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terça-feira, 8 de agosto de 2017

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Prepare yourself vem aí a ditadura do género

...num manual escolar perto de si...
A evidência deixou de ser evidência, a biologia passou a ser ideologia, e a liberdade tornou-se libertinagem:




quinta-feira, 9 de junho de 2016

Ainda existe boa publicidade (XXI)

 
Uma das consequências desta onda de ideologia do género são os homens afeminados, preocupados com a depilação e outros cosméticos... politicamente incorreto ou então não, aqui fica um anuncio com muita piada e que combate essa "cena".
Agora aguardamos que a comunidade brasileira LGBT meta o processo, até lá não se engane e não beba o Shampoo Bottle.
 
PODEM VER CLIQUE AQUI
 
 
 
 

segunda-feira, 6 de junho de 2016

[Fazem falta] grandes mulheres e fortes homens

 
 
(Atenção: texto escrito com sotaque brasileiro!)
 
"(...) a masculinidade é bem atacada. A mulher se masculiniza e o homem se feminiliza. Já não ocupa o lugar que lhe é devido no seio da família, de chefe de família, que deve governar para o bem da esposa e dos filhos. O homem se tornou, hoje, efeminado, tendo cada vez menos domínio sobre suas paixões. Vemos bem concretamente e na prática a perda da virilidade em muitos dos rapazes de nossos dias: dominados pelos sentimentos, preocupados em demasia com as roupas, preocupados em se ornar, preocupados em excesso com a aparência, escravos de filmes, músicas e livros que tiram a força da alma, fala delicada, afetação nos gestos, nos comportamentos. E isso muitas vezes dentro da Igreja, pois se confunde religião com sentimentalismo. A religião e a devoção não são um sentimentalismo, não é algo açucarado. Como nos diz o Salmo XXX, 25: Viriliter age. Age virilmente. É preciso retomar também a virilidade dos homens na sociedade, além da feminilidade das mulheres. Virilidade que não se confunde com rudeza nem grosseria e ainda menos com a satisfação de más inclinações. A verdadeira virilidade existe quando o homem domina as suas paixões, guia-se pela razão iluminada pela fé, trata as pessoas com justiça e com urbanidade, veste-se em conformidade com seu estado, sem exageros. Ela existe quando o homem exerce o seu papel na sociedade e na família, em vista do bem de sua esposa – que é sua companheira de vida – e de seus filhos."
Pe. Daniel Pinheiro, IBP. 07.12.2014

sexta-feira, 15 de abril de 2016

identidade sem género ou gente sem cérebro?

"Eles" continuam a "legislar no que é importante". O que seria de nós sem o BE na Assembleia da Republica? Era como o Cocas sem a Miss Piggy, como Dupond sem o Dupont ou como o Bucha sem o Estica.
 
"Eles" dizem (como se pode ler no documento) que é identidade sem género, ou chamaria gente sem cérebro.
 
 
 
 

domingo, 6 de março de 2016

A agenda da Ideologia do Género e o Happy Meal


Os ocidentais são tão livres, mas tão livres que nem estão condicionados pelo seu corpo, o género já não os define, eles são o que em liberdade querem ser.. isto não é incrível é mesmo estúpido.
Haja paciência para a agenda do género, na minha terra diriam "gente tola e touros, paredes altas!" (vejam AQUI).
Mas será que estamos assim tão tolos?
Há um conjunto de intelectuais que olham para o branco e gritam que é preto, porque a ideologia política assim o diz.
Homens que não pensam, não se questionam, não procuram a verdade, procuram comprovar factos das suas filosofias, ovelhas das teorias "modernas", mas que infelizmente fazem agenda.
Quando deixamos de pensar é nisto que dá.... tudo tolos. Uma jornalista, uma secretária do estado e um restaurante:


Vamos lá ver uma coisa, que é muito simples e muito natural, um menino é um menino e gosta de brincar com coisas de menino, isto não é uma imposição cultural é a vida no seu melhor!
Parem de berrar que o branco é preto, podem fazer agenda de género, podem criar leis e até podem meter um urinol na casa de banho das senhoras, mas isso não vai mudar a natureza: os meninos vão brincar com carrinhos e vão gostar de futebol, as meninas continuaram obcecadas com o cor-de-rosa e as mulheres irão fazer xixi sentadas.
O pior é que a estupidez está a ter proporções inacreditáveis, e a ideologia não é somente uns rasgos modernos de certos filósofos de algibeira, é que estes tipos estão metidos nas politicas publicas. Sem nos aperceberemos, típico das ditaduras modernas, eles estão a fazer das nossas crianças experiências de laboratório, estão a mudar o seu habitat natural por capricho: 
"Agora todas as meninas vão ter que brincar com camiões, porque as mulheres não são diferentes dos homens, porque a condição de mãe pode ser inferior, deixem as bonecas, queimem os Nenucos, abaixo as Barbies. Agora os meninos vão brincar aos póneis, porque  é necessário que tenham espaço suficiente para expressar a sua sensibilidade ou até mesmo a sua homossexualidade" Enquanto isso o Miguel criou um exercito de póneis que vai salvar o mundo dos malvados vilões e a Maria estava a embalar o camião na sua mantinha!!!! 
Protegem os vossos filhos, porque a estupidez veio para ficar. 
E por favor dêem trabalho à Drª Catarina Marcelino, mas trabalho a sério, pode ser que a sôdotôra se distraia com coisas, realmente, importantes na sociedade portuguesas e não se o Happy Meal traz o Transformers em cor-de-rosa...


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

orgulho e sem preconceito de ser mulher

O meu problema com a maior parte das feministas é que elas não fazem a depilação e acham que andar mal arranjadas é uma forma de se mostrarem superiores ao homem, mas irrita-me essas mulheres histéricas que se despem para marcar uma posição e irrita-me mais que o façam em nome do meu género.
Eu sou mulher e gosto de ser mulher, gosto de ser diferente do homem, gosto que me deixem passar à frente, gosto que me abram a porta do carro, gosto que seja ele a pagar a conta quando namoramos, gosto quando se levantam para me cumprimentar, faz parte do meu estatuto, gosto de ser frágil e de ter a necessidade de ser protegida, gosto de arranjar a casa, decorar a sala e ter a roupa bem passada e gosto que seja ele a por o lixo lá fora e a pegar na mala, isso não me faz inferior a ninguém até pelo o contrário.
Quando li a noticia, li o tão ridículo que é, Activistas invadem barbearia de Lisboa onde só entram homens e cães, esta barbearia um pouco hipster por acaso conheço e confesso que é um espaço muito giro, fez um jogo de marketing e brincou com a ideia que as mulheres têm o seus cabeleireiros e os homens devem ter as suas barbearias, um espaço para eles, têm toda a liberdade de o fazer e não há mal nenhum, quantos ginásio é que há por Lisboa onde só podem ir mulheres (p. ex. aqui, espero que os homens não invadem esses ginásios, é que dão muito jeito para nós pormos a conversa em dia sem eles), são conceitos que fazem parte das marcas, são jogadas de marketing, são formas de estar no mercado com originalidade, é a liberdade!
Ainda hoje li sobre a lei da paridade na Assembleia da Republica e pensei que pena que as mulheres para serem reconhecidas têm que ser obrigadas a ter representação, não será que o nosso valor profissional superior a um decreto de lei?
Depois, confesso que não resisti, dei um salto ao blog das ativistas, que invadiram o Figaros barbershop,  para além do mau gosto, do erro ideológico percebi que aquelas meninas precisavam era de arrumar a casa e fazer o buço. Quanto ao resto penso que o Figaros agradece a publicidade!
 
Qual é a mulher que não se derrete com a desigualdade no trato, representada tão bem nesta cena do Orgulho e Preconceito: