum tanto ao usar a aguarela e o grafite, como com as canetas hidrocor e a tinta convencional. A sua principal característica foi:
~ mescla de cores fortes e formas;
~ traço extravagante , fortemente inspirado na obra de Hummer.


#7 Frase





Não ficará nenhum retrato do homem moderno, porque perdeu o rosto e está a voltar para a selva.







#9 Últimos anos

Viaja por toda Europa. Mas regressa à cidade que o viu nascer e onde se formou. Em Viena onde se compromete com a Câmara Socialista conhecida por Viena vermelha. Kokoschka foi contra ao nazismo tendo sido obrigado a fugir para Londres. Vende e dá muitas das suas obras a causas humanitárias e cria cartazes incentivando a caridade contra a fome. O lendário cartaz - Cristo ajuda as crianças famintas - pendurados nas estações de metro de Londres. Um cartaz lindíssimo e uma ideia de revolucionar os principios básicos no seio de uma sociedade corrompida. Nonagenário morre na Suiça, depois de sair de Londres.


#10 Obra

1 legado de quase 1 século absorvido por pintura decorativa e cores fortes. Ora veja:



Crianças a Brincar - 1909
Pablo Casals - 1954

Amesterdão -1925

Joseph de Montesquioi-Fazensac - 1910

Ovo vermelho -1940-1941
Caricaturas de Hitler e Mussolini

A Tempestade - 1913

O poder da Música -1920



sábado, 15 de outubro de 2016

sábado, 1 de outubro de 2016

Voltei Voltei


Voltamos, foram umas férias rápidas, de vez enquanto perguntavam-me: "quando começam a escrever de novo no blog?",  cá está a resposta: hoje, dia 1 de Outubro, eu gosto dos dias 1's, faz-me lembrar que tenho que recomeçar: hoje e agora.
---|||---
 Agora só falta mesmo arrumar a vida:

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Sejam bons padrinhos

Há muito tempo que penso que devia haver um curso de preparação para os padrinhos de casamento. Então se o há para os noivos porque não para os seus maiores ajudantes?!? 
Sobretudo porque na nossa geração há muita gente que percebe o conceito de "apadrinhar" como se fosse um crachá de BFF de um dos noivos. Tanto assim é, que já ninguém tem 2 padrinhos, mas 4, 5, 6 e às vezes mais de 10! Tem problema? Em si, não. Mas pode ser um dos sintomas de que os noivos (ou um dos noivos) tiveram dificuldade em excluir amigos dessa elite de padrinhos ou por terem, de facto, muitos e bons candidatos ao lugar, ou porque tiveram medo de ferir alguma susceptibilidade... E será que queremos mesmo um padrinho que se ofenda assim tão facilmente?!


Já lá vamos, comecemos pelo início:

❤️ O que é um padrinho?
Um padrinho/madrinha de casamento é primeiramente uma testemunha do casal. Não deveria sequer haver padrinhos do noivo e madrinhas da noiva - os padrinhos são do casamento, não das pessoas. Não raras vezes, pergunta-se à noiva "Quem são as tuas madrinhas?", como se elas fossem só dela! (Newsflash: Não são.) 
Os padrinhos são então testemunhas de que os noivos (os dois) lá chegaram de livre vontade, de que estão dispostos a amar-se e respeitar-se para sempre, e que estão comprometidos perante si mesmos e a Igreja. Claro que todos os restantes convidados também são testemunhas, afinal estão lá a consentir no sacramento que se realiza! Mas os padrinhos do casal assinam documentos na sacristia que os tornam os únicos que oficialmente podem ser considerados testemunhas. Estão a perceber? Se se precisar de saber alguma coisa daquele dia, será às testemunhas que se recorre. Isto é, a sua missão de testemunha não termina naquele dia ao assinar papelada... *wink wink*

