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domingo, 6 de março de 2016

Porque hoje é domingo #4



Por acaso tive a sorte, ou melhor, a graça de conhecer de perto o trabalho das Missionárias da Caridade, reconhecidas por serem as Irmãs da Madre Teresa de Calcutá.
De um pobreza extrema, uma piedade incrível e uma generosidade única no mundo, ninguém duvida (nem ateus, nem comunistas...), da importância deste trabalho solidário e desprendido.
Tenho muitos amigos que colaboram nas suas obras de caridade, inclusive já trabalharam com estas santas mulheres na Índia. 
Já vi por perto esta obra em acção: a maneira como cuidam dos velhos, dos mais pobres dos pobres, como vivem a sobriedade e como estão sempre alegres perante as adversidades.

O ocidente parece não ver, mas eu estou chocada e triste com esta violência gratuita e desmedida no Iémen, A morte de 4 irmãs, e de 12 colaboradores, o sequestre do sacerdote que estava a rezar na capela, é um o ódio incrível contra os cristãos.
Mulheres em que a única arma é o Rosário, mulheres que não faziam outra coisa se não ajudar os necessitados e cuidar daqueles que já ninguém cuida.

Foi um ataque à nossa fé e um ataque ao Amor e um ataque à Caridade.
Que estas mártires sejam um exemplo de fé e que desperte a nossa consciência, há quem dê o sangue pela doutrina, enquanto muitos estão a negociar conceitos, há quem dê a vida pelo Evangelho enquanto muitos estão a tentar interpretá-lo às suas maneiras, há quem dê tudo por Amor, enquanto muitos não conseguem perdoar ninharias que mexeram no seu orgulhozinho.
Pense nisso.
Bom domingo a todos!

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Carta aos terroristas que mataram a sua mulher

A demonstração da superioridade de um povo está  no perdão, em não deixar que o odeio nos domine.
Li aqui: Sábado. A carta de um viúvo aos terroristas. A original está no Facebook de Antoine Leiris.
Só me resta agradecer a este senhor por mostrar a nobreza da Europa.
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O jornal Libération divulgou uma carta de um recém-viúvo francês aos terroristas que mataram a sua mulher, nos atentados de 13 de Novembro de 2015. Foi escrita por um jornalista da France Bleu, Antoine Leiris, e está a tornar-se viral.

"Vocês não terão o meu ódio
Na noite de sexta-feira vocês acabaram com a vida de um ser excepcional, o amor da minha vida, a mãe do meu filho mas vocês não terão o meu ódio. Eu não sei quem são e não quero sabê-lo, são almas mortas. Se esse Deus pelo qual vocês matam cegamente nos fez à sua imagem, cada bala no corpo da minha mulher terá sido uma ferida no seu coração.
Por isso eu não vos darei a prenda de vos odiar. Vocês procuraram-no mas responder ao ódio com a cólera seria ceder à mesma ignorância que vos fez ser quem são. Querem que eu tenha medo, que olhe para os meus concidadãos com um olhar desconfiado, que eu sacrifique a minha liberdade pela segurança. Perderam. Continuamos a jogar da mesma maneira.
Eu vi-a esta manhã. Finalmente, depois de noites e dias de espera. Ela ainda estava tão bela como quando partiu na noite de sexta-feira, tão bela como quando me apaixonei perdidamente por ela há mais de doze anos. Claro que estou devastado pela dor, concedo-vos esta pequena vitória, mas será de curta duração. Eu sei que ela nos vai acompanhar a cada dia e que nos vamos reencontrar no países das almas livres a que nunca terão acesso.
Nós somos dois, eu e o meu filho, mas somos mais fortes do que todos os exércitos do mundo. Eu não tenho mais tempo a dar-vos, eu quero juntar-me a Melvil que acorda da sua sesta. Ele só tem 17 meses, vai comer como todos os dias, depois vamos brincar como fazemos todos os dias e durante toda a sua vida este rapaz vai fazer-vos a afronta de ser feliz e livre. Porque não, vocês nunca terão o seu ódio."




segunda-feira, 16 de novembro de 2015

"Play the Marseillaise! Play it!"

