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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Magna Cum Laude

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Hoje ao abrir a minha agenda, sim tenho uma agenda à moda antiga, percebi que faz 3 anos da entrega da minha tese de mestrado. Não foi nada de extraordinário, nada de especial, mas fui eu que fiz, e, digamos, eu não sou propriamente uma pessoa expedita, sou só dita! Um trabalho feito e sustentado com a saudade: é o que faz uma açoriana em Lisboa! Sim houve lágrimas, mas houve muita amizade... Ao reler os agradecimentos, não podia não partilhar aqui.... e voltar a encher o coração de muita gratidão, por cada amigo, por toda a família.

Aqui fica um pouco da minha soberba:






terça-feira, 14 de junho de 2016

amizade.

*
"Entre muitas outras coisas, tu eras para mim uma janela através da qual podia ver as ruas. Sozinho não o podia fazer."
 Kafka, Carta a Pollak
*
 
 
 
 
Janelas dos meus Açores
 
Windows of the World - Ponta Delgada, Portugal
By André Vicente Gonçalves AQUI

terça-feira, 7 de junho de 2016

Os grandes amigos conhecem os teus defeitos

Mensagem de uma amiga, que me convidou para um almoço nos quiosques da Avenida da Liberdade, mas sabia que eu tinha de passar pelo Parque Eduardo VII:
 
 
 

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Propósito #11 de 2016 não esquecer de enviar mensagem de parabéns aos amigos

É incrível o acesso às tecnologias nos dias de hoje, estamos cada vez mais próximos uns-dos-outros, ou então não. Basta tocar num botão fazemos logo uma chamada, para enviar uma fotografia, do preciso momento, são só 5 segundos e mais 5 para partilhar no Facebook, no Instagram e no Snapchat.
 
Sim, mesmo com todas estas tecnologias, a tua mensagem a desejar os parabéns ficou por enviar.
Me culpa - não nego - afinal o progresso estava a favor, sou assim mesma, distraída e desorganizada, não importa a quantidade de iphones, ipads ou até mesmo de smartwatches, serei sempre assim - é interior, não é exterior.
 
Contudo mesmo sem mensagem, mesmo sem telefonema, lembrei-me, não te consigo provar por evidências cientificas, mas lembrei-me de ti, lembrei-me quando te conheci e quando íamos aquele café da esquina, ao lado da estação do Campo Grande, onde havia uns óptimos pasteis.
 
Não te enviei mensagem, mas fiz o mais importante, rezei por ti, agradeci-te a Deus, a tua vida, a nossa amizade...
 
E agora, passado tanto tempo encontra-te neste Blog in-HEart <3
Parabéns Pi.
 
 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

HEart na comunicação social | Diário Insular #9

Hoje, nos Açores, celebramos o DIA DAS AMIGAS.
!Tanta, mas tanta coisa para agradecer a tantas, mas tantas amigas!
Aqui fica o meu tratado pessoal sobre a amizade.
 
(Diário Insular | 21 de Janeiro de 2016)
 
(para ler melhor clique na imagem)

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

"Não há nada nesta terra que deve ser mais apreciado do que a verdadeira amizade" (São Tomás)


Hoje na minha ilha celebra-se por tradição o dia das amigas.
Já fiz muitas asneiras na minha vida, já me meti a descer uma rampa inclinada numa bicicleta sem travar, já tentei aguentar não sei quantos minutos debaixo de água sem respirar,  já dancei até ficar de manhã, já tive um desastre de carro, já tive que ir à polícia,  já pedi boleia a um estranho, mas também já me corrigi, já fiz muitas noitadas porque comecei a estudar de véspera,  já tive aulas de latim, já me converti,  já fui a África, já fui pela Europa sem lugar para ficar a dormir,  já dormi na praça de São Pedro, já dormi a olhar para as estrelas do outro hemisfério, já defendi a tese, já chorei, já chorei de tanto rir, já conduzi um barco, já fui projectada de uma mota de água, já me atirei ao mar no cais grande, já fui muitas vezes ao hospital,  e já passei uma tarde nos cuidados paliativo numa aldeia perdida de Portugal...
Tudo isto fiz, e não fiz sozinha, fiz ao lado de grandes amigas,  que não se limitaram a ser companheiras nas asneiras,  mas foram amigas porque me corrigiram, me ajudaram a querer ser melhor, mostraram que era possível ser feliz, ensinaram - me a lutar, a não desistir, a não ter medo,  mostraram - me o caminho para o Céu. 
Elas estão sempre lá.
Hoje na minha ilha celebra-se o dia das amiga e isso fez -me lembrar que eu tenho boas e grandes amigas!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

o orgulho dos amigos.

 
Sentir orgulho de si próprio é normalmente uma tontice, mas sentir orgulho de um amigo é muito bom.
Fiz a minha pausa a meio da manhã para ir tomar café, e como é comum passo os olhos na televisão, estava num canal de notícias e aparecia numa faixa vermelha com letras gordas: Última hora: prémio Leya entregue ao mais jovem escritor Afonso Cabral.
Eu conheço o Afonso, eu sou amiga do Afonso, naquele momento não tinha ninguém com quem partilhar isso, mas senti orgulho: porque é sempre bom ver o trabalho dos amigos reconhecido, porque eu já passei férias naquele lugar que está descrito no livro, porque temos um outro amigo em comum que orgulhosamente fez a correção daquele texto, porque faz bem ao país ter jovens escritores.
Hoje o Afonso é capa do Jornal Público e da Revista Ípsilon.
Com o seu livro Meu irmão conquistou o júri, ao contar as vivências e o amor entre dois irmãos, um deles com síndrome de Down, uma história que talvez para o Afonso seja muito real.
O lançamento do livro está marcado para o dia 21 de Novembro, e eu aguardo na distância.
O Afonso é um amigo reservado, fala muito mas fala pouco sobre si, conheço mais da sua vida profissional do que da sua vida familiar. E tal como tem aparecido nas entrevistas, é uma rapaz  envergonhado, mas descontraído, simples e muito convicto no que diz. É aquele amigo que ganha sempre nos jogos de caça palavras, pois usa vocabulário que ninguém domina.
O Afonso é o nosso amigo escritor e que por acaso ganhou o prémio Leya.
Parabéns Afonso pois deixaste os teus amigos com orgulho.
 

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Não perguntes porquê, mas para quê...

Ontem fui ao hospital, não era nada de especial, mas precisei de ir ao hospital e fui ao hospital. 
O bom de precisar de ir ao hospital é que apercebemos daquilo que é óbvio, que os amigos são das coisas mais importantes desta vida, que esperam connosco pacientemente, mais de 4 horas, numa sala que se chama "espera", e ali fazem companhia, conseguindo a proeza de nos distrair, e de nos tirar daquele sitio... (podia escrever muito sobre a amizade com este exemplo!)
Mas essas 4 horas numa sala de espera improvisada nas obras do Santa Maria deu-me para muita coisa, essencialmente para perceber que o estado da saúde em Portugal é um reflexo de uma degradação moral. É desumana a forma como os doentes são tratados, não falo por mim, que não gosto de me queixar, mas falo por aquela senhora acamada, mais velha que a minha avó, com um olhar poderoso, nitidamente estava nos últimos dias da sua passagem por este desterro, ali numa cama, numa sala de espera rodeada de barulhos e de muita gente, mas  ali estava sozinha, e quando dirigiam-se a ela (enfermeiros e auxiliares), falavam de um modo tão brusco como a própria senhora tivesse a culpa de estar doente. Falo também por aquele rapaz, um pouco mais velho do que eu, que lia enquanto esperava, era toxicodependente, mas não parecia, de repente descobre que tem uma infecção nos pulmões, meteram-no numa maca, para ficar internado, e enquanto se discutia quem o levava para o piso de cima o rapaz começou a chorar, sem ninguém dar por isso as lágrimas caiam silenciosamente, como silenciosamente lhe tinha passado a vida. Outro caso de um senhor que já estava senil e acamado, que não largava a mão da mulher, aquela pobre senhora, que outro dia tinha casado com o jovem senhor, mas via-se igualmente apaixonada, pois estava persistentemente ali desde as 3h da tarde (eram já 23h) sem ninguém dar a atenção suficiente....
As camas acumulavam-se nos corredores, tudo porque as ambulâncias não trabalham numa forma humana, mas trabalham numa forma rentável!
Eu percebo que esta área tem um trato difícil, um trabalho com uma entrega especial, mas não podemos esquecer que são seres humanos e não números, e não senhas e não pulseiras, são pessoas, almas, pais, mães.... cada médico, cada enfermeiro  cada auxiliar mais do que formação académica deve ter uma forte formação humana (QUE FALTA FAZ!), não pode cair na rotina, não pode habituar-se ao sofrimento, tem de tratar cada doente como fosse o primeiro, ou melhor como fosse ele próprio.
A maior lição que tirei desta sala de espera, é que a existência do sofrimento não é em vão...
Depois de uma injecção, soro (+ remédio) fui embora, sem dores mas com uma grande dor!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Almoço!

E de repente estávamos a almoçar.... a R. escreveu uma frase no facebook, todas nós comentamos, e.... tínhamos um almoço marcado para o dia seguinte, as coisas boas da tecnologia!
Foi um encontro "meio" inesperado mas muito bom, estavam algumas do inHEart e a Maria do Blog da Maria 
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O restaurante tinha que ser no centro de Lisboa, tinha de ser um sitio giro, tinha que ter pinta e não podia ser muito caro, foi então que surgiu: The great american disaster.
Uma hamburgueria americana, mas é sobretudo um voltar atrás no tempo, anos 70 em grande, na decoração, na roupa dos empregados e até no menu. O atendimento é que demorou um bocadinho, mas até isso ajudou a pôr a conversa em dia, no final foi mais ou menos 8€.

Valeu a pena, falamos de blogs, moda (claro), algumas falaram de filhos, outras de namorados e uma do noivo, foi sobretudo uma lufada de ar fresco no meio da semana, no meio do trabalho, no meio de tanta confusão. Um almoço com as amigas, não é somente um almoço, faz-nos bem e acreditem dá energia para o resto do dia.
Obrigada a todas, é para repetir.
(fotos pelo meu Samsung)