❤️ Para que serve um padrinho?
Um padrinho será provavelmente um amigo, que se espera para a vida, mas a diferença para outros amigos é que tem um dever especial não só para com o amigo, mas também para com o cônjuge que o seu amigo escolheu. Um padrinho serve portanto para cuidar do casamento dos afilhados para sempre. Isso significa ouvir dos afilhados, perguntar como estão (na relação, não só pessoalmente), ajudar a reconciliar-se se for o caso. 
Não é para ser confidente de um deles, não é para levar o marido a sair quando as coisas não estejam fáceis em casa, não é para dar guarida à mulher quando discutem, não é para terem papas na língua. 
Em casos extremos, os padrinhos podem ter de ser os guardiões dos filhos do casal. De maneira que ter 16 padrinhos digamos que complica esta divisão dos filhos (a não ser que haja mesmo muuuitos filhos!)

❤ Então como deve ser escolhido um padrinho? 
Decorre do acima que um padrinho deve ser de confiança (aquela confiança de quem não se ofende por não ser escolhido, estão a ver?), deve ser assertivo e verdadeiro, deve conhecer ambos os membros do casal e conhecer a sua relação (mesmo que unilateralmente) e deve sobretudo ser a favor da sua união sacramental. Mais que isto, será da liberdade de cada um. 
Amigos há anos ou há 6 meses? Pode não ter qualquer relevância. 
Amigo solteiro ou casado? Indiferente. 
Divertido e extrovertido ou calmo e ponderado? Não tem importância. 
Desde que queira bem ao casal, que os queira ver chegar a uma "ditosa velhice", não importa os restantes traços de personalidade. 
Quanto à religião, não acho que seja imperativo a adesão ao catolicismo, no entanto, e visto que um padrinho deve concordar com o sacramento em geral e com os votos proferidos no dia em particular, não há dúvida de que conhecer e concordar com alguns princípios de Fé ajuda na tarefa de apadrinhar. Mas, na maioria das vezes, padrinhos que sejam informados do que se promete no casamento concordam com os princípios e valores subjacentes. O importante é serem informados e fazerem uma reflexão séria!

Posto isto, acho importante referir que padrinhos convidados devem ponderar bem o convite e até podem (devem, em certos casos) recusar o convite caso não acreditem no casamento, nas motivações dos noivos ou no sacramento do matrimônio em particular. Já ouviram alguma vez isto acontecer? Eu também não! Mas já ouvi alguns padrinhos queixarem-se da noiva/o e até da relação do seu amigo/a... Isto diz muito da honestidade e da amizade que se diz ter.

A quem é ou vai ser padrinho ou madrinha de casamento: Estão dispostos a isto? Nem sempre será fácil, vão ter de dizer coisas desagradáveis, às vezes até arriscar toda a vossa amizade, mas é essa a vossa tarefa - para sempre. Boa sorte! 
❤
Malta casada, e os vossos padrinhos, são tudo isto e muito mais? O que tiveram em conta? Contem-nos tudo :) 

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Rua das Escolas Gerais, Promete!!!!



Para inspirar...... Perve Galeria não toma meias medidas!

A seleção de Acervo, da Perve Galeria tem este ano, mais de 3.000 obras de artistas lusófonos e internacionais, em exposição!! Vão lá estar - Dali, Picasso, Man Ray e Cesariny entre outros.
Aproveite!!!


6 DE SETEMBRO @ 8 DE OUTUBRO!!
ENTRADA LIVRE  




terça-feira, 30 de agosto de 2016

Tudo vale a pena quando a alma não é pequena




Antes de mais convém fazer um pequeno parêntesis ou uma breve declaração de interesses, fazendo assim jus à minha veia de jurista que escreve, escreve, escreve...
[Sempre achei que tinha jeito para escrever (presunção e água benta cada um toma a quer!!). Fui assistindo de longe às publicações deste querido Blog e acabava sempre a pensar: ler isto faz tão bem! Um dia caí no erro (ou não) de comentar com a D. do meu coração (como sempre lhe chamo) que gostava de colaborar no Blog mas tinha uma falta de coragem enorme pois não sabia se o meu "estilo" seria aceitável e interessante o suficiente. Claro que a D. fez aquilo que sempre faz: reagiu com imensa alegria e passado um segundo tinha no e-mail um convite a participar no Blog SEM QUALQUER RESERVA. Passaram dias e até meses e o artigo nunca saía, tanto que convite passou o seu “prazo de validade”. As últimas conversas com a D. no whatsapp foram do género: D. não está esquecido! Vou de férias para o sossego dos montes e vales de Bragança e vou escrever. Até hoje: nada! Nota para a posteridade: “Amanha! Algumas vezes é prudência; muitas vezes é o adverbio dos vencidos!! (ups!)
Hoje o síndrome do “um dia…” está demasiado enraizado (contra mim falo!). Um dia começo a correr (está na “moda”, que me desculpem os corredores natos), um dia vou à Índia (forever alone, na tentativa – falhada ou não – de arranjar uma solução para o Coração), um dia sigo os meus “to do´s” à risca, um dia ligo-te querida L. porque sempre que te reencontro ou sei de ti prometo a mim própria que te vou ligar, sem falta!! Um dia dá-me um vipe e vou fazer o caminho de Santiago de Compostela, um dia faço-Te mais companhia,um dia escrevo um artigo para um blog maravilhoso.... Tenho a impressão que desde pequeninos somos habituados a esta premissa “um dia…” Um dia quando fores grande o que queres ser? Um dia que tenhas filhos como se vão chamar? Um dia que tenhas o teu salário milionário que vais querer fazer? E temos a resposta na ponta da língua para tudo. E hoje pergunto-me: então e o agora? Como dizia um Santo, muito humano: "hoje, agora”, ou então agora ou nunca! Prefiro as duas!
Hoje foi o dia, como dizia o outro. E de facto às vezes precisamos daquele incentivozinho para fazer alguma coisa (como a voz da mãe que sempre diz: filha coração ao largo, vai). No meu caso foi um encontro mais ou menos fortuito com um projeto chamado "Zizzi Art Gallery" (sigam AQUI e AQUI) - se lerem até ao fim prometo que vão ficar a saber o que é.]

Razões do coração (que a razão desconhece, literalmente) fizeram com que me cruzasse com a A. Detentora de um gosto incrível (a todos os níveis) muito calma e que ao primeiro contacto marca a devida distância, mas que depois nos faz sentir como família. Com uma fortaleza que leva todos a ela recorram para ser "salvos de uma aflição". Seguiu o seu sonho e estudou na área das artes. Após várias tentativas teve a coragem de arriscar num projeto próprio, contra tudo e contra todos. Entretanto, o coração foi traiçoeiro, mas a nossa ligação manteve-se e fui ajudando a A. em alguns aspetos jurídicos (e não só) do seu projeto.

Agora sim e finalmente o motivo que me levou a escrever pela primeira vez no blog: há uns dias em conversa a A. confidenciou-me (espero que não leves a mal) que estava a surgir aquele "medo" de todo o trabalho ser em vão e o projeto não ter pernas para andar. É humano. Também eu estaria com um miaufa tal que acho que nem sequer tentava. Mas como a A. tem um coração grande arriscou e não desistiu. Sozinha fez tudo. Qual empreendedora! E eu que sinto o projeto um bocadinho meu disse-lhe que vale a pena. Fiz mal?! Qual era a outra hipótese? Não fazer nada? Não tentar? O mundo está cheio e farto de wannabes que nunca chegam a Ser. Farto de expressões do tipo: se eu fosse... Se eu pudesse, se não vivesse em Portugal, se tivesse dinheiro lalalalala. É mais fácil ficar parado. Temos de ser realistas com os pés bem assentes na terra, mas com o coração e a cabeça no imenso céu. “Podes tudo. Basta quereres”. Cada vez mais vemos surgir as tão conhecidas “startups” lideradas por jovens guerreiros que põem mãos à obra e criam uma “inveja boa” aos que assistem.

