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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

HEart na comunicação social | Diário Insular #8

O artigo, deste fim-de-semana, fala de três das minhas grandes paixões:
1) Amigos, 2) Lisboa, e 3) Livros.
O tempo em Lisboa que nos voa, mas sempre com tempo para todos os amigos.
O que andamos a ler.
Os desafios de um livro por editar.
 
(Diário Insular | 16 de Janeiro de 2016)
(para ler melhor clique na imagem)

quarta-feira, 11 de março de 2015

comer sushi é dramático.


8 dramas que acontecem a comer sushi

(Tirado d'aqui)
1. Há sempre aquele niguiri que se desfaz nos pauzinhos a caminho da soja ou a caminho da boca. Autodestrói-se e deixa um rasto com os destroços de arroz pelo caminho (isto é, uma peregrinação de nódoas pela toalha e pela nossa camisa branca);
 
2. Há sempre aquele rolo que se nos escapa dos pauzinhos e faz uma bomba na tigela da soja, deixando um splash de destruição à volta. E depois ainda se desfaz na tigela tipo arroz-doce e ficamos sem mais espaço para molhar. É dramático;
 
3. Há sempre aqueles rolos demasiado grandes para os conseguirmos mastigar com um mínimo de elegância. Obrigam-nos a bater records de distensão do maxilar e a ficar ali horas a ruminar de boca impossivelmente cheia, sem qualquer glamour. Perfeito para um primeiro date.
 
4. Há sempre aquele rolo que rebola sem querer para as imediações do gengibre e rapidamente se contamina com aquele satânico sabor a jardim; só notamos quando provamos e perdemos toda a alegria de viver;
 
5. Há sempre aquela primeira vez em que se prova sushi e se toma wasabi por guacamole e, por conseguinte, se enfia uma colher cheia pela goela abaixo, à confiança; nem todos sobrevivem para contar a história;
 
6. Há sempre aquela vez em que se dá uma dentada confiante no temaki e a folha de alga é tipo Chuck Norris e não se quer separar do resto; e nós ficamos ali a puxar alarvemente com as mandíbulas a tremer, a dar tudo o que temos para concluir a dentada, e entretanto já temos uma derrocada de salmão a cair pela manga abaixo. Tudo bem, alga. Venceste.
 
7. Há sempre aquelas sementes de sésamo que ficam irrevogavelmente presas entre os dentes e ninguém se digna a avisar-nos durante o resto da tarde
 
8. Há sempre aquelas verdezas artísticas a decorar o prato que nunca sabemos se são comestíveis ou impostoras de plástico. Esperamos que alguém coma primeiro não vá ser apenas bibelô;
 
Resumindo: comer sushi é dramático.
 
 

sábado, 3 de março de 2012

NA MESA

Tenho uma amiga que sabe fazer sushi, isto é óptimo porque para além de ela ser uma boa amiga,também sabe fazer sushi! Quero-vos apresentar a Inês Vaz Pinto, tirou um curso de teatro e esse é o seu sonho, mas estuda relações internacionais, faz voluntariado, é vegetariana e... sabe fazer sushi!
Quando nesta semana intercalávamos o estudo com conversas, reparei que esta seria uma aquisição perfeita para o HEart, e para a nossa MESA! Assim a partir de agora delego as receitas vegetarianas ou de peixe que proponho às sextas-feiras (durante algumas semanas) para a minha amiga que sabe fazer sushi, entre muitas coisas....
Aguardamos receitas.