quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Can't move the mountains for you


Cold is the water
It freezes your already cold mind
Already cold, cold mind
And death is at your doorstep
And it will steal your innocence
But it will not steal your substance

But you are not alone in this
And you are not alone in this
As brothers we will stand and we'll hold your hand
Hold your hand

And you are the mother
The mother of your baby child
The one to whom you gave life
And you have your choices
And these are what make man great
His ladder to the stars

But you are not alone in this
And you are not alone in this
As brothers we will stand and we'll hold your hand
Hold your hand

But I will tell the night
And Whisper, "Lose your sight"
But I can't move the mountains for you

We Hear


Lembra-me as músicas irlandesas, muita dança em cima das mesas, sapateado e boa disposição.
E depois.. acordar!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Os Perfumes da Minha Vida...por enquanto


A vida é vivida e recordada, antes de tudo, pelos sentidos.
E, no que toca a recordações, para mim dois assumem particular relevo: o olfacto e a audição.
Basta um cheiro, uma música, e um fechar de olhos para ser automaticamente levada para um lugar que é distante no tempo, mas próximo no coração.

Proponho-me, para já, falar-vos dos perfumes da minha vida e da história que está por detrás de cada um, as memórias que evocam, os sítios para onde me transportam.
Um "to be continued" em modo de compromisso concreto: um calendário para todas estas histórias.

Johnson's baby. A antiga fragrância.
22 Setembro



Petit Cheri e S3 da Legrain
23 Setembro



Bvlgari Petits et Mamans
27 Setembro


Calvin Klein Eternity
27 Setembro






 
Os Hermés da minha vida
30 Setembro




L'Eau D' Issey, Issey Miyake
2 Outubro




Blue, Ralph Lauren
7 Outubro





Rive Gauche, Yves Saint Lauren
10 Outubro


Yvresse, Yves Saint Lauren
O meu de sempre.
15 de Outubro

Já na proxima 4f dia 19/Set às 18h30 Livraria Ferim (Chiado)


Enquanto estava de férias pensei muito na crise (É IMPOSSÍVEL NÃO PENSAR!)
Tentava perceber a evolução deste monstro.
É mais que evidente (não por mim) que a origem destas consequências são as questões mais básicas da humanidade, as escolhas da nossa liberdade sem fundamentos morais, juntando a isso a nossa preguiça intelectual, nós não questionamos nada.
Por isso, este ano um dos propósitos é aproveitar as coisas que nos fazem fortes, e pôr os meus neurónios juntamente com a minha alma (isto é um pouco pascaliano) em "manifestação".
Assim sendo vou partilhar o próximo evento a NÃO PERDER!
Pela importância do TEMA e pelos ORADORES.
Para saber o quanto vale o homem têm que conhecer a sua dignidade, a bioética abre esse horizonte.
Encontramo-nos lá?

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Arranjadinha.