“Como custa – Bem sei. Mas para a frente! Só será premiado – e com que prémio – aquele que pelejar com bravura.”

A 8 dias da grande apresentação da Zizzi Art Gallery (galeria de arte online 3D com exposição de obras de artistas em emergência que nos levam a uma experiencia visual maravilhosa) achei por bem dar a conhecer o teu projeto querida A.

Caros leitores (soa muito bem escrever isto) e eu na primeira linha: “Não tenhamos coração provinciano – Dilatemos os nossos corações até que sejam universais, «católicos». Não voemos como ave de capoeira, quando podemos subir como águias”.

E como alguém que escreve muito melhor que eu afirmava: tudo vale a pena quando a alma não é pequena!


O avô da Carolina

Naquele dia a Carolina tinha mandado uma mensagem aos amigos, a avisar que o seu querido avô tinha partido para junto de Deus, pediu as nossas orações.
Eu não conhecia o avô da Carolina, mas conheço a Carolina, por isso tinha a certeza que só podia ser alguém muito bom - penso que existe um provérbio que diz que conhecemos a arvore pelo fruto e, eu, fiz uma dessas deduções.
O facto é que no outro dia deparo-me, nas notícias, com a história do avó da Carolina e, a minha dedução, não só foi certa, como conheci uma vida ainda mais rica.
Por vezes precisamos de ler estas histórias de pessoas "normais" para percebermos que está no nosso alcance marcar a diferença no nosso país. Deixar rasto e de viver uma vida cheia, depende de nós e da nossa entrega aquilo que fazemos. Foi tudo isso que senti quando conheci o avó da Carolina (podíamos ter tido muitas boas conversas, afinal ele apreciava um dos meus escritores de predileção)
 
 
 
 
Jorge Colaço, Observador | 29/8/2016
 
 


 

Nunca foi tão bom ser "pobre"

NiT faz o apanhado das 10 coisas fantásticas para provar em Lisboa até 2€
[[[ AQUI ]]]
 
 

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Quando os Apóstolos atiram as "redes" ao "mar"

Zuckerber esteve hoje no Vaticano com o Papa Francisco (pela primeira vez vejo o fundador do Facebook com fato e gravata, sem aquele conjunto  (t-shirt e calças de ganga) que são a sua marca), O que será que o Papa Francisco possa ter dito ao Mark.....
Por outro lado podemos ler as bonitas palavras do fundador do Facebook, na sua página do Facebook, sobre a visita ao Santo Padre:

Priscilla and I had the honor of meeting Pope Francis at the Vatican. We told him how much we admire his message of mercy and tenderness, and how he's found new ways to communicate with people of every faith around the world.
We also discussed the importance of connecting people, especially in parts of the world without internet access. We gave him a model of Aquila, our solar-powered aircraft that will beam internet connectivity to places that don't have it. And we shared our work with the Chan Zuckerberg Initiative to help people around the world.
It was a meeting we'll never forget. You can feel his warmth and kindness, and how deeply he cares about helping people.

|||Uma mudança de mês penosa|||

Fica A-G-O-S-T-O!!!!!!!!
 
 

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Porque hoje é dia 26 de Agosto | dia de Częstochowa


"Em Caná, como aqui em Jasna Góra, Maria oferece-nos a sua proximidade e ajuda-nos a descobrir o que falta à plenitude da vida. Hoje, como então, fá-lo com solicitude de Mãe, com a presença e o bom conselho, ensinando-nos a evitar arbítrios e murmurações nas nossas comunidades."

Homilia do Papa Francisco na Santa Missa por ocasião do 1050º aniversário do Batismo da Polônia, no Santuário de Częstochowa.
Jornadas Mundiais da Juventude

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Foi ontem o dia de (re)lembrar uma das memórias mais duras para nossa Europa

 
 

Contudo a dialética "tolerante" voltou!!!
Mas mais uma vez a "União Europeia" a ser muito pouco clara em prol de uma tolerância, tolerância a um regime criminosos, ainda estamos na fase pouco histórica que não-se-pode-falar-mal-do-marxismo-porque-aceitamos-os-comunistas-nas-nossas-escolas-ocidentais-como-uma-corrente-livre.
 
Leia de novo e com atenção ao post do Facebook do Parlamento Europeu (imagem a cima), é o dia de relembrar as vitimas de Stalinismo e do Nazismo, peço desculpas senhores comissários, é sim o dia de relembrar as vitimas do Marxismos e do Nazismo! Porquê ocultar o regime por detrás de Staline? Ou porque não dizem que é o dia de relembrar as vitimas do Hitlerinismo....
 
Se querem relembrar as vitimas, louvar as suas vidas com todo o respeito merecido e devido, sejam livres e não tolerantes com o mal.
 
Ontem foi o dia de relembrar a vitimas dos regimes mais monstruosos que a Europa teve no século XX: o Nazismo e o Comunismo.
Por isso ontem foi o dia de enchermos de coragem e de declaramos (novamente) luta ao despotismo e à injustiça, seja ela nacional socialista ou marxista, de esquerda ou de direita, vermelha ou amarela, sempre pela (verdadeira) liberdade, sem preconceitos económicos e falsas tolerâncias.
Acorda Europa e assume os teus erros do passado (e do presente!)
(*) a chamada de atenção a este post tolerante foi feita pelo meu professor de teoria politica




Ser honesto é aceitar e apontar o erro e a injustiça:

Próximos Jogos Olímpicos em 2020 serão no Japão

Vamos festejar com comida japonesa????? 
(desta lista do NiT eu recomendo o sushisan e o sushitime)
 
 

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Porque somos todos Emigrantes

Os Emigrantes, Domingos Rebelo
 
Com os refugiados estamos a ganhar uma visão sobre a imigração, infelizmente muitos caíram no erro da arrogância e, ouso em dizer, da estupidez, do discurso racista. Afinal de contas nós também somos um povo de emigrantes. Sempre cresci com a máxima, há mais açorianos na América do que nos Açores, isso ajudou-me a ser uma pessoa aberta: muito patriota e pouco nacionalista.
Os Açorianos são um povo de aventureiros e por vezes as ilhas tornaram-se pequenas, a ida para os EUA era não só uma fuga para a aventura como uma tentativa de melhorar a vida das suas famílias.
Hoje li a histórias de Evaristo Gaspar e de Vítor Caetano e não consegui deixar de ver algumas histórias contemporâneas de quem foge do seu país e de quem é bem recebido.

#OrgulhoDeSerAçoriana #OrgulhoDeSerUmPovoDeEmigrantes
 
 
 
---------------------------|||||||||---------------------------
 
 
 
