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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Más noticias antes do café não é recomedavel

Acordei e fui ler as noticias, antes de lavar os dentes, ainda não entendo porque faço esta tolice, malditos tablets...
Eis que me deparo com este desenrolar de desesperança.
Só me veio à cabeça, não sei se foi da hora, o grito de Gandalf:
"you should not pass"
 
 
 
 

quinta-feira, 4 de junho de 2015

segunda-feira, 26 de março de 2012

Nos bastidores da Greve Geral...

O direito à greve, apesar, historicamente ter sido um direito mais necessário na manutenção da liberdade, é sem duvida um precioso direito que nos assiste, por isso quero deixar desde já claro a minha opinião, que para mim a greve faz parte dos Direitos Humanos e consequentemente da conservação da democracia.
Mas o país está em crise, ou pior, na bancarrota, e é com greves que resolvemos?
No dia 21, quarta-feira véspera do dia da Greve Geral, fui jantar com umas amigas, como é normal à quarta-feira. Quando estava a ir para casa, ia apanhar o meu habitual autocarro e deparei-me numa situação constrangedora, a Greve Geral do dia 22 de Março começa na véspera às 10h30 da noite e acaba somente na manhã do dia seguinte, dia 23!
Não foi porque demorei mais de 2 horas a chegar a casa, nessa noite, que a situação era constrangedora! Foi porque vi centenas, pessoas que estavam a tentar ir para casa depois de um dia de trabalho e não podiam, foi porque muitas dessas pessoas eram mães de família, que fizeram noite de trabalho nos restaurantes, cafés, lojas... elas não eram os gestores ricos das nossas empresas, que estes senhores estão a tentar atingir. Porque nenhuma dessas pessoas tinha dinheiro para apanhar um táxi. Porque tinham de acordar cedo no outro dia (mais do que o costumo pois iriam ficar no mínimo 30m/1h à espera de transportes) para poder trabalhar.
Cada vez mais, noto que as Greves Gerais mais do que aos gestores afectam verdadeiramente os trabalhadores, ou aqueles que querem e precisam de trabalhar.
PS: no dia antes, terça-feira tinha visto o carro do PCP a distribuir panfletos, na Baixa de Lisboa, acerca da greve, o carro era um alfa romeo novo em folha.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Sobre actual crise

"Un político no puede ser un hombre frío. Su primera obligación es no convertirse en un autómata. Tiene que recordar que cada una de sus decisiones afecta a seres humanos. A unos beneficia y a otros perjudica. Y debe recordar siempre a los perjudicados..." Adolfo Suarez

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

inHEart recomenda:

Curso de Finanças Pessoais e Poupança organizado pelo Aceprensa (nesta altura de crise, vale a pena para todas as família) 

Livraria Babel (Av. António Augusto de Aguiar, 148)

Metro: S. Sebastião
Formador: João Pessoa Jorge, co-autor do Manual Anexo
As palavras crise e austeridade entraram no nosso léxico habitual. Mas pensámos suficientemente na oportunidade que nos dão de criar novos estilos de vida? Poupar, pelo contrário, é uma palavra que já não se ouvia há tempo. Pensar no melhor para deixar aos filhos, fazer opções, ver onde investir, ajustar-se a orçamentos. Uma família é uma micro-empresa e é também mais do que isso. Para começar um novo estilo de vida, este curso é uma oportunidade.

Temas a tratar:
  • . Técnicas para a organização das finanças familiares
  • . O que é e para que serve o orçamento familiar?
  • . Como fazer um orçamento familiar?
  • . Para que servem os bancos?
  • . Como escolher o meu banco?
  • . Como reduzir as minhas dívidas?
  • . Como poupar?

Os formadores da Escola de Finanças Pessoais têm já presença habitual nos media na SIC Mulher e na revista Sábado.
Preço : 30 euros (com direito a receber todos os artigos de www.aceprensa.pt em 2012)
10 euros, para os associados de Aceprensa
Pagamento por transferência bancária até 2 de Fevereiro para a conta de Aceprensa- Associação Cultural, Caixa Geral de Depósitos, NIB 0035 2180 0001621983093.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Frase (infeliz) do dia: para pensar sobre a nossa crise

“Felizmente, durante os meus 48 anos de casado, eu e a minha mulher fomos sempre muito poupados. E fazíamos questão de todos os meses colocar alguma coisa de lado. Portanto, agora posso usar uma parte das minhas poupanças (...) Não sei se ouviu bem: 1300 euros mensais(...) Tudo somado, quase de certeza que não dá para pagar as minhas despesas ”