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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Desculpe, mas agora tenho que desligar! | Laurinda Alves




Nos primeiros anos importa saber dizer não, sem a tentação imediata e recorrente de compensar os filhos pelas ausências mais ou menos prolongadas, pelas separações ou divórcios. Todos os pais querem ser amados e respeitados pelos seus filhos, mas os filhos querem exactamente o mesmo: amor e respeito. Acontece que mais facilmente obtêm amor que respeito. Mesmo os bons pais – diria mesmo os melhores pais do mundo – têm alguma dificuldade em encontrar um ponto de equilíbrio relativamente ao respeito que devem aos seus filhos. Podem pensar que exagero, mas infelizmente a realidade prova o contrário. De que forma? Já veremos.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

"A nossa misericórdia tem que exceder sempre o nosso juízo"

Excelente artigo de Laurinda Alves no Observador.

Francisco e o lenço branco pendurado na macieira

Tornemos estas interpelações nossas:
♥ Perdoo quando e quanto devo? Ou mantenho-me firme e irredutivel no meu orgulho, certo de que ter razão será o meu consolo?

♥ Peço perdão quando sei que magoei alguém ou que procedi de forma incorrecta? Sei reconhecer os meus erros humildemente?

♥ Aconselho os outros a pedir perdão e a perdoarem? Ou encorajo-os a preservar rancores?

Se nesta Quaresma não nos dispusémos a nada mais, não é tarde para tentarmos pôr em prática os conselhos do Papa e rodearmo-nos de lenços brancos erguidos. E se falharmos uma vez, voltaremos a tentar. Não é isso a reconciliação misericordiosa?

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

"como a escolha nos assenta e as peças encaixam umas nas outras"

«Gosto de pensar que tudo se passa como num puzzle em que a peça certa encaixa sem dobrar nem forçar. A imagem da peça do puzzle a encaixar sem fazer fricção, sem rasgar, sem ferir e sem magoar os cantos é uma imagem feliz. Perfeita para nos ajudar a avaliar a forma como as coisas encaixam na nossa vida. Claro que não está na nossa mão encaixar todas as peças e muitas fazem-nos sofrer ou vergar um bocado, mas é bom reter esta imagem para os momentos em que está nas nossas mãos decidir. Sentir que a escolha que fazemos nos deixa mais confortáveis, mais alinhados com a nossa verdadeira natureza e mais em paz é como sentir a peça do puzzle a encaixar. Mesmo que haja mágoa ou não se trate de uma escolha fácil. O sinal mais evidente será sempre a forma como a escolha nos assenta e as peças encaixam umas nas outras.»
Laurinda Alves
Tirado d'AQUI