Quem me conhece sabe que eu gosto muito de roupa. Gosto mesmo. Mas não é só de roupa, é tudo aquilo que lhe está associado.
1.       Gosto de estar arranjada, de estar bem vestida, bem apresentada. Não gosto de estar trapalhona, mal vestida. Ultimamente (no último ano) a minha preocupação tem sido em arranjar tops arranjadinhos. Gosto muito desta palavra- “arranjadinho”, porque no que toca a roupa é-me muito importante. Sim, gosto de coisas mais extravagantes como o padrão de leopardo, neon, o que quer que seja. Não gosto de saias e calções curtinhos com as bochechas do rabo à mostra, não gosto que se vejam as alças do soutien, não gosto de grandes decotes, não gosto de barrigas à mostra, não gosto de trapalhices, ponto. Ela não era vaidosa, mas tenho a certeza que Nossa Senhora também tinha cuidado consigo mesma. E eu tento seguir-lhe o exemplo.
2.       Dá-me um gozo enorme ver miúdas e senhoras bem vestidas, amigas ou estranhas, ao contrário do aperto que me dá ver uma mulher com um vestido a rebentar pelas costuras, ou com transparências terríveis. Se estão bem vestidas e vão a passar na rua eu olho, mesmo à descarada. Que giro, nunca me teria lembrado de usar aqueles padrões assim. Que bem que lhe ficam aquelas calças. Onde será que ela trabalha? Nas festas e nos jantares elogio as minhas amigas, que lenço tão giro, que toilette tão bem posta. Às vezes tenho medo que as pessoas achem que estou a elogiar só porque sim, para dizer alguma coisa simpática, mas que fique aqui registado que não, é mesmo genuíno!
3.       Esse vestido fica-te mesmo bem, de onde é? É uma pergunta que me salta da boca antes de eu sequer pensar. Há quem não goste nada que se lhe pergunte de onde é isto ou de onde é aquilo; okay, tudo bem. Ainda este sábado fui a um casamento onde havia uma miúda com um vestido LINDO, e quis logo saber de onde era. Qual é a probabilidade de eu acabar por comprar o mesmo vestido e voltar a encontrar-me com ela e de estarmos as duas de igual? Gosto de saber de que loja é, de que marca, de quem herdou, ou quem fez porque gosto de descobrir lojas, designers, e coisas novas. Ela diz-me onde comprou o vestido, e quem sabe eu encontre um casaco mesmo giro no mesmo sítio?
4.       Por outro lado, se me disserem que a minha camisa é muito engraçada saltam-me imediatamente alguns elementos da boca: obrigada, é desta loja, e custou isto. Será que é feio dizer o preço assim sem mais nem menos? Não sei… De seguida vem “a história”. Sim, porque cada peça de roupa que tenho tem uma história. Juro. Estava a ver uns vestidos meus com a minha amiga Vera, para lhe emprestar, e de repente percebi que sempre que lhe mostrava um também contava uma história. Este foi a minha irmã que disse ao meu irmão para me oferecer porque sabia que eu queria e depois…este custou-me dois euros na Feira da Ladra, e depois foi só….este era muita caro mas depois…este era da minha Mãe, que o usou no dia em que…
5.       Dá-me um gozo enorme emprestar roupa. Emprestei os meus vestidos (quase) todos à Vera para ela experimentar em casa e deu-me um gozo que nem vos passa. Eu comprei-os, mas a verdade é que não os vou usar todos os dias da minha vida, e se a Vera os puder usar e também lhe der imenso gozo usar um vestido giro sem que isso lhe custe um tostão, ainda melhor.
6.       Tudo o que eu compro vejo como um investimento, quer me custe dois euros ou vinte ou trinta. Só dou roupa ao fim de uns bons anos (defeito grande!!),e mesmo que hoje compre um vestido giríssimo mas que sei que não vou ter ocasião  para usar tão cedo, sei que o hei-de usar, emprestar, e dar bom uso…eventualmente. Se não usar dou a alguém, ou vendo na Feira da Ladra, no Lx Market, no Facebook, onde for.
7.       Com as grandes lojas como a Zara, a Massimo Dutti, a Mango, é inevitável que de vez em quando apareça uma ou outra de igual. Who cares? Eu acho mesmo engraçado. Okay, se o vestido lhe ficar muito melhor que a mim talvez não seja assim tão engraçado. Mas em geral até acho piada, rimo-nos, tiramos uma fotografia.
8.       Mas como é óbvio que é mais giro e sentimo-nos muito mais originais se soubermos que a camisola é “exclusiva”, porque foi feita pela Avó, ou porque foi aquela miúda que tem imenso jeito que fez, ou porque mandei fazer na costureira. O que não falta são jovens designers portugueses a aparecer aqui e ali, com coisas muito originais, a preços muito amigáveis.
9.       Original é bom; não é bom é se for porque interpretamos mal o dress-code. Óbvio que não é o fim do mundo, mas também não é muito simpático. Gosto imenso de ver como é que as pessoas interpretam o dress-code de maneira diferente. Não para dizer que aquele está bem e aquele está mal, mas acho muito curioso a forma tão diferente como as pessoas interpretam a mesma expressão. O casamento da minha irmã foi smart-casual. Houve uma pessoa de fraque, houve outra de calças de ganga. É muito curioso.
10.   Não imaginam o que eu me divirto nos saldos ou numa loja barata. A sério, não podem imaginar. Que gozo que gozo que gozo. Encontrar uma coisa a 1/10 do preço. Encontrar aquele fato de banho que eu queria super barato. Encontrar oportunidades óptimas. Comprar. Trocar. Devolver. Oferecer.
11.   Numa próxima oportunidade: tirar um bom curso de corte e costura. 

Regresso às aulas - parte II

 
 
Eu sei, eu sei, já escrevi um post de regresso às aulas, mas não resisto a escrever outro! Afinal este mês, respira-se regresso às aulas por todos os cantos do planeta.
 
1ª tentativa de compra do material escolar deste ano num hipermercado - experiência traumatizante. Foi na sexta feira, a seguir ao almoço, mal eu sabia o que me esperava. Com duas listas infindáveis na mão, um carrinho daqueles GRANDES (que não facilita a locomoção) aí fui eu à aventura. Não posso dizer que nunca tinha visto tanta gente junta, pois na noite anterior na FNO, tive que deixar passar 3 metros até conseguir caber lá dentro, mas que estava MUITA gente, lá isso estava.
 
A arte do desarrumar: fascina-me pela negativa esta coisa das pessoas desarrumarem os hipermercados, já não se percebe onde estão as borrachas (que hão-de ter começado o dia todas direitinhas), canetas misturadas com tesouras, colas no meio de cadernos e dossiers sem ordem de tamanhos ou cores, foi só o começo da minha saga.
 
Agulha num palheiro: ele há coisas esquisitas, pasta envelope, tamanho A5, sem elásticos, fechada com velcro? O que é isto? Onde está um funcionário? (Eles existem, mas por vezes são muito difíceis de encontrar quando mais precisamos deles e sobretudo no meio de uma multidão de compradores desenfreados).
 
Ao fim de conseguir colocar algumas coisas no carrinho - não todas, porque para mim, lutar para quem fica com a caixa de lápis de côr é impensável... Tive uma ideia brilhante, estou em crer mesmo que tive uma daquelas lâmpadas em cima da cabeça, mas que ninguém a viu(!?). Pensei, porque não vou às compras à noite, TARDE, depois de deitar as crianças?
 
Bem dito, bem feito, material escolar "quase todo" só para mim, pouca gente no hipermercado, mas note-se que havia um item esgotado :( Mas bom, um item, em duas listas de material escolar infindáveis é um bom balanço!
 