Açoriano Oriental,


Dois açorianos construíram há 65 anos um barco para emigrar para os Estados Unidos da América (EUA), conseguindo obter a cidadania deste país com a ajuda de John F. Kennedy, que viria a tornar-se presidente.
"John F. Kennedy tinha-se empenhado na construção da igreja portuguesa de Cambridge e promoveu uma grande festa para assinalar o aniversário da instituição, num dos maiores hotéis de Boston, onde também estive presente e lhe fui apresentado", disse à agência Lusa Vítor Manuel Caetano (na foto), de 91 anos, o único sobrevivente desta aventura.
Evaristo Gaspar, já falecido, e Vítor Caetano, partiram de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, a 28 de junho de 1951 e chegaram a 23 de agosto aos Estados Unidos, onde foram recebidos como heróis, depois de terem sido dados como mortos.
Os dois foram recolhidos ao largo das ilhas Bermudas por um navio, quando a sua embarcação se encontrava à deriva e estavam sem alimentos há cerca de uma semana.
Vítor Caetano, que tinha 26 anos, afirmou que quando se encontrou com John F. Kennedy este encontrava-se de muletas na sequência de uma cirurgia à coluna, da qual "muito se queixava".
Segundo o açoriano, John F. Kennedy, à data congressista pelo estado de Massachusetts, ficou fascinado com a sua aventura marítima e assegurou-lhe que iria empenhar-se na sua legalização para ficarem no país.
"Ele ficou admirado com a nossa história. Ele próprio contou-me como ficou ferido durante a II Guerra Mundial, num barco de patrulha. Todos os anos, graças a JFK, eu renovava os meus documentos e, quando faltavam sete dias para os cinco anos (período necessário para obter a cidadania), tornei-me cidadão americano", declarou Vítor Caetano, recordando que o congressista "mandava sempre cumprimentos" por via de um português que trabalhava numa das residências do clã Kennedy na Nova Inglaterra.
Quando o político de origem irlandesa chegou à presidência dos EUA, Vítor Caetano enviou-lhe uma carta a dar os parabéns "por ser presidente de um grande país como a América", tendo este retribuído com um agradecimento.
John F. Kennedy, cuja relação com a comunidade de emigrantes açorianos na costa leste dos Estados Unidos é conhecida, foi um dos responsáveis pelo 'Azorean Refugee Act', em 1958, a par de outro senador, John Pastore.
Esta foi uma legislação aprovada pelo Congresso dos Estados Unidos que permitiu às vítimas do vulcão dos Capelinhos, ocorrido na ilha do Faial em 1957, emigrarem para os Estados Unidos.
Vítor Caetano teve de abdicar do seu barco quando foi recolhido pelo navio, mas não antes de retirar de bordo a bandeira portuguesa, uma imagem da Virgem de Fátima e outra de São José, nome com que foi batizada a embarcação.
Mais tarde construiu uma réplica em miniatura, que ostenta "com orgulho" na sua residência.
A aventura dos dois açorianos inspirou uma obra de ficção do escritor Manuel Ferreira, denominada "O barco e o sonho", que foi adaptada para televisão
.
 
 
---------------------------|||||||||---------------------------
Podem ver o filme: "O Barco e o sonho" AQUI

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Histórias (para)olímpicas (VII)

 
Ana Margarida Filipe, já todos nós a conhecemos.
 
É (mais uma vez) o orgulho dos Açores e de Portugal. 
Escrevi em Dezembro, num artigo para o Diário Insular, sobre a sua história (podem (re)ler, basta clicar na imagem a baixo!).
É uma história inspiradora, de muito empenho de uma atleta, de uma treinadora e de uma instituição: o verdadeiro significado do teamwork.
Agora Ana Margarida Filipe vai ser uma das nossas atletas das Paraolimpíadas, esta presença já é uma vitória e eu posso dizer com muitíssimo orgulho que ao ver uma açoriana, terceirense, na competição dos melhores do mundo, dá-me uma enorme felicidade.
Go Ana Margarida!
 
 
 

(para ler melhor clique na imagem)

Histórias olímpicas (VI)


Feyisa Lilesa, sabe quem é?
 
A sociedade de hoje perdeu os homens com a coragem para mudar o mundo, perdeu aqueles que não se importam com as consequências das suas atitudes, homens que se incomodam com as injustiças e com a falta de liberdade, homens que dão a vida.
 
O atleta da Etíopa Feyisa Lilesa é um destes raros homens, que dão a vida pela justiça, pela liberdade pelo seu povo:
Lilesa fez um gesto que vale mais do que uma medalha de prata, é um alerta para nós, para nós percebermos o que se passa neste país africano, para nós despertarmos para a Etiópia: AQUI.

Histórias olímpicas (V)

 


Nikki Hamblin conhece?

A atleta da Nova Zelândia não ficará para a história como aquela que bateu o recorde mundial na corrida dos 5000m mas será sempre um símbolo de grande humildade e espírito desportistas (- isso vale mais do que o ouro!)


Que grande!