Perante estes acontecimentos tenho me lembrado da história de quando estreou o filme Casablanca, no cinema açoriano. Era uma história, ou melhor era História, que o avô Francisco contava-me, sem se fartar de contar e eu sem me fartar de o ouvir.
Ele tinha uma grande admiração pelos franceses, "símbolo de liberdade", dizia-me,  com o seu espirito revolucionário e o seu caracter de historiador, contava-me como o cinema fora um aliado nesta luta  "eu vivi tempos de guerra, em que a história foi escrita não pelos vencedores, mas pelos corajosos, pelos mártires, pelos homens coerentes, incorruptos, que lutavam pela dignidade, pela vida, pela justiça e pela liberdade. No dia em que, nos Açores, chegou às salas de cinema o filme "Casablanca" isso não nos era indiferente, nós sabíamos o que era a guerra, nós sabíamos o valor da nossa liberdade, por isso, no filme, quando Victor Laszlo mandou tocar La Marseillaise, frente aos Nazis e,  juntamento com aqueles dissidentes, todos nós, naquela sala de cinema nos levantamos, todos nós nos pusemos de pé e cantamos, ou melhor gritamos, com as lágrimas nos olhos, o hino da França, porque sabíamos que ali estava o sangue dos que morreram pela nossa liberdade... Naquele cinema podíamos ser um pequeno grupo de açorianos, homens e mulheres que aparentemente  viviam isolados nas ilhas, mas tínhamos fé na humanidade."
Perante estes acontecimentos não me é indiferente ouvir La Marseillaise, afinal de contas, eu também tenho fé na humanidade.
 
 
 (Santa Missa celebrada pelas vitimas dos ataques terroristas - Notre Dama Paris)

Je suis Paris

 
 
13 de Novembro 2015
Preferia que tivesse sido um dia banal, que fosse uma sexta-feira como as outras sextas-feiras, mas há dias que marcam a nossa história, e que história é esta?
Apercebi-me, as coisas que mais gosto de fazer são as coisas normais: gosto tanto de ir a um concerto com os meus amigos, confesso que não aprecio o heavy metal, mas gosto daquela adrenalina de estar aos saltos numa plateia, gosto de passear nas ruas, de jantar fora, como é bom ir a um restaurante na sexta à noite, de beber um copo, como gosto de viajar e de viajar pela Europa ... Não me tirem isso, por favor, não me tirem o quotidiano, não me tirem a liberdade de fazer as coisas normais da vida, não me tirem a liberdade de passear, de estar com os amigos, de ouvir musica, de ir ao futebol... Não me tirem a liberdade de ser livre.
Recordo-me tão bem quando fui pela primeira vez a Paris, já passou alguns anos dessa viagem em família, mas lembro-me de passear nas ruas da cidade da luz, ver aqueles quiosques, os artistas sentados nas calçadas à espera da sua sorte, ou de um mecenas rico, lembro-me dos jardins cheios de gente diferente, uma ode ao multiculturalismo, lembro-me das farturas e das batatas fritas.
Paris era como estivesse dentro de um romance, afinal de contas Paris é também cidade luz na literatura oitocentista, e os seus filósofos, não, eu não sou discípula de nenhum, mas em Paris imaginava Voltaire ou Rousseau a descerem la rue Saint-Jacques.
Respira-se arte em Paris, Louvre, Versalhes.
Cidade de Reis despóticos, "le etait ce moi" le Roi Louis XVI,  le roi soleil, e de Reis santos, Louis IX de France. País do Robespierre e da Sainte Thérèse de l'Enfant-Jésus.
Paris coração da Europa.
Não, eles não conseguem derrubar a minha cidade de Paris, é história, é arte, é democracia e é liberdade. Nenhum terrorista consegue extinguir a verdade, as bombas não destroem o pensamento e as ideias, tal como as balas não atingem os nossos valores.
Fiquei horrorizada, chocada, triste com as imagens que vi daquela sexta-feira à noite.
(Todos os meus problemas, que naquele dia invadiram a minha agenda, tornaram-se pequenos, esta vida é curta de mais, é boa de mais para estarmos a perder tempo com as nossas coisinhas, que egoísmo perante as atrocidades. Os problemas passaram rapidamente a não ser problemas e as ofensas foram esquecidas, naquela sexta-feira não queria deitar-me sem pedir desculpas.)
Agora só me resta rezar. Paris se tu tivesses mais fé, se tu te agarrasses aos teus valores cristãos, se tu rezasses, acredita essas são as armas contra ao terrorismo, um cristão coerente é o soldado mais temido do Estado Islâmico.
O mais difícil é perdoar, mas só assim teremos paz. Perdoa-lhes Paris.
 
 
"Contre nous de la tyrannie
L'étendard sanglant est levé,
Entendez-vous dans les campagnes"
La Marseillaise

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

não se fala de política à mesa.


