"El mundo será lo que ellas sean" decía la professora Burggraf y sirve para recordar que hombre y mujer tienen la misma dignidad e idéntico compromiso de construir la sociedad y la familia.
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quarta-feira, 8 de março de 2017
Dia internacional da mulher | O MUNDO PRECISA DE TI
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
Estado d' educação
Das muitas discussões que a gerigonça nos encaminha, há uma que me é muito amada: a Educação. Não escrevi muito sobre o tema, na altura mais polémica, não foi por falta de argumentação, simplesmente não me apeteceu entrar na transvertida argumentação: Ricos vs Pobres, Betos vs Bairro, Colégios vs Escola Pública.... etc.. etc..
O preconceito já é velho, mais ou menos desde o século XVIII com o nosso caríssimo Marquês de Pombal, quando expulsou "delicadamente" os Jesuítas...
Assim foi determinado o conceito "escola estado", perdão queria dizer "escola pública", como o melhor para "os pobres".
Assim foi determinado o conceito "escola estado", perdão queria dizer "escola pública", como o melhor para "os pobres".
Mas vamos falar de outro assunto, a ideologização da escola do estado, perdão queria dizer escola pública:
O Livro de Valter Hugo Mãe: "O nosso reino" foi proposto como leitura, no Plano Ideologização de Leitura, perdão queria dizer no Plano Nacional de Leitura, para o 3º ciclo, sim aqueles meninos de 13 anos - super maduros - foram recomendados a ler "O nosso reino" .
Atenção, nada contra o Valter Hugo Mãe (bro continuamos amigos, na boa!)
Mas o facto é que o livros não só tem vocabulário improprio, como possui apuradas passagens obscenas, perdão queria dizer passagens de "muito amor humano".
Assim deu-se a polémica, porque houve uns pais de uma escola do estado, perdão queria dizer escola pública, mas atenção é daquelas escolas, que apesar de serem públicas estão cheias de betos ricos, (sim o Liceu Pedro Nunes!) que se manifestaram, vejam lá em favor da liberdade de educação, (no meu ver estes pais esticaram completamente a corda, agora pedir liberdade de educação, mas afinal quem é que escolhe a escola? Volta Sebastião José de Carvalho e Mello, AKA Marquês de Pombal, ainda há aqui uma "espécie de Jesuítas" à solta! Agora falar de liberdade de educação ai.... calou....)
Claro que logo a seguir vieram os defensores da escola do estado, perdão queria dizer da escola pública, que são os defensores de todas as liberdades, menos da liberdade de educação, adjectivando de hipócritas estes pais: "já se sabe que os meninos com 13 anos dizem palavrões, falam de prostitutas e daquela tia que é uma pegazinha.... agora não podem ler o Valter Hugo Mãe? Hipócritas!"
Tenham juízo.
Por fim, quando eu achava que já tinha chegado ao meu ponto máximo de desconfiança, que não podia aumentar mais o meu medo em relação ao ensino em Portugal, veio a resposta, que me deixou extremamente assustada, malta eu não estou acostumada a ver filmes de terror: tanta "competência", tanta "dedicação" e tanto "profissionalismo" destes "reguladores" da escola do estado, perdão queria dizer da escola pública, pois afinal isto tudo não passou de um lapso, agora cá ideologização... Vejam lá foi um lapso informático!
Fim da história, e estes incompetentes, que estragam o nosso ensino, comprometendo as nossas gerações futuras, continuam no corno, perdão queria dizer no topo dos nossos órgãos administrativos.
Revoltai-vos pais, os filhos são vossos, não são filhos (para não usar o vocabulário do livro em questão) do Estado!
Temo muito esse lápis azul, perdão queria dizer esse lápis cor-de-rosa e tenho sérias duvidas, que os reguladores do Plano Ideologização de Leitura, perdão queria dizer no Plano Nacional de Leitura, lêem os livros em questão ou somente lêem aquela critica publicada no final da "Revista Única" do Expresso.
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Imagens publicadas num Facebook, de uma mãe autoritária, que acredita na liberdade de educação:
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Igualdade (na pobreza) de educação
Esta é uma discussão antiga . É um facto que temos este direito consagrado na carta das Nações Unidas.
Contudo, em Portugal, existe liberdade de educação sobretudo escrita num papel.
A liberdade de educação significa: "eu escolho onde o meu filho vai estudar".
Mas na prática os pais são obrigados a meter os filhos numa escola publica e mesmo assim essa escola publica terá que ser na sua freguesia. Se os pais quiserem escolher a escola dos filhos, têm que pagar - isso em nome da igualdade - resultado os meninos ricos vão para uma boa escola (porque os pais podem pagar) e os meninos pobres continuam na escola da sua freguesia, se não for do seu bairro, onde muitas vezes se limitam as oportunidades de desenvolvimento.
Existe uma um método, utilizado em muitos países nórdicos, que se chama o cheque ensino que causa horrores de dores de cabeça aos nossos ministros: o Estado ajuda na educação dos filhos, com um cheque, e os pais estão à vontade para escolher as escolas (isso mesmo: liberdade de escolha).
Algumas semanas atrás, numa entrevista à RR o Professor Manuel Braga da Cruz adiantou-se e falou numa falta de liberdade no ensino e da religião:
Se um pai quer que o seu filho seja educado segundo a sua filosofia de vida, a sua religião terá que pagar ainda mais, porque nas escolas publicas tal irracionalidade não é permitido (ok, entende-se, apesar de ter sido a Igreja Católica fundadoras das Universidades e do sistema de ensino), mas se é igualdade que seja para t-o-d-o-s!
(Se está interessado neste tema recomendo: Fórum para a Liberdade de Educação)
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