 

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

E depois há aquelas pessoas

que fazem toda a diferença. Que me fazem perceber que não tem que ser exatamente desta ou daquela maneira. Que tudo se resume ao não nos levarmos demasiado a sério. Não adoro a expressão da vida que são dois dias e o carnaval três - porque já cá estou há, pelo menos, 8418 dias e porque o carnaval nunca foi a minha onda - aos olhos de boa parte da minha família, ando mascarada o ano todo, devido as invencões de vestuário! E percebi que se pode ser uma miuda para sempre, deixando a maturidade chegar, bem vinda queridinha, mas dando espaço para nos divertirmos com a vida! E foi isso que aconteceu com o evento no LXFactory, onde conheci uma das nossas queridas leitoras, a Maria, que encontro sempre aqui. Muito obrigada!

Vale mesmo (mesmo!) a pena ouvir



"Nearer my God to Thee"

(Qualquer texto seria insuficiente para descrever a qualidade do que acabei de ouvir...daí o post ficar "apenas" pelo vídeo)

"Assim, acabas no manicómio" = Trend Alert

Frase do princípe. Frase meeesmo romântica, humhum. 

Foi a resposta quando lhe disse que hoje andei de turbante pela cidade. Foi um máximo, e como ninguém me conhece pude andar cheia de confiança pelas ruas. Experimentem! Este ano, foram poucas as passereles nos Estados Unidos que não apresentaram modelos de turbante. Conselho: não comecem pelo branco, porque se o nó ficar mal feito parece que saímos do duche e esquecemo-nos de tirar a toalha da cabeça. Está um exemplo aqui em baixo para se perceber bem o rídiculo que poderá ficar. Então, o uso de turbantes é muito versátil. Podem deixar cabelo à mostra, ou não. Eu usei parecido com a imagem ao lado, parece uma fita para o cabelo se virmos de trás, mas de frente, as pontas que dão o nó, fazem uma ligeira saliência no topo da cabeça e dão o salero indiano à coisa. Mais exemplos abaixo:





Este usei no outro dia, fica giro mas o lenço tem que ter estrutura senão as pontas ficam caídas e a Páscoa ainda está longe para darmos ar de ovo Kinder..









Os turbantes dão uma nova cor ao outfit ou passam a servir de complemento. Seguem exemplos:



A caminho da faculdade, a condizer com a saia, gosto muito:

A tal senhora que saiu do banho e parece mesmo, porque o vestido também é um lindo turco! E ao lado a Kate*, com uma forma de usar o turbante muito original.




















E agora a perguntinha: como se usam estas coisas? Então, existem milhentos tutoriais no youtube, mas o mais simples é seguir os passos abaixo:



E com a frase do príncipe se fecha este post: "Assim, acabas no manicómio" - porque está cansado das minhas experiências e eu percebo. Para um homem isto é de mais e só ficam convencidos quando nós o estamos. Por isso, se não tiverem a possibilidade de estar a 500.000Km de distância de casa para usarem um turbante, escolham, para começar, os corredores da casa e as ruas secundárias do bairro.

* Digo "Kate" mas não somos amigas da escola, atenção. 
Não quero ser processada!

Querida tu


Para a menina/mulher do vestido branco.
Querida tu, não sei o teu nome. Cruzámo-nos agora mesmo, nem a nacionalidade devemos partilhar. Vim ao teu país mas não me tomes por estrangeira, hoje em dia somos cidadãos do Mundo. Não queres que te trate por querida? Ok, desculpa, é a minha confiança do costume tens razão. Querida menina/mulher, amiga, porque o seríamos com certeza se eu soubesse a tua língua e estudássemos as duas gestão: o teu vestido branco, discreto, chamou-me à atenção. Estava perdida nos meus disparos, esquerda-cima-direita e de repente a objetiva deparou-se contigo. Contigo e com o teu mais-que-tudo. Não disparei, nunca o faria, ainda menos ao ver-vos tão juntos.

Querida tu, esse teu vestido contrasta com toda a cena. Faz-me lembrar estes leitores do nosso blog que ultimamente são bombardeados com temas cor-de-rosa sobre o casório, casar, e tudo o que deriva da palavra casamento (e gostam!). Não te vou falar sobre isso para já, por duas razões: porque há tantos outros caminhos e tu ainda não tens anel de noivado no dedo e porque eu percebo pouco do assunto.

Querida tu, a vossa imagem – quase fotografia – fez-me pensar nisto que te queria dizer: vales tanto! E cabe-te a ti menina/mulher descobrir isso e defendê-lo com unhas (das mãos e dos pés) e dentes. Cabe-te a ti mostrar isso mesmo aos outros. Começando no princípe. Tu e eu conhecemos o nosso 6º sentido. Serve-nos tanto, às vezes tão bem e outras vezes tão mal. Serve para os pormenores e para desenvolver ou moderar o poder-tentacional que temos sobre o sexo oposto. Esse ao teu lado, o príncipe, está nas tuas mãos. Vejo, na minha objetiva, que se ele pudesse, arrancava o seu coração e dava-to. Sem pensar três vezes. É uma maravilha o amor humano, o quanto somos capazes de amar pessoas iguais a nós, conhecendo-lhes todos as qualidade mas também todos os podres. Sorris e eu percebo o que estás a pensar: que o amor é a invenção mais incrível que existe. Mais do que a eletricidade, porque é Luz, mais do que o fogo, porque é Calor, mais do que o Homem, porque vem do Verdadeiro Homem.

Querida amiga, sim, acho que já o és. Estou feliz por ti e pelo teu mais-que-tudo. Mas esse ao teu lado, não é teu. Nem tu dele. Independentemente do sentimento querer mostrar exatamente o contrário. Bem é simples. O 6º sentido pode ser lixado se não o soubermos aproveitar como deve ser. Se nos deixarmos crescer em intimidade, com todas essas manifestações de amor que de amor têm pouco e de sensualidade têm muito. A intimidade é uma coisa lindíssima, mas no seu lugar. Não és dada a arrumações? Não faz mal, eu também não.

Esse vestido branco contrasta, porque na objetiva da minha máquina, aparecem duas pessoas apaixonadas e agarradas numa intimidade brutal, com todas as manifestações que lhe estão associadas. Estás de branco. E que bom seria se ele fosse realmente teu, e tu dele. Não são, ainda. E este 6º sentido passa para 1º quando nos mostra que, é por esse não querer esperar nas coisas pequenas, que um dia, quando pensares no grande, e no vestido branco até aos pés, o princípe já não quererá tamanho compromisso. 

E eu percebo, porque é muito tecido e porque tem tudo o que quer, sem ter o “para sempre”.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Dear Napkin

Budapeste, 13 de Setembro 2012

Onde: Mesa de um café

Companhia: a de Sempre + máquina de fotografias + chocolate quente + um Guardanapo

Querido Guardanapo,

Hoje dirijo-me a ti, porque nunca te agradeci o suficiente a companhia que me fazes nos cafés. Já adivinhavas o que ia acontecer quando entrei não? - “Lá vem aquela louca, chega aqui, abanca, saca da canetinha e sigo para o desemprego. Eu sirvo para limpar bocas menina! Não é para estes rabiscos e escritas”. Desculpa lá. Só mais hoje.

Antes de voar para cá, fiz umas contas rápidas e que me dão um gozo enorme: 4 dias em Budapeste a ter aulas = 1 calças + 1 sapatos + 1 vestido preto jic¹ + 1 blazer + 1 casaco + 4 partes de cima + necessaire + nada. Cheguei de mochila às costas, entro pelo hotel de 5 estrelas, óculos ray-ban rei-ban² na cabeça, unhas cinzentas mãos e pés, as calças, a parte de cima, os sapatos e o blazer. O rececionista ficou especado, esta aqui não encaixa com este hotel, deve estar enganada. Só me deu o cartão do quarto quando eu lhe dei o meu… de identificação!

Elevador, marcar 2º andar, sair, abrir a porta do quarto e UAU! Vistão sobre o Danúbio. UAU x 10! Desfiz o pouco que havia a desfazer da mala, agarrei na máquina de fotografias e comecei a palmilhar a cidade em busca de uma Missa. Desde então, sinto-me em casa.

Uma vez que estou aqui graças à minha entidade patronal, tenho percorrido estas ruas lindas com vários pensamentos na cabeça, com um que teima em persistir: o que é que te faz a ti, Guardanapo, ser fiel a este café? Será que existe isso da fidelidade de uma pessoa à sua empresa? Já pensei que poderá ser como uma união matrimonial onde o colaborador não pode só receber, tem também que aprender e saber dar. E dar não só na mesma medida, mas mais. Não me auto-convenci. Próximo: pensei que não se trabalha para a empresa, trabalha-se para si próprio e que, se com a empresa, a pessoa não desenvolve os objetivos que propõe a si própria, deverá procurar novo poiso.

Não, também não. É uma versão demasiada egocêntrica. Então o que é? Pois bem, cheguei a uma conclusão que poderá sofrer alterações mas que me ajudou a tomar uma decisão, logo, convenceu-me em parte. Sim, deverá existir fidelidade à empresa onde trabalhamos. Mas essa fidelidade deverá ser expressa pelo esforço diário nas várias tarefas e em cada momento do dia. Não se trata de uma fidelidade temporal, eterna, mas sim uma fidelidade na qualidade – do trabalho, do bom ambiente gerado, da amizade aos que perto de nós trabalham. Mas nunca uma fidelidade temporal. É, até o ser. Mas cada caso é um caso³. És um guardanapo pequeno por isso, fico por aqui. Obrigada pelo espaço!

¹ just in case; ² made in chinocas; ³ Fica sempre bem esta frase, não achas?

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Regresso às aulas


Estava prometido um post de regresso às aulas. Provavelmente esperariam um post mais sério, daqueles à "Psi", cheio de argumentos e conselhos úteis, mas não. Não resisti, quando vi esta imagem, e depois de uma conversa no fim de semana com mais uma mãe "de família numerosa", cheguei à conclusão (e agora vão pensar que sou a pior mãe do mundo!) que esta imagem tem tudo a ver comigo!
Confesso, estava desejosa, estava cansada de férias! As férias foram boas, divertidas, bom tempo, animação... mas, estava a precisar de voltar ao trabalho! Estava com saudades de trabalhar! E... pronto, também estava a precisar de ouvir menos vezes a palavra "MÃE" (gritada normalmente!).
 
Agora a sério... (continuando a sério), esta imagem está cómica, não acham? Eu achei, e por isso, resolvi partilhar...

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Kate Middleton

Não sei se é por ser da minha geração, se é por ser princesa, se é por ser elegante, ou se é por tudo isto... acho a Kate Middleton um fenómeno de estilo inspirador. Ela tem estilo de calças de ganga, tem estilo de chapéu, tem estilo com vestidos de criadores e estilo com roupa da Zara.
Qualquer trapinho que esta rapariga usa, esgota em três tempos (talvez seja em dois!) e o certo é que tudo lhe acenta bem (ou ela faz as escolhas muito acertadas... talvez seja esta última!). Gosto de a ver num registo "descontraído" mas também num estilo mais formal.
 
 
 
Muito elegante e feminina, a Duquesa de Cambridge, Kate Middleton, não tem problemas em usar roupa de "marca branca", nem problemas em repetir outfits. Gosto.
O seu estilo clássico é um aposta inteligente da sua parte, é uma forma de "estar sempre bem" embora muitas vezes não tenha "o último grito da moda".
Em eventos mais formais, tem sempre uns vestidos giríssimos, que na minha opinião a favorecem bastante. O que não falta por aí é "cópias" dos seus outfits, parece que basta a Duquesa sair à rua, que logo, logo há quem venda na net uma imitação da sua indumentária!


Bom, para mim é inspiradora, e embora não tenha intenções de copiar estilos (nem dela nem de ninguém:) Gosto normalmente de a ver, considero-a elegante, e, acho que é merecedora de um post só para ela. (Este!)

Last but not least...
Uma noiva é uma noiva, e ela foi uma noiva brilhante, elegante, não acham?

 

Think about it

Um rato e um elefante passeavam no deserto, a determinada altura o rato olha para trás e diz para o elefante: já viste a poeirada que estamos a levantar?

sábado, 8 de setembro de 2012

É Natal!

Agora que o Verão já acabou, toca a pensar noutras coisas boas: NATAL!

Encontrei este projecto DIY, e achei amoroso. E não me venham cá dizer que este presépio é só para crianças.



http://www.whattoexpect.com/BLOGS/astudentatmamauniversity/nativity-crafts-for-kids-popsicle-stick-nativity

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Educação dos filhos - Os Sentimentos

Os pais devem, desde cedo, ajudar as crianças a lidar com os sentimentos e a entender as "nuances" com que a vida as surpreende.
E como podem os pais fazê-lo? Como se processam estas coisas tão importantes com as crianças?
Questões como: - Porque ficamos tristes? O que nos deve dar alegria? Como devemos reagir perante a dor? Porque sofre o nosso coração? São temáticas dentro da inteligência emocional dos mais pequenos com as quais temos o dever de nos preocupar… Como passamos nós estas respostas aos nossos filhos?
 Bom, em primeiro lugar, passamos as respostas pelo exemplo, pelo exemplo que nós pais damos aos nossos filhos e pelos exemplos que proporcionamos que eles vejam dados por outros. As crianças imitam com satisfação os pais e outros adultos, e agem segundo os exemplos que observam com mais frequência.
Em segundo lugar passamos estas coisas pela prática dirigida, ou seja, por aquilo que as crianças são levadas a fazer uma e outra vez pelos pais repetidamente, até apreenderem um determinado comportamento. Em terceiro lugar, mas não menos importante, as crianças também apreendem através da explicação verbal que lhes é dada, pois as palavras também são muito importantes na transmissão de emoções, sendo o diálogo fundamental em qualquer família, em qualquer circunstância.
Para sermos bons pais, como sabem, temos efectivamente de ser pessoas melhores, devemos esforçar-nos por isso, por ser "pessoas exemplo" – exemplares. Portanto, graças aos nossos filhos, também nós podemos (e devemos) aperfeiçoar o nosso carácter e engrandecer o nosso coração, (os filhos podem de facto ser muito educativos para os pais).
Perante as perturbações emocionais dos filhos, os pais podem agir de diversas formas, sendo que o ignorar completamente os sentimentos das crianças nunca é uma boa opção. Outro risco que os pais não podem correr é ser demasiado permissivos, tentando apaziguar a criança mas sem a ajudar a encontrar soluções para o seu problema. O mais adequado será sempre tirar proveito da situação de perturbação emocional da criança, tentando entender o que está a perturbar a criança e porquê, ajudando a encontrar formas positivas de acalmar e controlar as suas emoções.
É importante que se explique à criança que há diferentes tipos de tristeza, pode estar-se triste porque um amigo não quer brincar connosco, mas também se pode estar triste porque morreu um avô… e o que se sente é diferente.
A aprendizagem emocional começa na barriga da mãe, nos primeiros momentos de vida do bebé e continua ao longo de toda a vida, sendo que na infância a plasticidade cerebral é maior e portanto é ai que a criança forma o núcleo das suas perspectivas e capacidades emocionais.
Todas as pequenas trocas entre pais e filhos possuem uma legenda emocional, e são importantíssimas para a formação deste núcleo de emoções que vai ser decisivo na formação da personalidade da criança.

PARABÉNS ANA E TERESA!!!!!!!!

Mil beijinhos para as gémeas mais giras do mundo!!!!!


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

10 dias de Fé(rias)!


Milonga 2012 - "Embarca na Fé"

Este verão fui monitora de um campo de fé(rias) da Paróquia do Estoril, o Milonga. Foi sem dúvida uma experiência espectacular que gostava de repetir no próximo ano. Aqui está um vídeo que fizemos com os miúdos dos vários campos (Milonga Montemor, Arraiolos e Estremoz)...vejam até ao fim! Considerem-no um pequeno "aperitivo" para o próximo post!

A Violação de Nanking.

Falava-se da cidade de Nanking, ou Nanjing- como preferirem. Sim, eu sabia perfeitamente que cidade era, aliás, tinha feito um trabalho sobre a Violação de Nanking, e tinha tido uma ganda nota. Como tinha acontecido ao certo? Bem, as tropas japonesas...a população...porquê? Pois... Já não me lembrava de todo. Que horror. Um genocídio HORRÍVEL, e eu simplesmente não me lembrava. É por isto, pelo perigo que é o esquecimento humano, que se deve martelar e remartelar os incidentes menos simpáticos da História (com H grande).

É um texto grande, mas (eu acho que) vale a pena.


"For six endless weeks, commencing in mid-December of 1937 through the beginning of February of 1938, innocent Chinese civilians living in the city of Nanking and soldiers protecting the city were strangled, raped, mutilated, burnt, stabbed, and tortured by the invading Japanese troops. The Japanese population apparently had no knowledge such a thing was happening, and there was a lack of awareness from the world, which was concentrated on Hitler’s advances. Although current Japanese government states this incident, most commonly known as ”The Rape of Nanking,” is not real, it can be considered one of the most brutal acts of genocide the world has seen, where a country’s powerful military fights a country’s people (“Scarred by history: The Rape of Nanjing”).
            The invasion of Nanking and the consequent massacre derived from both historical and immediate causes. The historical causes for Japan to have started attacking China, beginning with Manchuria, consist of Japan’s need for natural resources and want to expand. As an island, Japan did not have many natural resources, and was in desperate need of them; China was very close and would be an easy target where natural resources could easily be attained.  Japan’s goal for several years now had been to expand their territory, and because Manchuria was a piece of land which had already been disputed over the years by Japanese and Chinese, the Japanese decided to start their invasion of China there, and then follow to the capital, Nanking ("Historical background of nanking massacre.”). The immediate causes of the invasion of Nanking were mostly due to revenge. After Japan’s invasion of Manchuria, many more battles were fought, such as Japan’s invasion of Shangai. The Japanese were eager to conquer the rest of China, so they attacked Shangai in the summer of 1937, expecting their job to be quick and easy; the Chinese disappointed the Japanese by putting up a good fight, only being defeated in November of the same year, delaying the Japanese plans. The Japanese had planned to conquer China in three months, but that was now obviously unachievable, so, in an act of revenge, Japanese savagely invaded Nanking and executed the many acts of violence they did. (Gavin)
            The “Rape of Nanking,” named after the thousands of women and girls that were raped and tortured, began during the summer of 1937, with the invasion of Shangai. The Japanese troops took a very long time to conquer Shangai, unlike what they had expected, and, infuriated by this delay, when they finally took control of Shangai they went after the people of Nanking. The Japanese armies attacked the city of Nanking which was not prepared to put up resistance, like the Chinese armies in Shangai had, and were easily defeated after four days of battle. The first victims of the genocide were the military. Although Japanese looked upon the Chinese as inferior and useless, they were still scared of Chinese revolts, so they trucked all the Chinese soldiers to the outskirts of Nanking, where all the soldiers were tortured to death. Death was caused by using methods such as decapitation, gasoline and fire, running over with trucks, or bayoneting the men. After the men came all of the women. There are accounts that go up to as high as 80,000 women that were raped, mutilated, and killed. Pregnant women were an especially appetizing target, as they could be raped, have their bellies cruelly and mercilessly opened and their foetuses torn out of them, as a prize for the soldiers (“The Rape of Nanking.”).  Another entertainment for the Japanese soldiers was to storm into a house where they would find a family and oblige relatives to rape each other while the others were forced to watch. After most of the violence occurred, the Japanese calmed down, but to entertain themselves they created the Comfort Women System, where young girls would provide the soldiers with as much sexual pleasure as they needed. Throughout the world there was nobody paying attention and helping the situation, only a group of around twenty Europeans and Americans who created the International Safety Zone where no Japanese was allowed. In this area Chinese were able to take refugee, as 300, 000 Chinese did, but the ones who were not able ended up killed. The Japanese soldiers would invent the most horrific methods to kill the Chinese, turning it into a game rather than a reality, where innocent men, women, and children were sacrificed. (Gavin)
            After such atrocities it is hard for two countries, Japan and China, to get along in a good relationship. China does not appreciate the fact that the Japanese government has never officially apologized for their actions in China, claiming that it was not the Japanese people’s fault and that it is not worth apologizing because the Chinese will not accept the apologies. The Japanese prime Minister pays a visit to the graves of Japanese who participated in the Japanese attacks on an annual basis, which sends the Chinese the message that the Japanese view those criminals as heroes, not as people who tortured the Chinese community. There are also many political figures in Japan that claim “The Rape of Nanking” never happened, that it is a Chinese invention, which deeply offends the Chinese. There are also cases which have been taken to court about history textbooks which do not tell what the Japanese did in China accurately, but instead portray the Japanese as the real victims. But it is also important to understand that the government in Japan during the time when the "Rape of Nanking” occurred, completely controlled the people’s thoughts through propaganda, giving the Japanese the idea that the Chinese were the perpetrators, not the Japanese- they were the real victims. All Japanese press was controlled and therefore no objective and truthful information was let in and delivered to the Japanese people. Japan refuses to apologize and China does not understand it was the Japanese government and troops, not the people, who attacked China, which complicates the two countries’ relationship. It is most likely that the two countries will continue to dispute over trivial things, because a genocide as grave as “The Rape of Nanking” is hardly forgotten. (Maciamo)
            Six weeks, 300,000 deaths, 20,000 rapes, and a city crying innocent blood. Ignored by the world, unnecessary lives were lost in Nanking, a damage from which China will never recover, and a genocide Japan will never admit to have committed. A cruel genocide where innocent pain was present at every second, once again a genocide that could have been prevented by the world, if only the world had had its eyes open."

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Olhos nos olhos

Acontece-me muitas vezes cruzar o olhar com pessoas que vão na rua, que olham também para mim. Acho que isto é normal, penso que deve acontecer a muita gente. O que eu não sei é se toda a gente faz os mesmos raciocínios em sequência destes olhares, que a mim dão-me sempre muito que pensar. Em primeiro lugar, é estranho mas simpatiza-se com aquela pessoa através do olhar, ou não se cria empatia de todo. É verdade que não se sabe nada dela (não estamos aqui a falar daqueles olhares "acho que conheço esta cara de algum lado"), mas através do olhar, da forma de estar, da aparência, ou se gosta ou não (superficialmente claro) daquela pessoa.
O criar esta empatia "no minuto" não tem grande explicação, eu pelo menos não consigo estabelecer aqui nenhuma lógica...
Na fracção de segundo seguinte, invadem a minha mente questões muito variadas acerca daquela pessoa como quem é, como se chama, para onde vai, onde trabalha, é casada ou não, tem filhos, qual a sua religião, pratica desporto? tem hobbyes? gosta de...? Será por ser Psicóloga que isto me acontece? Faz-me lembrar os tempos da faculdade onde nos entretinhamos em alguns contextos a imaginar que as pessoas que nos rodeavam eram loucas... era divertido, iamos no metro, por exemplo, e escolhiamos "uma vítima", depois apenas observávamos o comportamento discretamente, e riamos sem fim, porque a bem dizer, de louco, todos temos um pouco.
Hoje, mais uma vez, como em tantos dias, tive um cruzar de olhares, daqueles olhares que sorriem para nós, em fracções de segundo e que se calhar nem se aperceberam que nos sorriram.
Às vezes gostava de saber mais das pessoas, e aí, olhar para elas seria diferente...

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Uma tarde bem passada...


Depois de uma longa ausência, volto aos posts aqui no Heart. Estive a maior parte do Verão fora de Lisboa,  participei em projectos de voluntariado, intercalados com um tempo de férias em família, por isso não tinha muito tempo para escrever no blog.

Hoje planeava escrever sobre um dos projectos em que participei durante o mês de Agosto mas surgiu um imprevisto engraçado. Fiz uma pequena cirurgia e voltei a casa com 7 pontos num pé. "Engraçado?" - perguntam vocês. Digamos que nunca tinha entrado num bloco para uma intervenção cirúrgica (ainda que pequena) e achei uma certa piada ao ver a minha mãe e um médico cortarem e coserem o meu pé com toda a naturalidade...

Esta "pequena partilha" serve para justificar o adiamento do meu post e dizer que nos próximos dias vou falar sobre uma experiência espectacular num campo de FÉ(rias)!!

Chocolate lovers

Domingo estivemos num baptizado - desculpem, mas esta coisa do acordo ortográfico, como já deram conta, em mim ainda não teve efeito. E sábado temos um casamento. Eu gosto muito de festas, toda a gente reunida, tudo alegre, animado, e comidinha boa, claro. O problema destes dias, é que muitas vezes (digam lá se não é verdade) comemos de mais... comemos tanto que às vezes até ficamos mal dispostas/os, com o estomago mesmo a dizer (amiga/o mais uma fatia de bolo e rebento).
Pois bem, foi mais ou menos assim que sai do baptizado de Domingo, um baptizado lindo, deixem-me acrescentar, onde tudo foi cuidado ao pormenor.
A cerimónia foi magnífica, profunda, os cânticos escolhidos a dedo, e o pequeno GRANDE pormenor de terem levado as crianças (haviam várias famílias numerosas nas quais nos incluímos!) a ter uma catequese sobre o baptismo durante a mesma, foi a cereja no topo do bolo, que permitiu aos pais disfrutarem de outra forma das palavras e também do silêncio.
Depois da cerimónia, o almoço, que foi MUITO BOM, e as sobremesas, e o bolo, e a fruta... por isso é que quando cheguei a casa a minha filha Maria perguntou se a mãe tinha um bebé na barriga, estão a ver...
Bom, o que é certo é que hoje já é terça feira, e a comidinha boa já lá vai (nada de bebés na barriga) pelo que resolvi experimentar uma iguaria que merece ser partilhada. Agora sim, já perceberam o titulo do post, certo?
 
Ora cá vai:
 

Ingredientes

  • 50g de chocolate muito negro simples
  • 3 c. sopa de água quente
  • 5 c. sopa de queijo fresco com pouca gordura
  • Alguns frutos secos tostados, aos pedaços
  • Leite de coco q.b

Preparação

  • Parta o chocolate para uma taça;
  • Coloque-a num tacho com água a ferver (em banho maria). Mantenha em lume brando até o chocolate derreter.
  • Junte a água quente ao chocolate e misture bem para formar uma pasta espessa e brilhante.
  • Deixe arrefecer e de seguida junte o queijo fresco.
  • Divida a mistura de chocolate por duas chávenas de café e coloque-as no frigorífico para gelar.
  • Toste os frutos secos num tacho pesado e seco durante alguns minutos e depois moa-os com um almofariz.
  • Quando o chocolate estiver frio, cubra cada uma das chávenas com alguns frutos secos tostados, decore com um fio de leite de coco e sirva.
Receitinha para duas pessoas (ou para uma pessoa que goste de comer duas doses:)
160kcal por pessoa

Este é do avesso

Geralmente pensamos num tema, escrevemos sobre ele, e depois, toca a pesquisar uma imagem, ou colocar aquela que já temos e tão bem se adequa naquele post que acabámos de fazer. Hoje comigo foi diferente. Vi esta imagem, no facebook da minha amiga Rita, e pensei, tenho de escrever um post com esta imagem, porque esta imagem é um mimo.
Inspirando-me nesta imagem posso escrever sobre várias coisas:
- posso escrever sobre as mães, o carinho com que tantas vezes cuidam da roupa e dos brinquedos dos seus filhos, com paciência, com dedicação pondo amor em cada esfregadela, abdicando de tantas outras coisas apetecíveis que poderiam fazer
- posso escrever sobre o brincar, esse acto tão saudável e brilhante, que faz com que o mundo seja uma festa 24h por dia, com que não haja preocupações nem aflições, com que cada medo seja superado porque o Chefe dos Estrunfes ("Grande Smurf") está comigo, ou porque a Minie está ao meu lado enquanto estou a dormir.
- posso escrever sobre o sol, o sol que ilumina, que seca, e que segundo os antigos "desinfecta". O Sol que quando nasce é para todos, e por isso também para a bonecada :)
 
Obrigada Rita pela imagem :)

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

(Re)início de ano: let's go on an adventure!






Gosto de encarar o fim das férias e o recomeço de trabalho e de ano letivo desta forma: uma aventura que começa, um tempo de desafios constantes! Principalmente neste ano, em que, terminado o curso, me preparo para entrar no mundo do trabalho... Olhar assim ajuda-me muito a afastar uma certa inércia para recomeçar, receios do que aí virá... 

Uma aventura é assim mesmo, implica vitórias e quedas, correr riscos, que as coisas nem sempre caminhem como queremos, correrias, contratempos e, principalmente, que encaremos estes aspetos de frente, arriscando a dar o salto! :)
 

Pessoas bem vestidas

Há alguns locais na nossa muito bela e nobre cidade de Lisboa, que são um oásis para a nossa vista. E porquê perguntam vocês? Porque olhamos ao nosso redor e vemos gente bonita, gente gira, bem vestida, gente com bom gosto.
É uma coisa que me agrada, confesso, podendo parecer uma coisa supérfula, e admitindo que há coisas bem mais importantes que a roupa, pessoas bem vestidas fazem bem à vista, fazem bem à alma, melhoram o nosso ânimo, e ainda por cima dão-nos ideias, inclusivé de conjugar roupa há muito esquecida no nosso guarda-fato.
Hoje foi um dia assim, acabei de chegar do meu almoço, e como hoje (infelizmente) almocei sozinha, deliciei-me a olhar em meu redor e apreciar os "out-fits" dos transeuntes.
Já sabemos: não é preciso ter o último grito da moda - seja ele qual for - para estar gira/o com um ar limpo, "clean", enfim: bonitinho.
Há alguns aspectos que a mim pessoalmente me captam a atenção, nomeadamente: a pessoa ter roupa à sua medida, nem muito larga para a sua estrutura, nem muito apertada a ponto de parecer que vai explodir a qualquer segundo! Não ser muito curta (juro que não percebo quando vejo tanta senhora com vestidos ou blusas curtas que "insistem" em esticá-las até à exaustão como se isso fosse aumentar o tamanho do tecido) nem muito comprida (a pontos de ficar suja pela bela da calçada portuguesa ou outro qualquer pavimento). Depois para mim é importante que não seja uma roupa que mostre a roupa interior, por mais bonita que esta seja. Acham bonito ver alças de soutiens e rendas de cuecas? Olhem, eu não acho, pronto, não acho nada elegante ponto final.
Também aprecio que a roupa esteja limpa... eu sei, eu sei, mães de bebés que bolsam a toda a hora estão dispensadas deste pequeno requisito - se bem que mãe de bebé pequeno tem sempre toalhitas de rabinho, que facilmente resolvem este problema.
A ter em conta também são as cores que se conjugam, os tecidos, e a qualidade dos mesmos. Aqui teriamos de escrever outro post, claro está, mas se por um lado depende muito do gosto pessoal de cada um, arrisco-me a dizer que quem vai mais para o clássico, e opta por cores mais discretas, geralmente está sempre bem. (Não digo com isto que um bom padrão não dê um out-fit perfeito, claro, mas vocês entendem!).
Quando falamos de senhoras então, há que falar também nos acessórios. Meninas, uma boa mala, é uma boa mala, e só ela (ah malvada!!!) pode fazer uma vestimenta perfeita, ou estragá-la completamente...
Depois há os colares, as pulseiras, os ganchos, e uma panóplia de adereços ao nosso dispôr, mas nada como bom-senso, nada de exageros (mais não significa melhor) de saber coordenar tudo isto num look apetecível.
Posto isto, reafirmo, hoje almocei na zona de entrecampos, e fartei-me de ver gente gira a passar. Gente cheia de calor, sim - que isto hoje está que não se pode lá fora! Mas gente gira, composta, que já não deve estar de férias e que não ia para a praia (porque out-fit de praia é outra coisa!).