Não se fala de política à mesa: é expressão bastante utilizada cá em casa. Nós somos muitos, e somos muito diferentes entre nós.
Porque eu tinha um avô de um partido e outro avô de outro partido.
Porque no antigo regime salazarista tinha gente escondida cá em casa e no 25 de Abril também.
Porque somos muito teimosos, achamos que temos sempre razão, nem vale a pena discutir sobre isso.
Não se fala de politica à mesa: vivemos assim em paz e amamo-nos uns aos outros, como manda o Mandamento. Sabemos das nossas diferenças politicas, ideológicas e até espirituais e aguentamos com elas, mas aguentamos de verdade, sem tolerância nem concordância, simplesmente aguentamos com compreensão. 
Não se fala de politica à mesa:  foi esta a expressão que me fez criar um blog, "ai não falo à mesa, então falo aqui."
 
 

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

In Memoriam

-Nine Eleven-
Porque somos todos pessoas: americanos, refugiados, comunistas, capitalistas, fascistas, árabes, católicos, protestantes, hindus, africanos, indianos, asiáticos europeus, consumistas, bombeiros, policias, talhantes, médicos, lavradores, políticos....somos todos pessoas.
 
 

 




 





 

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

"A reabilitação das raízes cristãs da Europa nunca será possível se não começar pelo amor ao próximo"

Só para dizer que faço minhas as palavras da Nota de Abertura da RR:
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O primeiro-ministro da Hungria veio defender a forma como o seu governo lida com os refugiados, argumentando com as “raízes cristãs” da Europa. E pergunta mesmo se não é “alarmante que a cultura europeia cristã esteja quase sem condições para defender os seus próprios valores cristãos”.
Infelizmente, os valores cristãos da Europa têm sido maltratados nos últimos anos pelos próprios europeus. São continuamente desbaratados por muitos que estão dentro e não pelos que vêm de fora.
A reabilitação das raízes cristãs da Europa nunca será possível se não começar pelo amor ao próximo. Fechar portas, erguer muros, cavar trincheiras, abdicar da solidariedade é o modo menos cristão possível de lidar com a dor e o sofrimento.
Nas difíceis condições de trabalho, na mentalidade economicista, no atropelo da liberdade, no aborto, na eutanásia e demais formas de desprezo, no modo de olhar a imigração e no acolhimento de refugiados, joga-se sempre a dignidade da vida humana.
E defender a dignidade da vida humana, em todas as circunstâncias, significa redescobrir o que melhor o cristianismo tem para oferecer à humanidade – no mundo, na europa e também na Hungria.
Este muro de argumentos do primeiro-ministro húngaro não é menos demagógico do que o muro de 175 quilómetros que mandou construir na fronteira com a Sérvia.
E muros, como este, são muros de triste memória. Evocar os valores cristãos para os erguer não é simples hipocrisia, é motivo de escândalo que enquanto cristãos temos a obrigação grave de denunciar e repudiar.
 


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

#‎SaveSyriasChildren

Deixe de incoerências, de estar mais preocupados com a vida de um Leão, deixe de fingir que não é nada consigo, deixe de se deitar com a consciência tranquila, deixe de fechar os olhos como.... o mundo estivesse em paz!
 
 
This Can Happen To Anyone

sexta-feira, 24 de abril de 2015

MARCA N'AGENDA: #somostodospessoas

 
 
Portugal está solidário com as vítimas e com todos os que se vêem forçados a partir das suas terras em busca de uma vida melhor. Este Domingo, vista uma peça de roupa branca, coloque um lenço branco à janela, faça um minuto de silêncio. E reze por todos os que esperam sobreviver nessa busca de uma vida mais digna: Homens, mulheres, crianças…
O Mediterrâneo não pode ser um mar de indiferença!As notícias dos últimos dias falam da morte de quem procura apenas uma vida melhor! Consternação e indignação é o sentimento que une várias organizações da Igreja Católica numa manifestação de solidariedade e de alerta para a atual situação de muitos migrantes que têm sido ultrajados na sua dignidade humana ao tentarem atravessar fronteiras à procura das mais básicas condições para a sua sobrevivência.
A Igreja Católica pede mais atenção para com as vítimas da imigração forçada. Porque acima das leis, para além das responsabilidades políticas, há vidas. Associe-se ao movimento “Somos todos pessoas”. Este Domingo… Contamos consigo!
Este ano, mais de 1500 pessoas morreram no Mar Mediterrâneo, um número 50 vezes superior ao de 2014. Os acontecimentos dos últimos dias, nomeadamente a morte de mais de 700 pessoas que se viram trancadas no porão do navio, e muitos outros já vividos não só no nesta região mas também noutros lugares onde a imigração é considerada irregular face às leis humanas vigentes, obrigam-nos a não ficar calados, sob pena de sermos cúmplices de um verdadeiro massacre que deveria envergonhar o mundo, particularmente os que têm responsabilidades políticas.
Agência Ecclesia, Cáritas Portuguesa, Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP), Comissão Nacional Justiça e Paz, Comissão Nacional Justiça, Paz e Ecologia dos Religiosos, Departamento Nacional da Pastoral Juvenil, Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, Obra Católica Portuguesa de Migrações, Rádio Renascença , Serviço Jesuíta aos Refugiados e Sociedade de São Vicente de Paulo apelam a todos os portugueses para que, no próximo Domingo, dia 26 de abril, coloquem nas suas janelas um pano branco ou usem uma peça de roupa branca e se unam, em oração ou num minuto de silêncio, aos milhares de pessoas que se sentem solidárias com todos os que buscam uma vida melhor para si e para as suas famílias e partem diariamente das suas terras na procura legítima de melhores condições de vida.
Em todas as eucaristias celebradas no próximo domingo, será incluída uma prece no momento da Oração dos Fiéis, rogando a Deus que nos ajude a construir “uma só família humana”.
As organizações da Igreja Católica, com o apoio da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, lembram que todas estas pessoas “são pessoas como nós que se vêm obrigadas a fugir do seu país porque vivem situações que ferem gravemente a sua dignidade e colocam em risco a sua sobrevivência e das suas famílias”.
Acreditamos que a União Europeia pode e deve fazer mais por cada uma destas pessoas, nomeadamente, olhando de forma diferente para os seus países de origem. As organizações da Igreja Católica pedem medidas que ultrapassem a excessiva preocupação securitária e de controlo de fronteiras e que se pensem alternativas de maior humanização.
Um gesto tão simples como este que agora se propõe é uma manifestação de indignação e, para além disso, deverá ser entendido como uma adesão pessoal e institucional à realidade vivida nas periferias e o inconformismo com uma cultura do descartável.
“São homens e mulheres como nós, irmãos que procuram uma vida melhor, famintos, perseguidos, feridos, explorados, vítimas de guerras. Procuram uma vida melhor, procuravam a felicidade.” Papa Francisco

#somostodospessoas

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

"O dia que nasceu Príncipe da Paz" (*)

Nesta época de Natal, muitas vezes esquecemos do essencial, ficamos perdidos no meio da nossas prendas, das roupas que devemos vestir, no peru que está no forno e nas entradas de queijo que ainda faltam fazer... e esquecemos, esquecemos do Menino, afinal de contas é por causa dEle que celebramos o Natal, seria como festejar o aniversário de alguém sem nos lembrarmos do próprio aniversariante ou nem se quer dar -lhe os parabéns.
Por isso no Natal tento lembrar-me deles, porque quando penso neles penso Nele, lembro-me deles os cristãos perseguidos, no Iraque, na Síria, na Coreia do Norte, etc, etc, etc. lembro-me que as tendas destes milhões de refugiados devem ser iguais à gruta de Belém onde há mais de dois mil anos, numa profunda humildade, nasceu o Nosso Salvador, lembro-me que posso beijar o Menino sem que isso custe o meu sangue, e ao ouvir e ao cantar o Gloria in Excelsis Deo junto outras vozes, vozes distantes, vozes daqueles que sabem sofrem, as vozes dos que não se perdem nas prendas, nas roupas e na comida, e que no dia de Natal sabem o que é e Quem é o essencial.
No filme francês Des hommes et des Dieux, sobre a história verdadeira dos monges mártires da Argélia, existe um cena incrível, em que os terroristas árabes invadem o convento no dia de Natal. O Prior pede para conversarem lá fora, porque o convento é uma casa de Paz, e os terroristas traziam odio e armas, enquanto os árabes terroristas faziam as suas exigências o Monge, com a sua simplicidade de quem já se tinha entregue totalmente a Deus, tenta explicar que aquele dia é o dia de Natal, o dia que nasceu Jesus.
Jesus no Alcorão é descrito como o Príncipe da Paz. O terrorista percebe a importância do dia, pelo amor que o velho monge descrevia o seu Rei, e pede desculpa e vai embora. A cena (que se pode ver AQUI) é uma história verdadeira, deixou-me a pensar sobre nós e deixou-me a pensar sobre eles mas sobretudo deixou-me a pensar sobre Ele. Será que alguém quando entra na minha casa no dia de Natal, não digo um terrorista, mas uma simpática vizinha, ou um primo distante, repara que ali, na minha sala, na minha família, também nasce o Príncipe da Paz?
Não é por acaso que no dia de hoje - o dia a seguir ao Natal - seja o dia de Santo Estevão, um dos primeiros mártires, isto serve para dizer que ainda estamos muito a tempo de nos lembramos do essencial.
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(*) 20 cristãos morrem por dia por serem cristãos. Enquanto escrevi este post pelo menos uma pessoa morreu por acreditar no Príncipe da Paz.