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sexta-feira, 15 de abril de 2016

identidade sem género ou gente sem cérebro?

"Eles" continuam a "legislar no que é importante". O que seria de nós sem o BE na Assembleia da Republica? Era como o Cocas sem a Miss Piggy, como Dupond sem o Dupont ou como o Bucha sem o Estica.
 
"Eles" dizem (como se pode ler no documento) que é identidade sem género, ou chamaria gente sem cérebro.
 
 
 
 

quarta-feira, 16 de março de 2016

A Assembleia, o IVA e o copo menstrual

 
A saga "legislar no que é importante" continua...
Quando vemos que o nosso parlamento legislou sobre o IVA nos copos menstruais é impossível não sentir um certo desconforto - é para rir ou para chorar? - perante um cenário de crise (...na pecuária), entre urgentes politicas publicas... foi mesmo sobre copos menstruais.
Imaginar os deputados a debaterem o tema, com aquela autoridade de quem está a salvar o planeta, homens e mulheres a votarem sobre tão pertinente legislação, batendo palmas a si próprios pelo seu feito.... e no outro dia percebem que afinal legislaram por uma medida que já existia.
Mais uma vez o PAN demonstra no parlamente uma falta de seriedade e uma tremenda imaturidade politica, querem mudar à força, mudar só por mudar, por pretensões revolucionárias e mudam o que está mudado...
Está na altura de 1) sentar e ler um pouco da história (nunca fez mal a ninguém); 2) estudar as politicas publicas do país; 3) perceber quais são as verdadeiras necessidades do povo.
Enquanto isso o PAN não vai deixar de ser uma espécie - daquele funcionário da monarquia, que estava encarregado de entreter o rei e a rainha, fazê-los rirem, conhecidos pelo  - bobo da corte.
 
 

domingo, 6 de março de 2016

A agenda da Ideologia do Género e o Happy Meal


Os ocidentais são tão livres, mas tão livres que nem estão condicionados pelo seu corpo, o género já não os define, eles são o que em liberdade querem ser.. isto não é incrível é mesmo estúpido.
Haja paciência para a agenda do género, na minha terra diriam "gente tola e touros, paredes altas!" (vejam AQUI).
Mas será que estamos assim tão tolos?
Há um conjunto de intelectuais que olham para o branco e gritam que é preto, porque a ideologia política assim o diz.
Homens que não pensam, não se questionam, não procuram a verdade, procuram comprovar factos das suas filosofias, ovelhas das teorias "modernas", mas que infelizmente fazem agenda.
Quando deixamos de pensar é nisto que dá.... tudo tolos. Uma jornalista, uma secretária do estado e um restaurante:


Vamos lá ver uma coisa, que é muito simples e muito natural, um menino é um menino e gosta de brincar com coisas de menino, isto não é uma imposição cultural é a vida no seu melhor!
Parem de berrar que o branco é preto, podem fazer agenda de género, podem criar leis e até podem meter um urinol na casa de banho das senhoras, mas isso não vai mudar a natureza: os meninos vão brincar com carrinhos e vão gostar de futebol, as meninas continuaram obcecadas com o cor-de-rosa e as mulheres irão fazer xixi sentadas.
O pior é que a estupidez está a ter proporções inacreditáveis, e a ideologia não é somente uns rasgos modernos de certos filósofos de algibeira, é que estes tipos estão metidos nas politicas publicas. Sem nos aperceberemos, típico das ditaduras modernas, eles estão a fazer das nossas crianças experiências de laboratório, estão a mudar o seu habitat natural por capricho: 
"Agora todas as meninas vão ter que brincar com camiões, porque as mulheres não são diferentes dos homens, porque a condição de mãe pode ser inferior, deixem as bonecas, queimem os Nenucos, abaixo as Barbies. Agora os meninos vão brincar aos póneis, porque  é necessário que tenham espaço suficiente para expressar a sua sensibilidade ou até mesmo a sua homossexualidade" Enquanto isso o Miguel criou um exercito de póneis que vai salvar o mundo dos malvados vilões e a Maria estava a embalar o camião na sua mantinha!!!! 
Protegem os vossos filhos, porque a estupidez veio para ficar. 
E por favor dêem trabalho à Drª Catarina Marcelino, mas trabalho a sério, pode ser que a sôdotôra se distraia com coisas, realmente, importantes na sociedade portuguesas e não se o Happy Meal traz o Transformers em cor-de-rosa...


