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quarta-feira, 25 de maio de 2016

Ainda existe boa publicidade (XIX)

Num formato diferente  -das cronicas publicitárias que costumamos ter AQUI-  hoje trago-vos publicidade sem ser em filme, mas como estava inspirada pela Feira do Livro (atenção começa já amanhã em Lisboa) e pelos livros em geral, não podia deixar de trazer o apelo à imaginação e à animação que os livros dão na nossa vida cotidiana o design é da The Bookstore:
 
 
 


Feira do Livro 2016


Quem me conhece sabe que gosto deles, que estão presentes em todos os lugares da minha vida, tenho uns quantos sempre comigo na mala, no meu quarto, na sala, na cozinha, até na casa-de-banho.

Os livros fazem-nos voar, viver grandes aventuras, conhecer, aprender e tudo isso sem sair do nosso quentinho.
Do meu quarto já fui até à Austrália, já vivi em Hogwarts, já andei de cavalo e já bebi chá com Chesterton, do meu quarto visitei os campos de concentração da II Guerra Mundial e derrubei o Comunismo.
Os livros são incríveis, por isso não percam tempo com os livros maus que não são poucos
Para ajudar, nesta epopeia de um bom leitor a não se perder no Parque Eduardo VII:
 
*O guia Prático da Feira do Livro que começa amanhã: AQUI
*O site Oficial: AQUI
*A nossa recomendação - apropriada para o tema que foi trazido por Francisco a família- tema muito querido ao HEart:



 

quinta-feira, 14 de maio de 2015

O MUNDO PARA ALÉM DOS ECRÃS: 19 conselhos para deixar o vício do telemóvel


Confesso que me faz muita, muita confusão jantar com alguém que logo quando chega à mesa, inconscientemente,  mete o telemóvel ao lado do prato, como fosse um acrescento dos talheres (temos o da entrada, depois do prato principal, em cima da sobremesa e por fim um telemóvel), penso sempre que devo ser uma companhia  muitíssimo aborrecida.
Contudo muitas vezes também dou por mim agarrada ao telemóvel, ou porque tenho que falar com alguém, mas não é assim tão urgente, ou porque preciso de ler os mails, mas podia ficar para amanhã, ou porque era só mesmo para mandar uma mensagem, mas acabo por espreitar o facebook (e o blog) ou porque tenho grupos do whatsaap importantes, mas com muita gente activa....
O artigo original vem  D'AQUI. Mas é um boa terapia, uma terapia humana para sermos mais humanos e sobretudo mais família, vale a pena ler:
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Já não cumprimenta os vizinhos no elevador? O seu chefe já o apanhou por diversas vezes a jogar Candy Crash? Manda mais beijos à sua cara-metade pelo WhatsApp do que pessoalmente? Então, não há dúvidas, está viciado no seu telemóvel.
Segundo o Tlife Guru existe uma diferença entre a necessidade de usar o telemóvel e o facto de se ser viciado no mesmo. Por isso, é necessário tomar uma medida para acabar com esse comportamento obsessivo e lembrar-se de que existe um mundo para lá das tecnologias.
As medidas que se seguem fazem parte de um plano que o ajudará a resolver o problema.
1. Desligue o telemóvel uma hora ou duas antes de se ir deitar. Assim consegue aproveitar para conversar com o seu parceiro, a sua família ou companheiros de casa.
2. De manhã, assim que acorde, evite ligar o telemóvel. Acorde e aproveite os primeiros minutos da manhã sem estar agarrada a um aparelho.
3. Esqueça-se do carregador de vez em quando. Desta forma, quando ficar sem bateria não tem mesmo hipótese de o ligar.
4. Silencie as notificações do telemóvel, incluindo a vibração. Assim evita, inclusivamente, ser acordada durante a noite.
5. Use outros dispositivos. Se gosta de música use um leitor de mp3. Tudo menos o telemóvel.
6. Deixe-o num local fixo. Sempre longe do seu campo visual para não cair em tentação.
7. Peça ajuda aos seus pais ou amigos. Peça-lhes que lhe escondam o telemóvel de vez em quando ou que o coloquem em silêncio sem que dê conta.
8. Não o leve para a casa de banho. As idas à casa de banho podem ser um bom momento para pôr a leitura em dia, seja ler uma revista, os rótulos das embalagens de shampoo ou o catálogo do supermercado.
9. Deixe-o em casa. Sempre que for fazer atividades ao ar livre, evite levar o telemóvel consigo.
10. Desative o WhatsApp. É uma das aplicações que mais tempo lhe rouba. Desligue-a e consulte o que se passou apenas uma vez ao dia.
11. Cuidado no carro. Deixe o telemóvel na mala e disfrute da rádio.
12. Veja televisão. Se não é fã opte por ler um livro.
13. Frequente terapias de grupo. Pode parecer uma medida excessiva mas vai ver que há muito mais pessoas que sofrem do mesmo problema.
14. Use o seu telemóvel velho. Aquele 'tijolo' sem acesso à internet e sem câmara fotográfica. Além da pouca utilidade que tem, de certo que até terá vergonha de andar a exibi-lo frequentemente.
15. Encontre-se com amigos e combinem que durante o tempo em que estão juntos ninguém pega no telemóvel. 
16. Decore pelo menos 15 números de telemóvel.
17. Em vez de fazer compras online, visite as lojas.
18. O que fazer se tem um telemóvel do trabalho? Comprometa-se a ir consultar o e-mail apenas de hora a hora, por exemplo. E desligue as aplicações para comunicar internamente na empresa - WhatsApp ou Skype, por exemplo - quando sair do emprego.
19. Fale mais cara-a-cara. Perceba que há muito mais do que um simples ecrã de telefone. Pare de fazer publicações e perceba que o melhor 'dispositivo' com que pode interagir é mesmo o ser humano. (noticias ao minuto)

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Se perdeu o telemovel não entre em panico, talvez fique a ganhar

O jornalista Jan Bruce abraçou o desafio, que para um adolescente desta geração seria algo impossível, 48 horas sem telemóvel, isso mesmo "dois dias e duas noites (...)  2.880 minutos sem enviar uma mensagem, fazer um telefonema, tirar fotografias ou consultar as redes sociais com o seu smartphone"
O artigo completa está no observador e vale a pena ler: AQUI
Pelos visto Jan Bruce chegou a uma conclusão reduzida em 7 pontos ou como intitulam: "7 lições que aprendeu com a abstinência."
O interessante desta experiência é que ajuda refletir no impacto de um instrumento tão pequeno nas nossas vidas.

  1. O tempo aumenta;
  2. O volume de e-mails diminui;
  3. Não ficamos incontactáveis; 
  4. Controlamos melhor a nossa vida 
  5. Não ficamos perdidos 
  6. Consultamos os nossos pensamentos, em vez do telemóvel 
  7. Dar e receber  "empatia está ligada à resiliência e ao contacto pessoal. Quem larga o telemóvel tende a estabelecer mais relações pessoais com mais seres humanos. E, garante Jan, resulta numa vida mais feliz. Onde está o seu telemóvel neste momento?"