quinta-feira, 3 de março de 2016

Isto sou eu a comer pipocas e a ver o BE a autodestruir-se

Enquanto estive fora houve algumas polemicas e outras polemicazinhas, afinal de contas estamos em Portugal! Contudo não queria deixar de apreciar nestas bandas...
O cartaz - insultuoso, intolerante e estupido - do Bloco de Esquerda mostra sobretudo a frustração deste partido.
Eu sei que fico logo com uma dor no estomago ao ver a intolerância dos tolerantes, mas desta vez até estou paciente com estes jovens revolucionários, porque tenho pena, porque compreendo que eles estejam a sofre, porque para um partido vazio, mimado que sobrevive da reacção, que se alimenta da contradição, da violência política deve ser difícil fazer parte do governe, dói ter que aceitar uma esquerda moderada e um Banif, por isso toca a disparar para as instituições reacionárias, mesmo que isso signifique uma afronta à fé e à liberdade da maioria dos portugueses.
Despóticos na razão, o BE está a mostrar a sua intolerância ideológica e a sua idiotice, Catarina continua assim que eu vou comendo pipocas, porque com esses comportamentos não precisas de adversários.


 
 
 
"Jesus Cristo, como aliás todos nós, tem um só pai e uma única mãe, não dois pais sem nenhuma mãe, nem duas mães sem nenhum pai. Isto não é religião, nem ideologia; é genética e biologia"
"Segundo uma deputada do Bloco, esta iniciativa não pretende ofender a Igreja nem a religião, tratando-se apenas de mostrar às pessoas que sempre existiram famílias diferentes e que essa não é uma realidade nova, nem recente. Claro que a deputada tem tanta razão como teria quem, afixando cartazes com a imagem dela, neles escrevesse a frase ‘Em Portugal há políticos corruptos’ e depois, em jeito de desculpa, dissesse que não pretendia ofender a deputada, nem o Bloco de Esquerda, mas apenas mostrar às pessoas que sempre existiu corrupção entre os políticos e que, portanto essa não é uma realidade nova, nem recente…"
" a natureza essencialmente anticristã do Bloco de Esquerda e da sua política. Sem diabolizar este partido político, nem muito menos os seus militantes – alguns, honra lhes seja feita, até se demarcaram desta campanha – é óbvio que, depois deste incidente, nenhum cristão coerente poderá ser seu membro, ou nele votar, sem prejuízo da sua integridade, ou da sua inteligência. De facto, esta campanha contra a Igreja católica, as demais confissões cristãs e, em geral, a liberdade religiosa, pôs a nu a ideologia anticristã do Bloco, senão mesmo a sua natureza antidemocrática e tendencialmente totalitária.
Por outro lado, não será exagerado afirmar, graças a esta campanha e não só, que os católicos portugueses fazem, de algum modo, parte da Igreja que sofre perseguição. Que grande honra, para nós, fazer parte do grupo dos milhões de católicos que são perseguidos pelos regimes totalitários comunistas, como os da China e da Coreia do Norte, e pelo fundamentalismo islâmico ou laicista! Obrigadinho, ó Bloco!
Esta ofensiva do Bloco de Esquerda contra os católicos e contra a liberdade religiosa, de pensamento e de expressão, não é sequer original. Por ora, é mais imbecil do que violenta, mais trocista do que mortífera, mais laroca do que sangrenta, mas promete ressuscitar, em futuros episódios, o pior legado do anticlericalismo português.
Não obstante os nossos brandos costumes, é bom recordar que os jesuítas foram expulsos de Portugal no século XVIII, pelo Marquês de Pombal; que, no século XIX, não só eles mas também todas as outras ordens religiosas foram extintas pelo liberalismo jacobino; e que, no século XX, voltaram a ser perseguidos todos os religiosos, bem como todos os bispos e padres do clero secular, pela primeira república. No século XXI, será que o Bloco de Esquerda dará continuidade a esta ignominiosa tradição?!
Avé, Bloco, morituri te salutant!"

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Je Suis Centro Paroquial de São Martinho das Moitas

 
Sabem quando as leis existem e ninguém questiona a sua utilidade?
Não é preciso ser doutor, advogado ou juiz para perceber quando as leis estão nitidamente separadas da justiça. Em Portugal é comum, talvez porque vivemos num tempo burocrático: "Oh menina se não tem o papelinho, assinado, carimbado não pode fazer nada".
Nunca gostei de burocracias nem de papeis, não é por ser rebelde, eu percebo a sua utilidade, é mesmo por ser desorganizada, nunca sei onde meti o comprovativo, o atestado e o talão...
Por isso choca-me a importância das instituição aos papeis.
Mas choca-me ainda mais quando essa importância prevalece sobre valores essenciais à humanidade: a caridade, a generosidade, a solidariedade...
 
O Centro Paroquial de São Martinho das Moitas, em São Pedro do Sul, foi multado em 6300 euros pela Segurança Social porque apoiou mais seis pessoas do que estava acordado. A ajuda devia ser para 30 pessoas, mas o Centro Paroquial ajudou mais seis.
O padre Ricardo Correia salientou à rádio VFM, de Viseu, citado pela TSF, que desconhecia a lei: "Sentimo-nos mal por vermos que por alimentarmos os nossos pobres somos multados." Acrescentou que querem ser "o mais prestável possível" a quem pede ajuda: "Estamos a falar de pessoas que não têm ninguém, que não sabem ler, não sabem escrever. Nós somos as únicas pessoas que eles veem diariamente." Garantiu ainda que os seus utentes que não estavam no acordo com a Segurança Social, eram ajudados pela instituição. "Éramos nós que suportávamos todas as despesas e todos os gastos", disse.
A multa de 6300 euros surgiu após uma denúncia - que levou à realização de uma inspeção - e por considerar o valor "desproporcionado" e por não ser correto receber uma multa "por dar de comer a pessoas pobres", o padre Ricardo Correia recorreu à justiça. O Tribunal de Trabalho de Viseu reduziu o valor para 2500 euros. 
Sim, uma instituição de solidariedade social levou uma multa porque ajudou mais 6 pobres do que estava previsto pela lei, pois a Segurança Social é o dinheiro dos contribuintes e nada de ajudar os pobres não previstos, a não ser que esses sejam donos de um Banco. Atenção que o tal Padre Ricardo recorreu à "justiça" e esta reduziu a multa para 2500€ (!!!!)

Acontece que essas pessoas a mais, não são simplesmente um numero, nem um papel por carimbar, na secretária da Segurança Social, são pessoas, que passam privações, sofrimentos e é nosso dever ajudar:
Elas têm um nome, elas têm uma história:

São três irmãs, todas cegas de nascença. Maria, a mais velha, tem 69 anos. Conceição, 65, e Ana, 62. Vivem juntas desde sempre, em Covas do Rio, S. Pedro do Sul, onde não têm mais familiares.
Vale-lhes o apoio domiciliário do Centro Social e Paroquial de S. Martinho das Moitas. "Foi isto que a Segurança Social não viu", considera José Martins, vice-presidente da instituição, multada em 6300 euros pela Segurança Social por apoiar mais pessoas carenciadas do que o acordado.
"Entendemos que não roubámos nada a ninguém. Apenas recebíamos apoio para 30 pessoas e nós ajudávamos 36. Estamos a falar de pessoas que vivem isoladas", adianta, considerando que se tratou de "um lapso" da Segurança Social. 


 
 

As três irmãs, Maria, Conceição e Ana, com a vizinha Idalina, que costuma levar couves



quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

86,500 mil milhões

 foi o dinheiro garantido à banca, desde 2007.
Ajudas a bancos portugueses já superam o resgate da troika.
Dá que pensar
 
 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

O que é que eu tenho a ver com o orçamento?

Assim de repente, a resposta para a maioria das pessoas podia ser: nada.
Não temos de o elaborar, não temos de o executar, nem temos de o perceber.

Mas... e se tiver alguma coisa a ver connosco? Imaginemos os seguintes 3 exemplos:

  • Impostos sobre o combustível
- Se eu tiver carro, vou pagar mais? 
- Parece-me evidente.
- Ah mas como não tenho... 
- Alto e pára o baile! Quando compras a merenda na escola, de onde vem?
- De onde vem? Ora, vem da senhora atrás do balcão...
- Sim, mas quem lho entrega a ela?
- Ah, então o Sr António que vem naquela camioneta grande entregar os produtos...
- Pois, porque a merenda é feita em Almeirim, e tem de vir ter à escola num transporte, que por acaso usa combustível.
- Oh mas vai ficar mais cara a merenda?!
- Possivelmente. Ou então o Sr António ganha menos dinheiro. E o mesmo para os chocolates, as frutas e legumes, até a roupa que a mãe te compra.

  • Fim do quociente familiar
Cada filho adicional vai ficar mais caro ao casal, porque em vez do quociente haverá um valor fixo por filho.
Qual é o mal?
Depende: Se achamos que a sociedade ter filhos, multiplicar-se, formando-os e tornando-os capazes de trabalhar (e contribuir para a Segurança Social) é uma coisa boa, então um desincentivo económico é mau. 
Se achamos que o ideal é haver pouca gente a ter filhos, idealmente só os mais ricos, porque as crianças fazem barulho e ranho e não acrescentam nada para a sociedade (talvez nem aos próprios pais), então nesse caso acho que esta medida pode ser aplaudida.

  • Imposto sobre as transacções
O senhor do café, o senhor do chinês, a senhora da mercearia (e também os senhores da Zara) - todos vão pagar mais por cada vez que nós pagarmos com cartão.
E então?
Bom, sabem aquelas raras vezes em que ainda ouvem "Não temos multibanco"? É provável que aumentem.
Ou quando dizem "Só aceitamos multibanco para valores superiores a 542€" - porque nesses valores em principio o que pagam a mais por uso do cartão é menos do que o que a loja ganha com uma venda desse valor. (Não esquecer que ambos os casos podem resultar em perda de vendas - mas isso é problema do dono da loja).
Se o comércio ainda tiver MB, para não perder vendas, como vai pagar mais por cada utilização, acham que os preços vão
(a) aumentar?
(b) manter-se?
(c) diminuir?
Pois, provavelmente é (a).

Então, no orçamento estão coisas que podem de facto tornar a minha vida mais cara? Pois. É exactamente isto que eu tenho a ver com o orçamento. Raios m'apartam!



terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Más noticias antes do café não é recomedavel

Acordei e fui ler as noticias, antes de lavar os dentes, ainda não entendo porque faço esta tolice, malditos tablets...
Eis que me deparo com este desenrolar de desesperança.
Só me veio à cabeça, não sei se foi da hora, o grito de Gandalf:
"you should not pass"
 
 
 
 

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

HEart na comunicação social | Diário Insular #7

O meu primeiro artigo de 2016 fala sobre este desejo, um país melhor e políticos conscientes da importância do trabalho.
Com a prespectiva da elite politica açoriana, que nesta área tem mostrado um enorme empenho.
(Diário Insular | 12 de Janeiro de 2016)

 
(para ler melhor clique na imagem)
 
 
Aqui está a minha inspiração do texto:
 
 

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Podia ter sido eu a dizer

 
"A violação organizada de mulheres parece-me mais grave do que o Charlie. Pelo menos, irrita-me ainda mais. Não são profissionais, são gajos normais. Não atacam uma revista, atacam miúdas, usam a violação sexual como arma. E, mais uma vez, é triste observar o silêncio das feministas. Entre o medo de serem apelidas de "racistas" ou "islamofóbicas" e a defesa das mulheres, optam pela primeira hipótese."  Henrique Raposo, in no seu Facebook
 

Eu, a liberdade ocidental e o Natal

 
Na Europa temos liberdade para fazer, dizer, expressar tudo.... menos se tiver algum conteúdo espiritual, a não ser que seja da espiritualidade oriental - o yoga, o Budismo, as cenas zen's -  aí  podemos falar com convicção, fica-nos até muito bem. Também é permitido expressar a espiritualidade do Islão, mas isso é por uma questão de tolerância.
Concluindo basicamente o importante é não falar do Menino Jesus, muito menos da Igreja, essa retograda instituição.
Mas alguém sabe o porquê do Natal???
Nesta época, de festa natalícia, foram imensas as noticias pela Europa fora (sobretudo Espanha, Itália, França e Inglaterra.) de autocensura: dos presépios, das musicas de Natal, da história etc... Isto deu-se nas escolas, nos aeroportos, nos hospitais, até nos museus.
Mais uma vez somos livres, mas livres de pensar como "eles" pensam.

E eu, sem medos, sem preconceitos, sem "tolerâncias", sem liberdade deixo aqui o meu Menino, porque sou apaixonada por Ele, pela arte, pela Europa, pelo Caravaggio, pelo barroco, pela história e pela liberadade:
 
(este é de Michelangelo Merisi da Caravaggio )
 
 

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Uma questão de coerência

Há uma coisa que eu admiro na política: c o e r ê n c i a.
Professor Marcelo Rebelo de Sousa é uma tv pop star e conhece muito bem os meandros desta máquina. Apesar de eu achar que aquele charme é natural, das muitas vezes que tive oportunidade de estar com ele.
(O problema é que, normalmente, as tv pop star's são tipos que gostam de agradar e, os tipos que gostam de agradar, nem sempre são os melhores.)

O Professor Marcelo conquista só  com um olhar, com a sua voz suave, sabe mergulhar no Tejo, sabe conduzir táxis, sabe ler livros dos bons e até  sabe varrer as ruas da cidade.
Nunca escondeu as suas convicções e, por isso, é um homem respeitado.
Das poucas manifestações políticas que tive (talvez a única) tive com o Professor Marcelo: A campanha do Não ao Aborto, foram dias muito intensos, mas muito ricos.
Quando nós votamos em alguém para Presidente da República, votamos naquela pessoa que acreditamos que por ser quem é pode representar o país.
Esta coisa de separar o Eu-Politico do Eu-Pessoal é muito estranha para mim... é tipo existe o Eu-Pessoal que tem convicções fortes, visões económicas bastantes lineares e depois existe o Eu-politico que é "uma Maria-vai-com-todos", perdoem a expressão popular, é um Eu politicamente correcto, disfarçada com a tolerância e basicamente diz o que os outros querem ouvir (= Marketing).
No debate de ontem com a Marisa Matias, o Professor Marcelo mostrou - nos que:
1) conhece muito bem os mass media (cuidado!);
 2) gosta de "dançar o vira".
De repente virou... Mostrou favorável à adopção por casais do mesmo sexo e recusou vetar às alterações à lei do aborto (ele que foi uma das caras mais convictas do não ao aborto).
É admirável este esforço para conquistar votos, pois significa uma tremenda falta de coerência.

Mais que demonstrar os seus ideais, o Professor Marcelo demonstrou a sua flexibilidade, coisa que não se viu na Marisa.
Penso que não precisamos de - mais um - presidente com falta de coragem, não precisamos de homens a quererem agradar as maiorias.
Precisamos sim de um Presidente que seja um politico de convicções e sobretudo que acredite e defenda essas convicções.
#AdeusMarcelo

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Vou ali fritar um ovo e já venho #1

"Perguntaram-me se eu quereria ser operada por um cirurgião que em vez de testado na escola tenha sido feliz na escola. Não tenho nenhuma dúvida; quero que tenha sido feliz"
Catarina Martins 
Porta-voz do Bloco de Esquerda. Deputada. Atriz.
 
 
 
(Pode ler tudo: AQUI porque esta não é a única pérola)

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Vamos defender os direitos das mulheres (mas a sério!)

Hoje a capa do Jornal Publico trazia a notícia que as mulheres portuguesas que optam por sair do mercado de trabalho, para cuidar dos filhos, perdem grande parte da sua reforma, sendo as mais prejudicadas dos 34 países do OCDE, sim isso mesmo somos o país da OCDE que menos cuida da mulheres que são mães.
A esquerda que necessita de ostentar a unidade, mais aquelas cadeiraszinhas da direita, mostraram a prioridade de defender os direitos das mulheres, muito bem (palmas senhores deputados), prioridade legislativa, mas agora não sei se foi de mostrar a união ou se foi mesmo prioridade nos v-e-r-d-a-d-e-i-r-o-s direitos da mulheres. Parece que a luta é pela liberdade das mulheres, mas só no conceito de liberdade do BE, porque a liberdade da maternidade ou a liberdade de querer cuidar dos filhos continua a ser castradora, antiquada, má, e há que ensinar a essas senhoras que isso não é bom...
Só queria agradecer à minha avó, que por opcção, ficou em casa, criou uma família maravilhosa, ainda cuidou dos netos, sabia fazer o melhor gelado do mundo e apesar da família ser numerosa todos traziam os amigos para jantar na varada pró quintal nas noites de verão!
A noticia, também me fez lembrar do seguinte anuncio - to think seriously -sobre o tema: